A Volta Infra Holdings, startup de infraestrutura de nuvem para IA com apenas sete meses de vida, saiu do modo stealth em 4 de agosto com uma rodada de US$ 300 milhões (abrangendo seed e Série A) a uma avaliação de US$ 2,4 bilhões . Andreessen Horowitz e Altimeter Capital co-lideraram, com a Nvidia e Michael Dell também participando . A empresa também garantiu um pool de financiamento de clientes de US$ 5 bilhões, organizado pela gestora de ativos Azora, e assinou um contrato de computação em nuvem de US$ 10 bilhões por seis anos com a Anthropic para construir fábricas de IA no data center de 133 megawatts da Bitdeer Technologies, na Noruega . A estrutura do negócio — na qual a Nvidia fornece chips e investe na Volta — gerou questionamentos de analistas sobre possíveis preocupações com financiamento circular .
A startup espanhola de agentes de IA HappyRobot atingiu o status de unicórnio com uma Série C de US$ 150 milhões, avaliada em US$ 1,2 bilhão . Os cofundadores Pablo Palafox, Javier Palafox e Luis Paarup construíram a empresa para implantar agentes autônomos de IA que automatizam fluxos de trabalho operacionais complexos em voz, e-mail, documentos e sistemas empresariais . A rodada foi liderada pela Prysm Capital e co-liderada pela Eurazeo, com os investidores atuais a16z, Base10 e Y Combinator reforçando sua participação, acompanhados por Koch Disruptive Technologies, Orange, T.Capital (Deutsche Telekom) e outros . A empresa cresceu sua receita aproximadamente 5 vezes desde a Série B e agora atende mais de 150 clientes empresariais, incluindo DHL, Kuehne + Nagel, Naturgy, Repsol e Uber .
A Apple adquiriu a totalidade do capital social da PlasmaSolve, uma empresa de ciência dos materiais sediada em Brno, na República Tcheca, especializada em software de simulação de plasma . O negócio foi divulgado por meio de um registro regulatório na União Europeia e fechado por uma subsidiária da Apple no início do ano . O principal produto da PlasmaSolve, o MatSight, é um conjunto de gêmeos digitais que simula processos de deposição física de vapor (PVD) e deposição química de vapor assistida por plasma (PECVD) usados para depositar revestimentos ultrafinos e resistentes a arranhões em componentes metálicos . A Apple já utiliza PVD em seus revestimentos de dispositivos, e espera-se que a aquisição ajude a empresa a desenvolver carcaças mais finas e duráveis para futuros iPhones, Macs e Apple Watches . Os termos financeiros não foram divulgados .
A Volta Infra Holdings, startup de infraestrutura de nuvem para IA com apenas sete meses de vida, saiu do modo stealth em 4 de agosto com uma rodada de US$ 300 milhões (abrangendo seed e Série A) a uma avaliação de US$ 2,4 bilhões . Andreessen Horowitz e Altimeter Capital co-lideraram, com a Nvidia e Michael Dell também participando . A empresa também garantiu um pool de financiamento de clientes de US$ 5 bilhões, organizado pela gestora de ativos Azora, e assinou um contrato de computação em nuvem de US$ 10 bilhões por seis anos com a Anthropic para construir fábricas de IA no data center de 133 megawatts da Bitdeer Technologies, na Noruega . A estrutura do negócio — na qual a Nvidia fornece chips e investe na Volta — gerou questionamentos de analistas sobre possíveis preocupações com financiamento circular .
A startup espanhola de agentes de IA HappyRobot atingiu o status de unicórnio com uma Série C de US$ 150 milhões, avaliada em US$ 1,2 bilhão . Os cofundadores Pablo Palafox, Javier Palafox e Luis Paarup construíram a empresa para implantar agentes autônomos de IA que automatizam fluxos de trabalho operacionais complexos em voz, e-mail, documentos e sistemas empresariais . A rodada foi liderada pela Prysm Capital e co-liderada pela Eurazeo, com os investidores atuais a16z, Base10 e Y Combinator reforçando sua participação, acompanhados por Koch Disruptive Technologies, Orange, T.Capital (Deutsche Telekom) e outros . A empresa cresceu sua receita aproximadamente 5 vezes desde a Série B e agora atende mais de 150 clientes empresariais, incluindo DHL, Kuehne + Nagel, Naturgy, Repsol e Uber .
A Apple adquiriu a totalidade do capital social da PlasmaSolve, uma empresa de ciência dos materiais sediada em Brno, na República Tcheca, especializada em software de simulação de plasma . O negócio foi divulgado por meio de um registro regulatório na União Europeia e fechado por uma subsidiária da Apple no início do ano . O principal produto da PlasmaSolve, o MatSight, é um conjunto de gêmeos digitais que simula processos de deposição física de vapor (PVD) e deposição química de vapor assistida por plasma (PECVD) usados para depositar revestimentos ultrafinos e resistentes a arranhões em componentes metálicos . A Apple já utiliza PVD em seus revestimentos de dispositivos, e espera-se que a aquisição ajude a empresa a desenvolver carcaças mais finas e duráveis para futuros iPhones, Macs e Apple Watches . Os termos financeiros não foram divulgados .