Isso eleva o capital total captado pela Neuraspace para aproximadamente €29 milhões desde sua fundação .
Um detalhe fiscal relevante: O registro público de financiamento de Portugal mostrou que €14,39 milhões em fundos do PRR previamente designados ainda não haviam sido desembolsados para a Neuraspace até 24 de julho de 2026 — o que significa que a empresa só havia recebido 30,4% dos compromissos de subvenção pública anteriores . Essa diferença entre o valor comprometido e o recebido equivale a cerca de 92% do novo montante de €15,6 milhões
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A Neuraspace foi fundada em 2020 em Coimbra, Portugal, e incubada no Instituto Pedro Nunes . A ideia surgiu com Nuno Sebastião, que trabalhou no Centro de Operações da Agência Espacial Europeia (ESA) e depois cofundou a Feedzai, uma empresa avaliada em mais de US$ 1 bilhão que usa IA para detectar crimes financeiros
. Sebastião percebeu que os crescentes desafios de congestionamento e segurança no espaço espelhavam os problemas de detecção de fraudes que a Feedzai resolvia no setor financeiro
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A empresa é liderada pela CEO Chiara Manfletti, ex-presidente da Agência Espacial Portuguesa e ex-conselheira sênior do diretor-geral da ESA .
A plataforma da Neuraspace oferece Vigilância Espacial e Gerenciamento de Tráfego Espacial baseados em IA para operadores dos setores comercial, institucional e de defesa . Suas principais funções incluem
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Além de detritos e riscos de colisão, o monitoramento da Neuraspace aborda um amplo espectro de ameaças orbitais :
O NeuraspaceDEF foi lançado em outubro de 2025 e foi projetado para ir além do monitoramento passivo em direção ao controle ativo e autônomo, fornecendo respostas rápidas a ameaças como aproximações físicas por naves de adversários . A empresa também venceu o NATO DIANA Challenge no início de 2026 por suas capacidades de SDA de nível de defesa
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A rodada de financiamento da Neuraspace ocorreu no mesmo dia em que outros dois anúncios europeus de inteligência espacial foram feitos, sinalizando uma consolidação mais ampla no mercado . A aposta da empresa é de que a Europa precisa de Vigilância Espacial soberana, independente de fornecedores dos EUA — uma necessidade tornada mais urgente pelo aumento do tráfego de satélites, pela proliferação de detritos e pela militarização do espaço
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