A iniciativa mais concreta da Oppo era a parceria com a BYD: a série Find X8 seria conectada ao sedã inteligente Denza Z9 GT por meio de uma atualização OTA, permitindo desbloquear e controlar funções do veículo. A empresa também planejava levar recursos de IA generativa a 50 milhões de usuários até o fim de 2024 e...
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What were Oppo’s latest efforts to diversify beyond smartphones as of October 23, 2024—including its strategic technology partnership with C. Article summary: As of October 23, 2024, Oppo was seeking to turn its phones into a hub for AI and smart-car services—not merely sell more handsets. Its most concrete move was a BYD partnership linking Oppo Android phones with BYD’s inte. Topic tags: general, general web. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clic
Em 23 de outubro de 2024, a Oppo tentava fazer com que o smartphone deixasse de ser apenas um produto independente. A estratégia de diversificação da fabricante chinesa se concentrava em duas frentes conectadas: veículos inteligentes e inteligência artificial generativa. O exemplo mais concreto era a parceria tecnológica com a BYD para integrar celulares Android da Oppo aos veículos da montadora.
Oppo e BYD anunciaram uma parceria estratégica para melhorar a interoperabilidade entre smartphones e veículos inteligentes. As empresas afirmaram que desenvolveriam tecnologias capazes de permitir que celulares Android da Oppo destravassem e controlassem veículos elétricos da BYD.
O primeiro projeto envolvia a série Oppo Find X8 e o sedã inteligente Denza — também conhecido como Tengshi — Z9 GT. O sistema de conexão entre telefone e carro seria disponibilizado por meio de uma atualização remota, ou OTA, levando determinadas funções do veículo para a experiência do smartphone.
A proposta ia além de uma parceria convencional para acessórios. Na prática, ela posicionava o celular como uma interface de acesso e controle do automóvel, ampliando seu papel no dia a dia para além de comunicação, fotografia e aplicativos.
A Oppo também estaria em processo de aquisição da startup de inteligência artificial AIWaves. Como os detalhes públicos da operação eram limitados, o movimento deve ser descrito como uma aquisição reportada — e não como um negócio concluído e totalmente documentado.
Paralelamente, a empresa planejava oferecer recursos de IA generativa a 50 milhões de usuários de smartphones até o fim de 2024. A meta indicava que a Oppo via a IA principalmente como uma maneira de fortalecer seu ecossistema já existente, acrescentando serviços e funções capazes de tornar os aparelhos mais úteis ao longo do tempo, em vez de depender apenas de melhorias no hardware.
Os movimentos da Oppo faziam parte de uma tendência mais ampla entre empresas chinesas de tecnologia: conectar os celulares a diferentes categorias de dispositivos. A estratégia “1+8+N” da Huawei, por exemplo, colocava o smartphone no centro de um ecossistema que incluía telas grandes, tablets, computadores, dispositivos vestíveis, unidades automotivas e outros equipamentos conectados à internet.
Essa comparação ajuda a entender o objetivo da parceria entre Oppo e BYD. A integração entre telefone e carro não era apenas um recurso isolado, mas uma tentativa de transformar o aparelho em uma porta de entrada para um conjunto maior de serviços e dispositivos. A Huawei seguia uma estratégia mais ampla de conexão entre equipamentos e tecnologia automotiva, enquanto a Oppo dava um passo especialmente visível por meio da parceria com uma montadora e da expansão em IA.
Apesar da diversificação, os celulares continuavam sendo o principal negócio da Oppo. Na avaliação preliminar da IDC para o terceiro trimestre de 2024, o mercado global de smartphones movimentou 316,1 milhões de unidades, alta de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A Oppo ficou em quarto lugar, atrás de Samsung, Apple e Xiaomi, com 28,8 milhões de aparelhos enviados e participação de 9,1%.
Essa posição ajuda a explicar a estratégia. A Oppo poderia usar sua ampla base instalada de smartphones como camada de distribuição para novos recursos de IA e serviços conectados a carros. Portanto, a empresa não estava exatamente se afastando dos celulares; tentava tornar a posse de um aparelho Oppo mais valiosa dentro de um ecossistema maior.
Em 23 de outubro de 2024, o plano de diversificação da Oppo tinha três elementos principais:
A ideia central era simples: manter o smartphone como principal negócio em escala, mas transformá-lo em um ponto de controle para carros, serviços de IA e outras experiências conectadas.
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A iniciativa mais concreta da Oppo era a parceria com a BYD: a série Find X8 seria conectada ao sedã inteligente Denza Z9 GT por meio de uma atualização OTA, permitindo desbloquear e controlar funções do veículo.
A iniciativa mais concreta da Oppo era a parceria com a BYD: a série Find X8 seria conectada ao sedã inteligente Denza Z9 GT por meio de uma atualização OTA, permitindo desbloquear e controlar funções do veículo. A empresa também planejava levar recursos de IA generativa a 50 milhões de usuários até o fim de 2024 e estaria em processo de aquisição da startup AIWaves.
A Oppo não estava abandonando os celulares: segundo a IDC, ela foi a quarta maior fabricante global no terceiro trimestre de 2024, com 28,8 milhões de aparelhos enviados e participação de 9,1%.