Para visitar a Região Autônoma do Tibete, estrangeiros precisam de uma autorização especial, além de cumprir os requisitos de entrada na China.
A antiga política de trânsito sem visto de 144 horas agora permite que viajantes elegíveis permaneçam na China por até 240 horas (10 dias), a caminho de um terceiro país ou região.
Em 17 de fevereiro de 2026, a lista nacional da China incluía 50 países cujos cidadãos com passaporte comum podem entrar sem visto por até 30 dias.
Após a independência, em 1965, Singapura apostou na industrialização voltada às exportações e na atração de investimento estrangeiro.
Lee Kuan Yew foi o primeiro ministro de Singapura de 1959 a 1990 e liderou o país durante a separação da Malásia, em 1965.
Ao se tornar independente, em 9 de agosto de 1965, Singapura precisava gerar empregos, lidar com a falta de moradias, fortalecer a coesão social e construir sua própria defesa.
Singapura tornou se independente em 9 de agosto de 1965, após divergências políticas e econômicas que se aprofundaram durante sua união com a Malásia.
Os líderes de Singapura viam a união como uma forma de impulsionar a economia, criar empregos e avançar rumo à independência.
Singapura entrou na Federação da Malásia em 16 de setembro de 1963. Seus líderes esperavam que o mercado ampliado favorecesse a indústria, gerasse empregos e ajudasse o território a alcançar a independência.
Singapura alcançou o autogoverno interno em 3 de junho de 1959, mas ainda não era totalmente independente: a Grã Bretanha manteve autoridade sobre assuntos externos, como defesa e relações exteriores.
Três dias após a queda de Singapura, em 15 de fevereiro de 1942, as forças japonesas iniciaram uma triagem de chineses para localizar pessoas que consideravam antijaponesas.
Em 15 de fevereiro de 1942, Percival e outros 11 oficiais decidiram se render após uma semana de combates e com os suprimentos quase esgotados.