A distribuição em fases permite limitar o grupo inicial de testadores e corrigir problemas antes de ampliar o programa.
A primeira leva é formada principalmente por celulares topo de linha mais recentes e tablets:
As primeiras versões de teste começaram a chegar a aparelhos selecionados na China em 14 de agosto.
A segunda fase amplia a cobertura para modelos mais novos da Xiaomi, a família Xiaomi 15 e alguns aparelhos Redmi:
As listas divulgadas para essa etapa colocam de forma consistente a linha Xiaomi 15 e o Redmi K Pad 2 no grupo de 27 de agosto, embora a nomenclatura de alguns modelos varie entre os diferentes relatos regionais.
A última leva anunciada inclui mais modelos Redmi, um celular dobrável e dois tablets:
Essa é a última data do calendário de três etapas publicado para o beta na China. Ela não representa a data de lançamento da versão estável.
A mudança mais evidente é a nova linguagem visual chamada “Soft Light Glass”. O design combina camadas translúcidas, efeitos de iluminação e movimentos mais fluidos para criar uma interface com aparência mais suave e tridimensional.
O estilo aparece em várias partes do sistema, incluindo:
Portanto, não se trata apenas de um efeito aplicado à tela de bloqueio. A proposta é levar o visual a todo o sistema, embora a aparência exata e a disponibilidade de determinados efeitos possam variar conforme o aparelho e a versão do software.
O HyperOS 4 também traz uma área interativa de status e notificações inspirada no conceito de Dynamic Island. O recurso foi projetado para exibir determinadas informações em tempo real e eventos do sistema de maneira mais interativa, em vez de deixá-los somente na central de notificações.
Há ainda relatos sobre melhorias de desempenho e novos recursos de inteligência artificial. Por enquanto, porém, o calendário do beta e o redesenho visual são os detalhes mais bem estabelecidos pelas informações disponíveis.
Ainda não, de acordo com as informações publicadas. O beta anunciado é um programa restrito à China continental e, neste primeiro momento, está voltado para celulares e tablets recentes da Xiaomi e da Redmi. A empresa não publicou um calendário global para o beta, uma data para a versão estável ou uma lista internacional definitiva de aparelhos compatíveis.
Alguns relatos estimam que o firmware internacional possa ser liberado nos meses seguintes. Uma previsão aponta para setembro de 2026 com base no histórico de lançamentos anteriores, mas isso continua sendo uma expectativa — e não um compromisso oficial da Xiaomi.
Na prática, usuários de aparelhos compatíveis fora da China não devem tratar as datas chinesas como o próprio calendário de atualização. Um modelo que aparece na lista chinesa também não tem, automaticamente, a elegibilidade confirmada para uma versão global do firmware.
O início do beta também chamou a atenção da comunidade de desenvolvedores independentes. Segundo os relatos, eles conseguiram inicializar uma versão experimental do HyperOS 4 no Xiaomi Mi 6, antigo celular topo de linha lançado originalmente em 2017. O port demonstrou recursos como o Soft Light Glass e a interface no estilo Dynamic Island.
O feito é tecnicamente curioso, mas não altera a posição oficial da Xiaomi. O Mi 6 não está na lista anunciada de aparelhos compatíveis e esse port não é um software apoiado pela fabricante. Por isso, deve ser encarado como uma demonstração da comunidade, e não como uma atualização estável indicada para uso diário.
O próximo anúncio realmente importante será a definição do calendário internacional pela Xiaomi. Até lá, o cenário confirmado se limita ao beta chinês: três datas de distribuição, 29 aparelhos listados, uma reformulação visual ampla e novos recursos interativos.
O port para o Mi 6 mostra o que desenvolvedores independentes conseguem fazer com versões de teste, mas não serve como prova de que o aparelho — ou outros modelos antigos — receberá suporte oficial.
A distribuição em fases permite limitar o grupo inicial de testadores e corrigir problemas antes de ampliar o programa.
A primeira leva é formada principalmente por celulares topo de linha mais recentes e tablets:
As primeiras versões de teste começaram a chegar a aparelhos selecionados na China em 14 de agosto.
A segunda fase amplia a cobertura para modelos mais novos da Xiaomi, a família Xiaomi 15 e alguns aparelhos Redmi:
As listas divulgadas para essa etapa colocam de forma consistente a linha Xiaomi 15 e o Redmi K Pad 2 no grupo de 27 de agosto, embora a nomenclatura de alguns modelos varie entre os diferentes relatos regionais.
A última leva anunciada inclui mais modelos Redmi, um celular dobrável e dois tablets:
Essa é a última data do calendário de três etapas publicado para o beta na China. Ela não representa a data de lançamento da versão estável.
A mudança mais evidente é a nova linguagem visual chamada “Soft Light Glass”. O design combina camadas translúcidas, efeitos de iluminação e movimentos mais fluidos para criar uma interface com aparência mais suave e tridimensional.
O estilo aparece em várias partes do sistema, incluindo:
Portanto, não se trata apenas de um efeito aplicado à tela de bloqueio. A proposta é levar o visual a todo o sistema, embora a aparência exata e a disponibilidade de determinados efeitos possam variar conforme o aparelho e a versão do software.
O HyperOS 4 também traz uma área interativa de status e notificações inspirada no conceito de Dynamic Island. O recurso foi projetado para exibir determinadas informações em tempo real e eventos do sistema de maneira mais interativa, em vez de deixá-los somente na central de notificações.
Há ainda relatos sobre melhorias de desempenho e novos recursos de inteligência artificial. Por enquanto, porém, o calendário do beta e o redesenho visual são os detalhes mais bem estabelecidos pelas informações disponíveis.
Ainda não, de acordo com as informações publicadas. O beta anunciado é um programa restrito à China continental e, neste primeiro momento, está voltado para celulares e tablets recentes da Xiaomi e da Redmi. A empresa não publicou um calendário global para o beta, uma data para a versão estável ou uma lista internacional definitiva de aparelhos compatíveis.
Alguns relatos estimam que o firmware internacional possa ser liberado nos meses seguintes. Uma previsão aponta para setembro de 2026 com base no histórico de lançamentos anteriores, mas isso continua sendo uma expectativa — e não um compromisso oficial da Xiaomi.
Na prática, usuários de aparelhos compatíveis fora da China não devem tratar as datas chinesas como o próprio calendário de atualização. Um modelo que aparece na lista chinesa também não tem, automaticamente, a elegibilidade confirmada para uma versão global do firmware.
O início do beta também chamou a atenção da comunidade de desenvolvedores independentes. Segundo os relatos, eles conseguiram inicializar uma versão experimental do HyperOS 4 no Xiaomi Mi 6, antigo celular topo de linha lançado originalmente em 2017. O port demonstrou recursos como o Soft Light Glass e a interface no estilo Dynamic Island.
O feito é tecnicamente curioso, mas não altera a posição oficial da Xiaomi. O Mi 6 não está na lista anunciada de aparelhos compatíveis e esse port não é um software apoiado pela fabricante. Por isso, deve ser encarado como uma demonstração da comunidade, e não como uma atualização estável indicada para uso diário.
O próximo anúncio realmente importante será a definição do calendário internacional pela Xiaomi. Até lá, o cenário confirmado se limita ao beta chinês: três datas de distribuição, 29 aparelhos listados, uma reformulação visual ampla e novos recursos interativos.
O port para o Mi 6 mostra o que desenvolvedores independentes conseguem fazer com versões de teste, mas não serve como prova de que o aparelho — ou outros modelos antigos — receberá suporte oficial.