A autoridade de segurança alimentar do Vietnã ordenou que a Shopee suspendesse a venda das cápsulas Sausando Slimming e retirasse as informações do produto da plataforma. A decisão veio após uma checagem posterior à comercialização constatar que o número de certificado exibido no anúncio não correspondia a um documento emitido para o produto. As notícias disponíveis relatam um problema de registro — não um resultado de laboratório que tenha comprovado que as cápsulas fazem mal à saúde.
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O que a checagem encontrou
O anúncio apresentava o número de registro de declaração do produto 5218/2023/ĐKSP, com data de 16 de junho de 2023. A Autoridade de Segurança Alimentar informou que seus registros não indicavam a emissão desse certificado para as cápsulas Sausando Slimming. Segundo o órgão, o produto estava sendo anunciado e vendido sem o comprovante de registro exigido.
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A distinção é importante: o que foi constatado, segundo os relatos, é que aquele número não havia sido emitido para esse produto. As fontes disponíveis não detalham os ingredientes das cápsulas nem apresentam resultados de testes que permitam afirmar se são seguras ou perigosas.
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Medidas solicitadas à Shopee e às autoridades locais
Em 16 de outubro, a Autoridade de Segurança Alimentar instruiu a Shopee a interromper as vendas e remover da plataforma as informações sobre Sausando Slimming.
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2 O órgão também acionou a agência de comércio eletrônico do Ministério da Indústria e Comércio para comunicar a determinação à Shopee e aos vendedores envolvidos.
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Em uma etapa posterior, a autoridade pediu ao Departamento de Segurança Alimentar da Cidade de Ho Chi Minh que verificasse a produção, a comercialização e a publicidade do produto, além de coletar amostras para análise. A empresa associada ao produto é a Junda Trading Co., Ltd.
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A autoridade também apontou anúncios e vendas de Sausando no TikTok.
6 Os relatos fornecidos confirmam que a divulgação na plataforma foi identificada, mas não trazem detalhes suficientes para verificar todas as instruções dadas aos órgãos envolvidos nem um prazo único, por escrito, para todas as medidas posteriores.
O que o caso esclarece sobre o registro
As notícias sobre o caso apontam como requisito em questão o comprovante de registro da declaração do produto — Giấy tiếp nhận đăng ký bản công bố sản phẩm, em vietnamita. Outro produto para emagrecimento, o Slimaura Care x3, também foi alvo de medidas por não ter esse mesmo tipo de comprovante.
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Para quem compra ou administra anúncios em plataformas, a lição prática é específica: um número de certificado exibido em uma página de venda precisa ser conferido nos registros do órgão emissor. Neste caso, a Autoridade de Segurança Alimentar disse que não havia emitido para Sausando o número e a data apresentados no anúncio.
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As fontes disponíveis não descrevem todas as regras atuais de registro para cada categoria de alimento funcional ou suplemento. Também não demonstram que exista, à parte, uma exigência nacional de inclusão em uma base de dados de segurança alimentar. Portanto, não é possível deduzir essas obrigações mais amplas apenas a partir deste caso.
Um caso dentro de uma fiscalização mais ampla
Sausando não foi o único produto para emagrecimento alvo de medidas em plataformas em 2026. No caso do Slimaura Care x3, a Autoridade de Segurança Alimentar enviou instruções à Shopee e à Lazada em 4 de agosto. Reportagens publicadas no dia 5 informaram que o produto não tinha o comprovante de registro e que as plataformas foram orientadas a interromper as vendas e retirar os anúncios.
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Separadamente, uma reportagem de 19 de outubro atribuiu a uma vice-diretora da agência de comércio eletrônico do Ministério da Indústria e Comércio os dados de que, desde o início de 2026, a agência havia coordenado a remoção de 116 mil produtos e tomado medidas contra mais de 51 mil lojas online em situação irregular.
39 Esses números se referem a uma fiscalização mais ampla; não significam que todas as lojas tenham sido multadas.
No caso Sausando, a sequência documentada é mais delimitada: os agentes compararam o certificado anunciado com os registros de emissão, ordenaram à Shopee que retirasse o anúncio e solicitaram inspeção e coleta de amostras. As fontes fornecidas não confirmam alegações de que vendedores estariam driblando a fiscalização ao trocar de contas ou endereços, nem uma nova regra de verificação eletrônica de identidade que entraria em vigor em 2027.