Na prática, a régua fica assim: US$ 92 é o primeiro sinal de força; US$ 95 é a confirmação mais limpa .
O ponto central não é apenas ver o preço encostar nos US$ 95. O que os analistas procuram é um rompimento com sustentação — ou seja, o SOL precisa passar pela região e conseguir se manter acima dela .
A Crypto.news tratou US$ 95 como uma resistência crítica de Fibonacci. Na análise, se o preço avançar acima desse nível e se mantiver por lá, a próxima zona de alta ficaria em torno de US$ 105 a US$ 110; se houver rejeição, o risco seria uma volta para perto de US$ 85 .
Outras leituras técnicas também apontam para a mesma vizinhança. Em março, Blockchain.News e MEXC citaram níveis de rompimento altistas em torno de US$ 94,36 e US$ 94, associados a projeções para a faixa de US$ 100 a US$ 110 .
Mesmo um rompimento acima de US$ 95 não elimina todos os obstáculos. Outra análise indicou a faixa de US$ 98 a US$ 100 como uma barreira mais forte, onde resistências dinâmicas se alinham a médias móveis relevantes .
Isso significa que o preço pode encontrar pressão vendedora justamente perto do número redondo de US$ 100, que costuma funcionar como referência psicológica para traders . Em outras palavras: passar dos US$ 95 melhora o cenário, mas não transforma os US$ 100 em destino garantido.
Se o SOL não conseguir superar e sustentar a região dos US$ 95, essa área pode continuar funcionando como teto. A Crypto.news descreveu esse ponto como uma zona de rompimento ou rejeição: acima de US$ 95, o alvo técnico ficaria em US$ 105–US$ 110; em caso de rejeição, a queda poderia mirar novamente a área de US$ 85 .
Outra leitura técnica citou suporte imediato em torno de US$ 80 a US$ 78 caso o mercado perca força para baixo .
Para que analistas passem a considerar com mais força uma ida da Solana a US$ 100 ou acima, a faixa-chave segue sendo US$ 92 a US$ 95. Um rompimento confirmado acima de US$ 92 é o primeiro gatilho positivo em uma das análises, mas a superação sustentada de US$ 95 é o sinal mais consistente porque várias leituras apontam a região dos meados de US$ 90 como resistência decisiva .