Mao Zedong (1893–1976) liderou a revolução comunista chinesa, proclamou a República Popular da China em 1949 e foi seu primeiro presidente até 1959.
A Primeira Guerra Sino Japonesa (1894–1895) foi travada principalmente pela influência sobre a Coreia e terminou com a derrota da China Qing e a transferência de Taiwan e das Ilhas Pescadores ao Japão.
A dinastia Yuan surgiu de uma conquista que levou décadas: Kublai Khan a proclamou em 1271, mas só assumiu o controle de toda a China após derrotar a dinastia Song do Sul, em 1279.
A Rebelião Taiping foi uma guerra civil contra a dinastia Qing, que governava a China, entre 1850 e 1864.
A Rebelião dos Boxers não teve uma causa única: o ressentimento contra a influência estrangeira se somou à pobreza, a desastres naturais e a conflitos locais.
A primeira Guerra do Ópio opôs China e Reino Unido, de 1839 a 1842; na segunda, entre 1856 e 1860, Reino Unido e França combateram a dinastia Qing.
O enfaixamento dos pés surgiu na China por volta do século 10 e se associou à beleza e ao status; estudos também apontam relações com o trabalho artesanal feito por meninas.
A Rota da Seda era uma rede de rotas, não um caminho único e direto entre a China e todos os mercados distantes.
O Exército de Terracota integrava o complexo funerário de Qin Shi Huang e foi concebido para acompanhá lo ou protegê lo após a morte.
Os clássicos confucionistas influenciaram a ideologia do Estado e os ideais de conduta dos governantes e funcionários.
A lista reúne a fabricação de papel, a impressão, a pólvora e a bússola. [2][5][6]
O Mandato do Céu afirmava que a autoridade de um governante dependia de sua virtude.