A partida, uma revanche da semifinal de 2018 vencida pela Croácia, terminou com a Inglaterra dominando seus antigos rivais no AT&T Stadium, em Arlington, Texas. Mas o caminho para a vitória foi tudo, menos tranquilo.
A figura central da partida foi o capitão Harry Kane. Sua atuação foi um resumo do jogo — dramática, tensa e, no fim, triunfante. Aos 12 minutos do primeiro tempo, Kane se preparou para cobrar um pênalti depois que Luka Modric fez falta em Noni Madueke . Sua primeira cobrança, relativamente fraca, foi defendida pelo goleiro croata Dominik Livakovic. No entanto, uma revisão do VAR determinou que Livakovic havia se adiantado e um jogador croata havia invadido a área, dando a Kane uma segunda chance de ouro .
Com uma pressão colossal sobre os ombros, Kane não desperdiçou. Na segunda tentativa, mandou a bola no mesmo canto, mas com muito mais convicção e força, abrindo o placar: 1 a 0 .
E sua noite estava apenas começando. Depois que um golaço de Martin Baturina empatou o jogo para a Croácia aos 36 minutos, Kane recolocou a Inglaterra na frente pouco antes do intervalo, com uma cabeçada fulminante e precisa após cobrança de escanteio de Declan Rice . Aquele foi o seu 10º gol em Copas do Mundo, igualando o recorde histórico de Gary Lineker pela seleção inglesa .
Para os torcedores neutros, a partida foi um prato cheio. Para os fãs de Inglaterra e Croácia, foi um verdadeiro teste para o coração. O jogo foi descrito como "caótico" e, em alguns momentos, lembrou uma "frenética partida da Copa da Inglaterra", com as duas defesas mostrando vulnerabilidade .
A Croácia, porém, não se entregou. Nos acréscimos do primeiro tempo, quando o cronômetro já se esgotava, Petar Musa penetrou a zaga inglesa e marcou um empate devastador, mandando as equipes para o vestiário com um placar de 2 a 2 .
Mas o caos continuou logo no recomeço da partida. Apenas dois minutos depois do apito inicial do segundo tempo, Jude Bellingham, que recebeu uma calorosa ovação de seu antigo companheiro de Real Madrid, Luka Modric, mostrou um lampejo de genialidade individual para fazer 3 a 2, um placar que a Inglaterra não deixaria escapar . A cereja do bolo veio com o substituto Marcus Rashford que, com assistência de Bukayo Saka, saiu do banco para liquidar o jogo com o quarto gol aos 40 minutos do segundo tempo, selando uma vitória emocionante e vital .
Para além do festival de gols, uma polêmica extracampo roubou a cena. A FIFA introduziu nesta Copa do Mundo paradas técnicas obrigatórias de três minutos para hidratação, uma em cada tempo, com o objetivo de ajudar os atletas a lidar com o intenso calor do verão norte-americano .
A novidade caiu como uma bomba em Dallas. Quando o juiz apitou para a primeira parada, um coro de vaias altas e sustentadas ecoou pelo estádio, partindo tanto de torcedores ingleses quanto croatas .
As críticas às interrupções foram imediatas e contundentes. Embora a justificativa oficial fosse o bem-estar dos jogadores, muitos torcedores e analistas enxergaram a motivação real como financeira — uma manobra cínica para dividir as partidas em quatro quartos e, assim, criar novas e lucrativas janelas de publicidade . Um veículo da imprensa britânica chegou a revelar o custo real desses espaços publicitários durante a paralisação, jogando ainda mais lenha na fogueira da indignação . Curiosamente, na segunda parada para hidratação, com a Inglaterra em uma vantagem mais confortável no placar, as vaias diminuíram consideravelmente, já que o ritmo frenético do jogo havia exaurido até os torcedores mais enérgicos no estádio .
Com três pontos garantidos e uma vitória de afirmação, a Inglaterra assume a liderança do Grupo L. As atenções agora se voltam para o próximo compromisso.
Inglaterra vs. Gana
A Inglaterra encerrará sua campanha na fase de grupos contra o Panamá, no sábado, 27 de junho, no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey .
A partida, uma revanche da semifinal de 2018 vencida pela Croácia, terminou com a Inglaterra dominando seus antigos rivais no AT&T Stadium, em Arlington, Texas. Mas o caminho para a vitória foi tudo, menos tranquilo.
A figura central da partida foi o capitão Harry Kane. Sua atuação foi um resumo do jogo — dramática, tensa e, no fim, triunfante. Aos 12 minutos do primeiro tempo, Kane se preparou para cobrar um pênalti depois que Luka Modric fez falta em Noni Madueke . Sua primeira cobrança, relativamente fraca, foi defendida pelo goleiro croata Dominik Livakovic. No entanto, uma revisão do VAR determinou que Livakovic havia se adiantado e um jogador croata havia invadido a área, dando a Kane uma segunda chance de ouro .
Com uma pressão colossal sobre os ombros, Kane não desperdiçou. Na segunda tentativa, mandou a bola no mesmo canto, mas com muito mais convicção e força, abrindo o placar: 1 a 0 .
E sua noite estava apenas começando. Depois que um golaço de Martin Baturina empatou o jogo para a Croácia aos 36 minutos, Kane recolocou a Inglaterra na frente pouco antes do intervalo, com uma cabeçada fulminante e precisa após cobrança de escanteio de Declan Rice . Aquele foi o seu 10º gol em Copas do Mundo, igualando o recorde histórico de Gary Lineker pela seleção inglesa .
Para os torcedores neutros, a partida foi um prato cheio. Para os fãs de Inglaterra e Croácia, foi um verdadeiro teste para o coração. O jogo foi descrito como "caótico" e, em alguns momentos, lembrou uma "frenética partida da Copa da Inglaterra", com as duas defesas mostrando vulnerabilidade .
A Croácia, porém, não se entregou. Nos acréscimos do primeiro tempo, quando o cronômetro já se esgotava, Petar Musa penetrou a zaga inglesa e marcou um empate devastador, mandando as equipes para o vestiário com um placar de 2 a 2 .
Mas o caos continuou logo no recomeço da partida. Apenas dois minutos depois do apito inicial do segundo tempo, Jude Bellingham, que recebeu uma calorosa ovação de seu antigo companheiro de Real Madrid, Luka Modric, mostrou um lampejo de genialidade individual para fazer 3 a 2, um placar que a Inglaterra não deixaria escapar . A cereja do bolo veio com o substituto Marcus Rashford que, com assistência de Bukayo Saka, saiu do banco para liquidar o jogo com o quarto gol aos 40 minutos do segundo tempo, selando uma vitória emocionante e vital .
Para além do festival de gols, uma polêmica extracampo roubou a cena. A FIFA introduziu nesta Copa do Mundo paradas técnicas obrigatórias de três minutos para hidratação, uma em cada tempo, com o objetivo de ajudar os atletas a lidar com o intenso calor do verão norte-americano .
A novidade caiu como uma bomba em Dallas. Quando o juiz apitou para a primeira parada, um coro de vaias altas e sustentadas ecoou pelo estádio, partindo tanto de torcedores ingleses quanto croatas .
As críticas às interrupções foram imediatas e contundentes. Embora a justificativa oficial fosse o bem-estar dos jogadores, muitos torcedores e analistas enxergaram a motivação real como financeira — uma manobra cínica para dividir as partidas em quatro quartos e, assim, criar novas e lucrativas janelas de publicidade . Um veículo da imprensa britânica chegou a revelar o custo real desses espaços publicitários durante a paralisação, jogando ainda mais lenha na fogueira da indignação . Curiosamente, na segunda parada para hidratação, com a Inglaterra em uma vantagem mais confortável no placar, as vaias diminuíram consideravelmente, já que o ritmo frenético do jogo havia exaurido até os torcedores mais enérgicos no estádio .
Com três pontos garantidos e uma vitória de afirmação, a Inglaterra assume a liderança do Grupo L. As atenções agora se voltam para o próximo compromisso.
Inglaterra vs. Gana
A Inglaterra encerrará sua campanha na fase de grupos contra o Panamá, no sábado, 27 de junho, no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey .