A Mercedes instalou o sexto motor de combustão interna (ICE, na sigla em inglês) de George Russell na temporada 2026 porque os problemas anteriores na unidade de potência deixaram o piloto com necessidade de usar outro motor antes do fim do ano. A troca rendeu a ele uma punição de cinco posições no grid do GP de São Paulo. Russell afirmou que Interlagos parecia um bom lugar para cumprir a penalidade, mas os relatos disponíveis não detalham todos os critérios usados pela equipe para escolher o circuito.
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Problemas anteriores já apontavam para outra troca
A falha na unidade de potência de Russell na Malásia levou a mudanças em vários componentes na etapa seguinte, em Singapura. Na ocasião, ele recebeu uma punição de 60 posições. A Mercedes e o piloto já esperavam uma nova perda de posições mais adiante na temporada; em São Paulo, foi a segunda punição de Russell em quatro corridas.
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Por isso, a troca no Brasil foi apresentada como planejada, e não como uma resposta a uma nova falha reportada em Interlagos. A Mercedes instalou um sexto ICE, e a penalidade fez Russell recuar cinco posições em relação ao resultado da classificação.
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Por que cumprir a punição em Interlagos?
Russell disse: “Sentimos que este era um bom lugar para fazer isso” e afirmou que a equipe tentaria recuperar terreno. Ele também citou como exemplo a recuperação de Lewis Hamilton após uma punição importante no grid de Interlagos, em 2021.
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A declaração explica por que Russell demonstrou confiança no circuito, mas não revela todos os fatores por trás da decisão da Mercedes. O ponto central era aceitar a punição já esperada em uma pista onde o piloto acreditava ser possível avançar, em vez de adiar a troca do motor.
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O que muda no grid
A penalidade tira cinco posições da colocação de Russell na classificação; ela não define, por si só, um lugar fixo de largada. Se ele conquistasse a pole, por exemplo, cairia para sexto. De qualquer outra posição, perderia cinco lugares, sujeito à ordem final do grid.
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A mudança de motor ocorreu em meio a uma temporada difícil para Russell. Seu companheiro de equipe na Mercedes, Kimi Antonelli, havia conquistado o título de pilotos na Cidade do México, aos 20 anos, enquanto relatos descreviam Russell como “um pouco exausto” após uma campanha marcada por problemas recorrentes. Esse contexto ajuda a dimensionar mais um revés, mas não comprova que tenha influenciado a decisão de trocar o motor.
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