A média de transações diárias chegou a 11,8 milhões, alta de 8,7% na comparação com o 1º trimestre . A média de endereços ativos diários atingiu 3,6 milhões (algumas fontes citam 3,5 milhões), um aumento de 11,7% na comparação trimestral . O mais revelador: aproximadamente 93% do volume de transferências de stablecoins na TRON foi do tipo ponto a ponto (peer-to-peer), a maior parcela entre todas as blockchains monitoradas — reforçando o papel da TRON como uma camada de liquidação, e não como um hub de DeFi .
O volume médio diário de transferências de USDT também voltou a crescer, subindo 4,3% para US$ 22,8 bilhões, depois de cair no 1º trimestre .
As taxas da rede subiram 15,9%, para US$ 699,4 milhões no trimestre, a primeira alta trimestral desde que a Proposta de Governança nº 104 reduziu o preço unitário de energia da rede em agosto de 2025 . A Token Terminal registrou números ligeiramente maiores, com a receita do 2º trimestre em US$ 715,4 milhões, alta de 17,3% na comparação com o 1º trimestre, mas queda de 27,1% ante o 2º trimestre de 2025 (US$ 981,4 milhões), antes da redução de tarifas .
O valor de mercado fully diluted da TRON atingiu US$ 31,6 bilhões (+13,5% na comparação trimestral), e sua relação valuation/receita (valor de mercado / receita trimestral da rede) ficou em aproximadamente 45x — o que a Token Terminal classificou como significativamente subvalorizada em relação a redes comparáveis .
Enquanto o uso de stablecoins explodia, a economia DeFi on-chain da TRON encolheu. O TVL de DeFi caiu 1,9%, para aproximadamente US$ 4,4 bilhões . O volume médio diário em DEX caiu 21,7%, para US$ 49,3 milhões, marcando a quarta queda trimestral consecutiva . Protocolos de empréstimo e CDP (collateralized debt positions) responderam por 93% do TVL restante, concentrados principalmente na JustLend, com US$ 2,9 bilhões em TVL .
O staking de TRX também caiu. A taxa de staking passou de aproximadamente 49% no 1º trimestre para cerca de 46% no 2º trimestre, e o total de TRX em staking caiu aproximadamente 2,2 bilhões de tokens (-2,8%) . Em 9 de agosto, o staking estava em aproximadamente 45,78 bilhões de TRX .
O mecanismo de oferta do TRX opera em dois trilhos: novos TRX são cunhados como recompensas de bloco e incentivos ao staking, enquanto uma parcela das taxas de transação é queimada . No 2º trimestre, a emissão superou as queimas por uma margem significativa. Aproximadamente 874 milhões de novos TRX foram emitidos, enquanto apenas cerca de 235 milhões foram queimados via taxas, resultando em uma emissão líquida de cerca de 639 milhões de TRX .
A taxa de staking em declínio reduziu a parcela de TRX que rende recompensas, mas não eliminou a inflação — o cronograma de emissão de recompensas de bloco é independente da participação no staking. Menos stakers significa apenas que o mesmo pool de recompensas é distribuído entre menos participantes, deixando a oferta total inalterada . Análises independentes estimam a inflação líquida em aproximadamente +0,06% a +0,09% na janela de 90 dias encerrada em 9 de agosto de 2026 .
O preço do TRX ficou praticamente estável durante o 2º trimestre, subindo aproximadamente 3%, enquanto o Bitcoin caiu cerca de 4% . A pressão inflacionária líquida foi citada por vários analistas como uma das razões pelas quais o token não conseguiu se valorizar, apesar do uso recorde da rede .
O 2º trimestre de 2026 da TRON apresentou uma divergência gritante: a rede se consolidou como a via de liquidação de stablecoins dominante, com fluxos recordes de USDT, transações e usuários ativos, mas seu ecossistema DeFi on-chain encolheu, as negociações em DEX despencaram e o staking de TRX caiu — deixando a oferta do token em inflação líquida e o preço do TRX praticamente lateralizado. O relatório sugere que a proposta de valor da TRON é cada vez mais estreita: uma via de alto volume e baixo custo para transferências de stablecoins, em vez de uma plataforma DeFi abrangente.
A média de transações diárias chegou a 11,8 milhões, alta de 8,7% na comparação com o 1º trimestre . A média de endereços ativos diários atingiu 3,6 milhões (algumas fontes citam 3,5 milhões), um aumento de 11,7% na comparação trimestral . O mais revelador: aproximadamente 93% do volume de transferências de stablecoins na TRON foi do tipo ponto a ponto (peer-to-peer), a maior parcela entre todas as blockchains monitoradas — reforçando o papel da TRON como uma camada de liquidação, e não como um hub de DeFi .
O volume médio diário de transferências de USDT também voltou a crescer, subindo 4,3% para US$ 22,8 bilhões, depois de cair no 1º trimestre .
As taxas da rede subiram 15,9%, para US$ 699,4 milhões no trimestre, a primeira alta trimestral desde que a Proposta de Governança nº 104 reduziu o preço unitário de energia da rede em agosto de 2025 . A Token Terminal registrou números ligeiramente maiores, com a receita do 2º trimestre em US$ 715,4 milhões, alta de 17,3% na comparação com o 1º trimestre, mas queda de 27,1% ante o 2º trimestre de 2025 (US$ 981,4 milhões), antes da redução de tarifas .
O valor de mercado fully diluted da TRON atingiu US$ 31,6 bilhões (+13,5% na comparação trimestral), e sua relação valuation/receita (valor de mercado / receita trimestral da rede) ficou em aproximadamente 45x — o que a Token Terminal classificou como significativamente subvalorizada em relação a redes comparáveis .
Enquanto o uso de stablecoins explodia, a economia DeFi on-chain da TRON encolheu. O TVL de DeFi caiu 1,9%, para aproximadamente US$ 4,4 bilhões . O volume médio diário em DEX caiu 21,7%, para US$ 49,3 milhões, marcando a quarta queda trimestral consecutiva . Protocolos de empréstimo e CDP (collateralized debt positions) responderam por 93% do TVL restante, concentrados principalmente na JustLend, com US$ 2,9 bilhões em TVL .
O staking de TRX também caiu. A taxa de staking passou de aproximadamente 49% no 1º trimestre para cerca de 46% no 2º trimestre, e o total de TRX em staking caiu aproximadamente 2,2 bilhões de tokens (-2,8%) . Em 9 de agosto, o staking estava em aproximadamente 45,78 bilhões de TRX .
O mecanismo de oferta do TRX opera em dois trilhos: novos TRX são cunhados como recompensas de bloco e incentivos ao staking, enquanto uma parcela das taxas de transação é queimada . No 2º trimestre, a emissão superou as queimas por uma margem significativa. Aproximadamente 874 milhões de novos TRX foram emitidos, enquanto apenas cerca de 235 milhões foram queimados via taxas, resultando em uma emissão líquida de cerca de 639 milhões de TRX .
A taxa de staking em declínio reduziu a parcela de TRX que rende recompensas, mas não eliminou a inflação — o cronograma de emissão de recompensas de bloco é independente da participação no staking. Menos stakers significa apenas que o mesmo pool de recompensas é distribuído entre menos participantes, deixando a oferta total inalterada . Análises independentes estimam a inflação líquida em aproximadamente +0,06% a +0,09% na janela de 90 dias encerrada em 9 de agosto de 2026 .
O preço do TRX ficou praticamente estável durante o 2º trimestre, subindo aproximadamente 3%, enquanto o Bitcoin caiu cerca de 4% . A pressão inflacionária líquida foi citada por vários analistas como uma das razões pelas quais o token não conseguiu se valorizar, apesar do uso recorde da rede .
O 2º trimestre de 2026 da TRON apresentou uma divergência gritante: a rede se consolidou como a via de liquidação de stablecoins dominante, com fluxos recordes de USDT, transações e usuários ativos, mas seu ecossistema DeFi on-chain encolheu, as negociações em DEX despencaram e o staking de TRX caiu — deixando a oferta do token em inflação líquida e o preço do TRX praticamente lateralizado. O relatório sugere que a proposta de valor da TRON é cada vez mais estreita: uma via de alto volume e baixo custo para transferências de stablecoins, em vez de uma plataforma DeFi abrangente.