A documentação da OpenAI descreve o GPT-5.5 como o modelo de fronteira mais recente da empresa para trabalhos profissionais complexos e mostra que ele aceita o controle reasoning.effort. Já a página oficial da Anthropic para o Claude Opus 4.7 enfatiza melhorias em chamadas de ferramentas, planejamento e engenharia de software, incluindo um salto de dois dígitos em precisão de tool calls e planejamento citado pela Hebbia, além de 3 vezes mais tarefas de produção resolvidas no Rakuten-SWE-Bench em relação ao Opus 4.6.
Esses materiais oficiais explicam como cada empresa quer posicionar seu modelo. A comparação direta usada aqui vem principalmente de resumos de terceiros, como Vellum, Kingy AI e Mashable, e não de uma tabela única publicada em conjunto por OpenAI e Anthropic.
Os números centrais abaixo vêm do resumo lado a lado da Vellum sobre o GPT-5.5. A ordenação do GPQA Diamond também aparece no leaderboard da Vellum.
| Benchmark | GPT-5.5 | Claude Opus 4.7 | Leitura |
|---|---|---|---|
| SWE-Bench Pro | 58,6% | 64,3% | Claude Opus 4.7, +5,7 p.p. |
| Terminal-Bench 2.0 | 82,7% | 69,4% | GPT-5.5, +13,3 p.p. |
| GDPval | 84,9% | 80,3% | GPT-5.5, +4,6 p.p. |
| OSWorld-Verified | 78,7% | 78,0% | GPT-5.5, +0,7 p.p. |
| BrowseComp | 84,4% | 79,3% | GPT-5.5, +5,1 p.p. |
| MCP Atlas | 75,3% | 79,1% | Claude Opus 4.7, +3,8 p.p. |
| GPQA Diamond | 93,6% | 94,2% | Claude Opus 4.7, +0,6 p.p. |
| FrontierMath T1–3 | 51,7% | 43,8% | GPT-5.5, +7,9 p.p. |
A vantagem mais clara do Claude aparece no SWE-Bench Pro: 64,3% para Claude Opus 4.7 contra 58,6% para GPT-5.5, uma diferença de 5,7 pontos percentuais. Para equipes que precisam corrigir bugs em bases grandes, entender dependências entre arquivos, gerar patches e revisar pull requests complexos, isso é um sinal forte para colocar Claude Opus 4.7 na primeira rodada de testes.
Há outro indício na mesma direção. A BenchLM descreve o SWE-bench Verified como um subconjunto verificado por humanos do SWE-bench, voltado a medir a capacidade de modelos resolverem issues reais do GitHub, e lista Claude Opus 4.7 Adaptive com 87,6%. Mas essa fonte não traz uma pontuação do GPT-5.5 no mesmo recorte; portanto, ela não prova, sozinha, que Claude vence GPT-5.5 no SWE-bench Verified. A leitura mais segura é que Claude Opus 4.7 está entre os candidatos mais fortes para correção real de software.
Do outro lado, o maior salto público do GPT-5.5 aparece no Terminal-Bench 2.0: 82,7% contra 69,4% de Claude Opus 4.7, vantagem de 13,3 pontos percentuais. O GPT-5.5 também lidera no BrowseComp, no GDPval e no OSWorld-Verified, com 84,4% contra 79,3%, 84,9% contra 80,3% e 78,7% contra 78,0%, respectivamente.
Na prática, se o seu produto depende de shell, navegador, sistema de arquivos, operações de sistema ou automações em várias etapas, GPT-5.5 é um candidato natural para começar. Só não transforme isso em regra absoluta para todo agente. No MCP Atlas, Claude Opus 4.7 marca 79,1%, acima dos 75,3% do GPT-5.5; e a própria Anthropic destaca avanços do Claude Opus 4.7 em tool calling e planejamento.
Em benchmarks de tarefas profissionais, o resultado também não é unilateral. O resumo da Vellum mostra GPT-5.5 à frente no GDPval, com 84,9% contra 80,3% de Claude Opus 4.7. Já a Kingy AI aponta vantagem do Claude Opus 4.7 no FinanceAgent v1.1, com 64,4% contra 60,0%, enquanto GPT-5.5 lidera no OfficeQA Pro, com 54,1% contra 43,6%.
Em raciocínio e matemática, a escolha também muda conforme o tipo de problema. No GPQA Diamond, Claude Opus 4.7 aparece com 94,2%, contra 93,6% do GPT-5.5 — vantagem pequena, de 0,6 ponto percentual. Já no FrontierMath T1–3, GPT-5.5 chega a 51,7%, contra 43,8% de Claude Opus 4.7, abrindo 7,9 pontos percentuais.
