Até o momento, o tipo e a origem do drone permanecem desconhecidos. As autoridades búlgaras afirmaram que não identificaram o modelo e não atribuíram o ato a nenhum país ou grupo específico . O primeiro-ministro Rumen Radev descreveu o equipamento como "grande" . O aparelho ingressou na Bulgária vindo do espaço aéreo romeno, por volta das 08h10 (horário local) .
A explosão ocorreu em uma plantação de girassóis, a aproximadamente 100 metros dentro do território búlgaro, nas proximidades do antigo posto de fronteira de Kardam, entre a Bulgária e a Romênia, no nordeste do país, próximo ao Mar Negro . O ponto de impacto ficou a 1 km de uma estação de compressão do gasoduto Trans-Bálcãs .
A estação de compressão do gasoduto Trans-Bálcãs era a infraestrutura crítica mais próxima, com o drone explodindo a aproximadamente 1 km de distância . Este gasoduto é uma rota chave para o trânsito de gás russo através da Bulgária. Nenhuma comunicação oficial mencionou, especificamente, a proximidade com o "Corredor Vertical de Gás" (Vertical Gas Corridor), um conceito mais amplo de interconexão regional de gás. O incidente ocorreu nas adjacências imediatas do gasoduto Trans-Bálcãs, sem ligação explícita comprovada com o projeto do Corredor Vertical .
Não houve vítimas e nenhum dano à infraestrutura foi registrado, já que o drone detonou em um campo aberto .
O primeiro-ministro Rumen Radev anunciou o incidente após uma reunião de emergência do Conselho de Segurança . Radev afirmou que a origem do drone é desconhecida e que as autoridades ainda não sabem de que tipo de aparelho se trata . As investigações estão em andamento. A Força Aérea Búlgara monitora a situação; ainda em 2026, a Bulgária já havia mobilizado caças em resposta a incursões semelhantes.
Este incidente faz parte de um aumento acentuado na atividade não autorizada de drones sobre os países membros do leste da OTAN, diretamente ligado à guerra da Rússia na Ucrânia. A Romênia tem experimentado o maior volume de ocorrências recentes.