A proibição cobre Moscou e a maior parte do Oblast de Moscou, além de partes das regiões de Ryazan, Tula, Kaluga, Tver, Yaroslavl, Smolensk e Vladimir . A zona inclui a Região de Informação de Voo de Moscou (FIR Moscow), que se estende a oeste até a fronteira com a Bielorrússia e a leste até a área de Ecaterimburgo, embora as restrições específicas de 20 de junho estejam focadas na Rússia Central, ao redor da capital
.
As autoridades russas justificaram a medida explicitamente como resposta a um aumento drástico de ataques ucranianos com drones de longo alcance contra infraestrutura e instalações militares em território russo, incluindo áreas próximas a Moscou . Relatos de vários veículos de imprensa descrevem a ação como um esforço para endurecer o controle do espaço aéreo em baixa altitude diante da crescente ameaça de drones
.
O grupo de aviação AOPA Rússia e a imprensa estatal confirmaram que as restrições foram introduzidas "a pedido do Ministério da Defesa russo", citando a segurança de voo .
Esta proibição é a mais recente e restritiva etapa de uma escalada contínua no controle do espaço aéreo russo sobre Moscou e a Rússia Central :
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