O Humanity’s Last Exam mostra por que é preciso cuidado com resumos públicos. A Kingy AI registra, no modo sem ferramentas, 41,4% para GPT-5.5 e 46,9% para Claude Opus 4.7; a Mashable, também no item sem ferramentas, informa 40,6% para GPT-5.5 e 31,2% para Claude Opus 4.7. Como há divergência relevante entre fontes, esse benchmark não deve ser usado como evidência central para escolher um dos dois modelos.
Se o seu caso principal é correção de código em nível de repositório, issues reais do GitHub, PRs complexos ou geração de patches, comece testando Claude Opus 4.7. O SWE-Bench Pro e o SWE-bench Verified sustentam a leitura de que ele é muito competitivo em engenharia de software real.
Se o seu caso principal envolve execução em terminal, busca e navegação, operações no sistema operacional, agentes de automação ou tarefas profissionais cobertas pelo GDPval, comece por GPT-5.5. Ele lidera publicamente no Terminal-Bench 2.0, BrowseComp, OSWorld-Verified e GDPval.
Se o fluxo mistura código, ferramentas, planejamento longo, análise de documentos e geração de relatórios, os dois devem entrar na lista curta. GPT-5.5 vence em várias métricas de execução; Claude Opus 4.7 se destaca no SWE-Bench Pro, no MCP Atlas e na narrativa oficial da Anthropic sobre planejamento e uso de ferramentas.
Use benchmarks públicos para reduzir o campo de escolha. Para decidir de fato, monte um conjunto de tarefas reais, oculte o nome dos modelos, use o mesmo prompt, as mesmas permissões de ferramenta, o mesmo orçamento de contexto, o mesmo limite de tempo e o mesmo critério de pontuação. Se testar GPT-5.5, fixe também parâmetros como reasoning.effort, já que a documentação da OpenAI indica suporte a esse controle.
Na avaliação, não olhe apenas a média. Registre pelo menos quatro coisas: se a tarefa foi concluída, se a resposta é verificável, quanto trabalho humano foi necessário para corrigir a saída e qual foi o custo em latência e chamadas. Para um sistema em produção, errar menos nas tarefas críticas costuma valer mais do que vencer por alguns pontos em um ranking que não representa o seu uso. A conclusão dos dados públicos é clara o bastante: GPT-5.5 e Claude Opus 4.7 não têm um vencedor absoluto; têm pontos fortes diferentes para fluxos de trabalho diferentes.
A documentação da OpenAI descreve o GPT-5.5 como o modelo de fronteira mais recente da empresa para trabalhos profissionais complexos e mostra que ele aceita o controle reasoning.effort. Já a página oficial da Anthropic para o Claude Opus 4.7 enfatiza melhorias em chamadas de ferramentas, planejamento e engenharia de software, incluindo um salto de dois dígitos em precisão de tool calls e planejamento citado pela Hebbia, além de 3 vezes mais tarefas de produção resolvidas no Rakuten-SWE-Bench em relação ao Opus 4.6.
Esses materiais oficiais explicam como cada empresa quer posicionar seu modelo. A comparação direta usada aqui vem principalmente de resumos de terceiros, como Vellum, Kingy AI e Mashable, e não de uma tabela única publicada em conjunto por OpenAI e Anthropic.
Os números centrais abaixo vêm do resumo lado a lado da Vellum sobre o GPT-5.5. A ordenação do GPQA Diamond também aparece no leaderboard da Vellum.
| Benchmark | GPT-5.5 | Claude Opus 4.7 | Leitura |
|---|---|---|---|
| SWE-Bench Pro | 58,6% | 64,3% | Claude Opus 4.7, +5,7 p.p. |
| Terminal-Bench 2.0 | 82,7% | 69,4% | GPT-5.5, +13,3 p.p. |
| GDPval | 84,9% | 80,3% | GPT-5.5, +4,6 p.p. |
| OSWorld-Verified | 78,7% | 78,0% | GPT-5.5, +0,7 p.p. |
| BrowseComp | 84,4% | 79,3% | GPT-5.5, +5,1 p.p. |
| MCP Atlas | 75,3% | 79,1% | Claude Opus 4.7, +3,8 p.p. |
| GPQA Diamond | 93,6% | 94,2% | Claude Opus 4.7, +0,6 p.p. |
| FrontierMath T1–3 | 51,7% | 43,8% | GPT-5.5, +7,9 p.p. |
A vantagem mais clara do Claude aparece no SWE-Bench Pro: 64,3% para Claude Opus 4.7 contra 58,6% para GPT-5.5, uma diferença de 5,7 pontos percentuais. Para equipes que precisam corrigir bugs em bases grandes, entender dependências entre arquivos, gerar patches e revisar pull requests complexos, isso é um sinal forte para colocar Claude Opus 4.7 na primeira rodada de testes.
