A rodada, anunciada em 3 de junho de 2026, foi coliderada por três fundos de capital de risco: Concentric, Passion Capital e Araya Ventures . A participação deles sinaliza uma forte confiança institucional na visão da Paypercut de se tornar a camada de pagamentos definitiva para o e-commerce da CEE.
Além dos colíderes, a rodada atraiu um grupo geograficamente diverso de apoiadores. Entre eles estão pesos pesados regionais como BrightCap Ventures e MFG Invest (Bulgária), SMOK Ventures (Polônia) e a britânica Portfolio Ventures, ao lado de BlackWood, SABAH.fund, Main Set e o empreendedor de pagamentos Matt Doka .
Esta injeção de €5 milhões se soma a uma rodada pré-seed de €2 milhões captada em julho de 2025, que já havia sido uma das maiores para uma empresa de pagamentos na região da CEE na época .
A evolução do produto no último ano é uma parte central desta história de financiamento. No estágio pré-seed, a Paypercut era principalmente um agregador de múltiplos provedores de 'Compre Agora, Pague Depois' (BNPL, da sigla em inglês), projetado para simplificar a integração de várias opções de parcelamento para pequenas empresas da região .
De lá para cá, a empresa se transformou em uma plataforma de pagamentos completa . Hoje, os lojistas têm acesso, por meio de uma única integração, a um arsenal que inclui aceitação de cartões, uma ampla gama de métodos de pagamento locais (equivalentes ao nosso Pix, boleto ou carteiras digitais, mas adaptados a cada país do leste europeu) e múltiplos provedores de BNPL no checkout. A plataforma também oferece ferramentas flexíveis, como links de pagamento e QR Codes para negócios que operam sem um site completo, além de um painel único para gerenciar cobranças, repasses em várias moedas e liquidações em diferentes mercados .
A Paypercut agora atende mais de 200 lojistas e opera em oito mercados da Europa Central e Oriental . Embora a empresa não tenha divulgado a lista completa, seu roteiro de lançamento de 2025 incluía a própria Bulgária, Romênia, Grécia, República Tcheca, Polônia e Turquia .
Neste trimestre, a empresa está lançando seu próximo grande produto: o Checkout Expresso. Essa funcionalidade leva o momento do pagamento diretamente para a página do produto, antes mesmo de o cliente chegar ao carrinho de compras. Com isso, ela permite pagamentos com um toque via Apple Pay e Google Pay, recorrendo à autenticação biométrica para eliminar o atrito da digitação manual dos dados do cartão no celular. O objetivo não é apenas uma experiência de checkout mais rápida, mas também uma redução significativa nas taxas de chargeback (contestação de compras), um ponto problemático persistente no comércio mobile .
O novo capital está destinado a três pilares estratégicos. Primeiro, ele vai impulsionar a expansão geográfica da Paypercut pela CEE e permitir que aprofunde sua presença nos mercados onde já atua . Segundo, a empresa investirá na próxima fase de desenvolvimento de produtos e infraestrutura .
Crucialmente, uma parcela significativa do financiamento atenderá aos requisitos de capital necessários para solicitar uma licença de Instituição de Moeda Eletrônica (EMI) junto ao Banco Central da Irlanda . Obter uma licença EMI seria um passo transformador para a Paypercut, permitindo que ela emita moeda eletrônica e ofereça diretamente uma gama mais ampla de serviços financeiros regulamentados, em vez de depender de infraestrutura de terceiros. A empresa espera que a autorização seja concedida no quarto trimestre de 2026 .
Com um produto robustecido, uma base crescente de lojistas e um caminho regulatório claro, a Paypercut se posiciona como uma peça-chave da infraestrutura financeira que está viabilizando o comércio online em uma das economias digitais de crescimento mais rápido na Europa.
A rodada, anunciada em 3 de junho de 2026, foi coliderada por três fundos de capital de risco: Concentric, Passion Capital e Araya Ventures . A participação deles sinaliza uma forte confiança institucional na visão da Paypercut de se tornar a camada de pagamentos definitiva para o e-commerce da CEE.
Além dos colíderes, a rodada atraiu um grupo geograficamente diverso de apoiadores. Entre eles estão pesos pesados regionais como BrightCap Ventures e MFG Invest (Bulgária), SMOK Ventures (Polônia) e a britânica Portfolio Ventures, ao lado de BlackWood, SABAH.fund, Main Set e o empreendedor de pagamentos Matt Doka .
Esta injeção de €5 milhões se soma a uma rodada pré-seed de €2 milhões captada em julho de 2025, que já havia sido uma das maiores para uma empresa de pagamentos na região da CEE na época .
A evolução do produto no último ano é uma parte central desta história de financiamento. No estágio pré-seed, a Paypercut era principalmente um agregador de múltiplos provedores de 'Compre Agora, Pague Depois' (BNPL, da sigla em inglês), projetado para simplificar a integração de várias opções de parcelamento para pequenas empresas da região .
De lá para cá, a empresa se transformou em uma plataforma de pagamentos completa . Hoje, os lojistas têm acesso, por meio de uma única integração, a um arsenal que inclui aceitação de cartões, uma ampla gama de métodos de pagamento locais (equivalentes ao nosso Pix, boleto ou carteiras digitais, mas adaptados a cada país do leste europeu) e múltiplos provedores de BNPL no checkout. A plataforma também oferece ferramentas flexíveis, como links de pagamento e QR Codes para negócios que operam sem um site completo, além de um painel único para gerenciar cobranças, repasses em várias moedas e liquidações em diferentes mercados .
A Paypercut agora atende mais de 200 lojistas e opera em oito mercados da Europa Central e Oriental . Embora a empresa não tenha divulgado a lista completa, seu roteiro de lançamento de 2025 incluía a própria Bulgária, Romênia, Grécia, República Tcheca, Polônia e Turquia .
Neste trimestre, a empresa está lançando seu próximo grande produto: o Checkout Expresso. Essa funcionalidade leva o momento do pagamento diretamente para a página do produto, antes mesmo de o cliente chegar ao carrinho de compras. Com isso, ela permite pagamentos com um toque via Apple Pay e Google Pay, recorrendo à autenticação biométrica para eliminar o atrito da digitação manual dos dados do cartão no celular. O objetivo não é apenas uma experiência de checkout mais rápida, mas também uma redução significativa nas taxas de chargeback (contestação de compras), um ponto problemático persistente no comércio mobile .
O novo capital está destinado a três pilares estratégicos. Primeiro, ele vai impulsionar a expansão geográfica da Paypercut pela CEE e permitir que aprofunde sua presença nos mercados onde já atua . Segundo, a empresa investirá na próxima fase de desenvolvimento de produtos e infraestrutura .
Crucialmente, uma parcela significativa do financiamento atenderá aos requisitos de capital necessários para solicitar uma licença de Instituição de Moeda Eletrônica (EMI) junto ao Banco Central da Irlanda . Obter uma licença EMI seria um passo transformador para a Paypercut, permitindo que ela emita moeda eletrônica e ofereça diretamente uma gama mais ampla de serviços financeiros regulamentados, em vez de depender de infraestrutura de terceiros. A empresa espera que a autorização seja concedida no quarto trimestre de 2026 .
Com um produto robustecido, uma base crescente de lojistas e um caminho regulatório claro, a Paypercut se posiciona como uma peça-chave da infraestrutura financeira que está viabilizando o comércio online em uma das economias digitais de crescimento mais rápido na Europa.