O investimento do NBIM na SpaceX é modesto em termos relativos — o fundo detém participações muito maiores em empresas como Nvidia (1,3%, avaliada em US$ 61,8 bilhões) e Apple (1,2%, avaliada em US$ 52,7 bilhões) em 30 de junho . Mas a adição coloca o fundo norueguês como um investidor significativo em ambas as empresas de capital aberto de Elon Musk: ele também possui cerca de 1% da Tesla, avaliada em aproximadamente US$ 15,7 bilhões
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O Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF), com cerca de US$ 925 bilhões em ativos sob gestão em 2025-2026, colocou uma ordem âncora no IPO da SpaceX que, segundo relatos, ficou na faixa de US$ 1 a 5 bilhões . Reportagens anteriores indicavam que o PIF negociava um investimento âncora de aproximadamente US$ 5 bilhões, em parte para proteger sua participação pré-IPO de quase 1% da diluição
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O PIF já tinha exposição significativa à SpaceX antes do IPO, por meio de rodadas de financiamento anteriores e participações indiretas. Entidades sauditas relacionadas, incluindo o príncipe Alwaleed bin Talal, que detinha uma participação de 0,63% que poderia valer cerca de US$ 10,6 bilhões na avaliação esperada de US$ 1,77 trilhão, também foram beneficiadas .
Vale notar que, embora o PIF tenha colocado sua ordem no IPO juntamente com outros fundos soberanos do Golfo, ele não confirmou formalmente uma participação pós-IPO da mesma forma que a Noruega. O montante final alocado pode diferir do tamanho da ordem .
A estrutura de ações de classe dupla da SpaceX concede a Musk 84,3% dos direitos de voto na data do prospecto do IPO .
A demanda das grandes instituições foi excepcionalmente forte e abrangente:
No total, a estreia pública da SpaceX atraiu uma demanda sem precedentes de fundos soberanos (Noruega, Arábia Saudita, Kuwait, Catar), fundos de crescimento dos EUA e grandes gestoras de ativos, tornando-se o maior IPO de tecnologia da história.