Há outro indício na mesma direção. A BenchLM descreve o SWE-bench Verified como um subconjunto verificado por humanos do SWE-bench, voltado a medir a capacidade de modelos resolverem issues reais do GitHub, e lista Claude Opus 4.7 Adaptive com 87,6%. Mas essa fonte não traz uma pontuação do GPT-5.5 no mesmo recorte; portanto, ela não prova, sozinha, que Claude vence GPT-5.5 no SWE-bench Verified. A leitura mais segura é que Claude Opus 4.7 está entre os candidatos mais fortes para correção real de software.
Do outro lado, o maior salto público do GPT-5.5 aparece no Terminal-Bench 2.0: 82,7% contra 69,4% de Claude Opus 4.7, vantagem de 13,3 pontos percentuais. O GPT-5.5 também lidera no BrowseComp, no GDPval e no OSWorld-Verified, com 84,4% contra 79,3%, 84,9% contra 80,3% e 78,7% contra 78,0%, respectivamente.
Na prática, se o seu produto depende de shell, navegador, sistema de arquivos, operações de sistema ou automações em várias etapas, GPT-5.5 é um candidato natural para começar. Só não transforme isso em regra absoluta para todo agente. No MCP Atlas, Claude Opus 4.7 marca 79,1%, acima dos 75,3% do GPT-5.5; e a própria Anthropic destaca avanços do Claude Opus 4.7 em tool calling e planejamento.
Em benchmarks de tarefas profissionais, o resultado também não é unilateral. O resumo da Vellum mostra GPT-5.5 à frente no GDPval, com 84,9% contra 80,3% de Claude Opus 4.7. Já a Kingy AI aponta vantagem do Claude Opus 4.7 no FinanceAgent v1.1, com 64,4% contra 60,0%, enquanto GPT-5.5 lidera no OfficeQA Pro, com 54,1% contra 43,6%.
Em raciocínio e matemática, a escolha também muda conforme o tipo de problema. No GPQA Diamond, Claude Opus 4.7 aparece com 94,2%, contra 93,6% do GPT-5.5 — vantagem pequena, de 0,6 ponto percentual. Já no FrontierMath T1–3, GPT-5.5 chega a 51,7%, contra 43,8% de Claude Opus 4.7, abrindo 7,9 pontos percentuais.
O Humanity’s Last Exam mostra por que é preciso cuidado com resumos públicos. A Kingy AI registra, no modo sem ferramentas, 41,4% para GPT-5.5 e 46,9% para Claude Opus 4.7; a Mashable, também no item sem ferramentas, informa 40,6% para GPT-5.5 e 31,2% para Claude Opus 4.7. Como há divergência relevante entre fontes, esse benchmark não deve ser usado como evidência central para escolher um dos dois modelos.
Se o seu caso principal é correção de código em nível de repositório, issues reais do GitHub, PRs complexos ou geração de patches, comece testando Claude Opus 4.7. O SWE-Bench Pro e o SWE-bench Verified sustentam a leitura de que ele é muito competitivo em engenharia de software real.
Se o seu caso principal envolve execução em terminal, busca e navegação, operações no sistema operacional, agentes de automação ou tarefas profissionais cobertas pelo GDPval, comece por GPT-5.5. Ele lidera publicamente no Terminal-Bench 2.0, BrowseComp, OSWorld-Verified e GDPval.
Se o fluxo mistura código, ferramentas, planejamento longo, análise de documentos e geração de relatórios, os dois devem entrar na lista curta. GPT-5.5 vence em várias métricas de execução; Claude Opus 4.7 se destaca no SWE-Bench Pro, no MCP Atlas e na narrativa oficial da Anthropic sobre planejamento e uso de ferramentas.
Use benchmarks públicos para reduzir o campo de escolha. Para decidir de fato, monte um conjunto de tarefas reais, oculte o nome dos modelos, use o mesmo prompt, as mesmas permissões de ferramenta, o mesmo orçamento de contexto, o mesmo limite de tempo e o mesmo critério de pontuação. Se testar GPT-5.5, fixe também parâmetros como reasoning.effort, já que a documentação da OpenAI indica suporte a esse controle.
Na avaliação, não olhe apenas a média. Registre pelo menos quatro coisas: se a tarefa foi concluída, se a resposta é verificável, quanto trabalho humano foi necessário para corrigir a saída e qual foi o custo em latência e chamadas. Para um sistema em produção, errar menos nas tarefas críticas costuma valer mais do que vencer por alguns pontos em um ranking que não representa o seu uso. A conclusão dos dados públicos é clara o bastante: GPT-5.5 e Claude Opus 4.7 não têm um vencedor absoluto; têm pontos fortes diferentes para fluxos de trabalho diferentes.