A possível colaboração entre Google e AMD no TPU v10 é um relato plausível, mas não confirmado — não um programa anunciado. A hipótese envolve um acelerador com maior capacidade de processamento geral, voltado a aprendizado por reforço, raciocínio, robótica e cargas de trabalho agentivas.
Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What is known—and still unconfirmed—about Alphabet’s reported collaboration with AMD on a 10th generation Tensor Processing Unit, including. Article summary: The AMD–Google TPU v10 project is a credible but unverified report—not an announced program.. Topic tags: general web, llm, agents, ai, workflow. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clickbait thumbnails, icons, and tiny thumbnail layouts. Make it useful as an illustrative visual, not as factual e
O possível projeto TPU v10 da AMD e do Google está em uma zona cinzenta: o relato é tecnicamente plausível e ganhou repercussão no mercado, mas não foi confirmado por nenhuma das duas empresas. Portanto, não há evidência pública de que exista um produto finalizado, um contrato de fornecimento ou um compromisso de produção.
A informação teve origem em uma nota para clientes da empresa de análise de semicondutores SemiAnalysis, descrita como “conversa de mercado”. O conteúdo foi posteriormente repercutido pelo Tom’s Hardware e por outros veículos. A alegação é que o Google poderia estar trabalhando com a AMD em uma décima geração de seu Tensor Processing Unit (TPU), o acelerador desenvolvido internamente para cargas de trabalho de inteligência artificial.
A nota, no entanto, não confirma a existência de um produto pronto nem esclarece qual seria exatamente o papel da AMD. A empresa poderia fornecer núcleos de CPU, participar do desenvolvimento do encapsulamento ou atuar em outra etapa do projeto. Google e AMD não anunciaram publicamente uma parceria, um TPU v10 ou uma data de lançamento.
A hipótese é de um TPU híbrido, com núcleos de CPU x86 da AMD integrados no mesmo encapsulamento do acelerador. A ideia estaria ligada ao crescimento de aplicações como:
Essas tarefas não se resumem ao treinamento denso de grandes modelos de linguagem. Elas exigem mais coordenação, ramificações lógicas, simulações e controle de processos — atividades que podem aumentar a demanda por processamento de uso geral ao redor do acelerador.
Um possível indício dessa mudança é a relação entre CPUs e TPUs nas diferentes gerações. Sistemas TPU 8i do Google usariam uma CPU Axion para cada dois TPUs, enquanto sistemas baseados na sétima geração utilizariam um processador Xeon “Emerald Rapid” para cada quatro TPUs. A comparação sugere uma maior participação do processamento geral, mas não prova a existência nem o desenho do suposto TPU v10.
A AMD reúne dois ativos que seriam relevantes para esse tipo de arquitetura: propriedade intelectual de CPUs x86 e experiência em integração de múltiplos chips e encapsulamento avançado.
O exemplo mais próximo é o Instinct MI300A, que combina núcleos de CPU Zen e chiplets de GPU em um único pacote, com memória unificada. Esse produto demonstra a capacidade de integrar processamento geral e computação acelerada em um pacote destinado a data centers — uma abordagem semelhante à que o rumor atribui ao futuro TPU.
Isso não significa, porém, que o TPU seria uma versão do MI300A. O projeto continuaria sendo um ASIC personalizado do Google, com arquitetura, software e objetivos próprios.
Se a colaboração for confirmada, ela poderia ampliar a atuação da AMD para além da venda de CPUs EPYC e GPUs Instinct. A empresa passaria também a participar do desenvolvimento de ASICs de IA personalizados para uma das maiores empresas de nuvem do mundo.
Um projeto bem-sucedido poderia ainda servir como referência para futuras iniciativas de silício sob medida de outros grandes provedores de nuvem. Nesse cenário, a AMD poderia oferecer não apenas núcleos de CPU, mas também experiência em encapsulamento, interconexão e integração de componentes.
Por enquanto, essa é uma possibilidade estratégica — não uma receita confirmada. Não foram divulgados pedidos, valores comerciais, volumes ou termos econômicos do suposto acordo.
A Broadcom continua sendo uma parceira estabelecida no desenvolvimento de chips personalizados do Google. Relatos também associaram a MediaTek a trabalhos futuros relacionados aos TPUs. Já a participação da Marvell foi confirmada por um documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, a SEC. Os papéis da AMD e da MediaTek devem ser tratados como relatados, não confirmados, até que as próprias empresas façam uma divulgação oficial.
O acordo confirmado com a Marvell envolve o desenvolvimento de produtos de semicondutores personalizados ligados ao ecossistema TPU, incluindo aceleradores de inferência de IA, produtos para armazenamento, interfaces de rede, interfaces de memória e computação próxima à memória.
Em 18 de agosto, a Marvell informou ter emitido ao Google um warrant — direito de comprar ações a um preço predeterminado — para até 58.970.907 ações, com preço de exercício de US$ 206,58 por ação. Se exercido integralmente, o instrumento equivaleria a aproximadamente US$ 12,2 bilhões, com aquisição condicionada a compras qualificadas até o ano fiscal de 2033.
As ações da Marvell subiram com força após a divulgação, enquanto as da Broadcom recuaram. A reação refletiu a preocupação de que o Google possa distribuir seus gastos com silício personalizado entre mais fornecedores.
Outra leitura é que o acordo comprova a expansão do mercado total de chips personalizados para IA, em vez de representar apenas uma transferência de negócios da Broadcom para a Marvell. Sob essa perspectiva, uma queda da Broadcom baseada exclusivamente na notícia da Marvell poderia ser exagerada. Ainda assim, a conclusão permanece incerta, já que não foram divulgados os volumes de pedidos nem a divisão de fornecedores.
Não existe, até o momento, um roteiro público, uma data de tape-out — a etapa em que o projeto é enviado para fabricação — ou um cronograma de lançamento do TPU v10. Uma décima geração pressupõe vários ciclos de desenvolvimento, e uma arquitetura que coloque CPU e acelerador no mesmo pacote exigiria integração de propriedade intelectual, projeto físico, qualificação do encapsulamento, suporte de software e validação em escala de data center.
Assim, o suposto TPU v10 deve ser visto como uma possibilidade de vários anos, e não como uma fonte de receita iminente para a AMD. A lógica técnica existe, mas os elementos decisivos — confirmação oficial, escopo da participação da AMD, produto, volume e prazo — ainda não foram divulgados.
Studio Global AI
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A possível colaboração entre Google e AMD no TPU v10 é um relato plausível, mas não confirmado — não um programa anunciado.
A possível colaboração entre Google e AMD no TPU v10 é um relato plausível, mas não confirmado — não um programa anunciado. A hipótese envolve um acelerador com maior capacidade de processamento geral, voltado a aprendizado por reforço, raciocínio, robótica e cargas de trabalho agentivas.
O rumor surgiu em uma nota para clientes da SemiAnalysis, descrita como “conversa de mercado”, e foi repercutido por veículos como o Tom’s Hardware.