Confira tudo o que você precisa saber sobre a rodada, os investidores e o modelo de negócios da Hadrian.
A Série D da Hadrian atraiu um grupo variado de investidores, incluindo fundos tradicionais de growth equity, fundos crossover, gestores de ações de longo prazo e parceiros bancários estratégicos.
Ancoragem: O JPMorgan Chase Strategic Investment Group ancorou a rodada por meio da Iniciativa de Segurança e Resiliência (Security and Resiliency Initiative) de US$ 1,5 trilhão e 10 anos do banco .
Co-líderes: WCM Investment Management, Washington Harbour Partners, Valor Equity Partners, 137 Ventures e Baillie Gifford .
Demais participantes: Andreessen Horowitz (a16z), Founders Fund, Lux Capital, Altimeter Capital Management, 1789 Capital (onde Donald Trump Jr. é sócio), Morgan Stanley Wealth Management, fundos administrados por Apollo e T. Rowe Price, e CapitalG .
A Hadrian já levantou aproximadamente US$ 1,7 bilhão em captações de equity ao longo de todas as rodadas, incluindo a Série C de US$ 260 milhões em julho de 2025 (liderada por Founders Fund e Lux Capital), a Série B de US$ 117 milhões em dezembro de 2023 (valuation de cerca de US$ 500 milhões) e a Série A de US$ 90 milhões em março de 2022 . Algumas fontes estimam que o total ultrapasse US$ 1,9 bilhão ao incluir extensões e instrumentos semelhantes a dívida .
A Hadrian não está tentando construir novas armas, drones ou sistemas pilotados por IA. Em vez disso, a empresa constrói instalações fabris altamente automatizadas e com capacidade de IA para produzir em massa peças de precisão para os veículos militares que o Pentágono já opera .
Sua proposta central é que a manufatura é um problema de software. A Hadrian opera sob um modelo de "fábricas como serviço" (factories-as-a-service): as grandes contratadas de defesa — como Lockheed Martin, RTX e Anduril — e o próprio Pentágono podem comprar capacidade de produção sem precisar construir suas próprias fábricas .
A plataforma de software proprietária da empresa, chamada Opus, cuida do agendamento, do roteamento de ferramentas, da orquestração de robôs e do controle de qualidade automatizado em todas as fábricas. A Hadrian afirma que o sistema consegue reduzir prazos de entrega de meses para dias .
O CEO Chris Power disse a jornalistas que a empresa planeja expandir seu quadro de funcionários de 700 para mais de 2.000 nos próximos 12 meses . A Hadrian afirma que consegue treinar trabalhadores sem qualquer experiência em manufatura para atingir níveis de produtividade dez vezes maiores que os de operários tradicionais em apenas 30 dias . Atualmente, a empresa opera quase 278 mil metros quadrados (3 milhões de pés quadrados) em quatro unidades fabris .
Os clientes da Hadrian incluem o Pentágono, Lockheed Martin, RTX e Anduril . A Marinha dos EUA contratou diretamente a Hadrian para produzir em massa peças de submarinos sob um contrato de US$ 900 milhões bancado pelo projeto de lei de reconciliação orçamentária (reconciliation bill) .
A captação bilionária da Hadrian sinaliza uma mudança importante no capital de risco: o foco está se voltando para a modernização da base industrial de defesa física, e não apenas para o financiamento de startups de software ou drones. Ao aplicar IA, robótica e orquestração por software ao trabalho nada glamouroso, porém essencial, de usinar peças de precisão, a Hadrian aposta que o gargalo da produção de defesa dos EUA não é a falta de ideias — é a falta de capacidade fabril.
Confira tudo o que você precisa saber sobre a rodada, os investidores e o modelo de negócios da Hadrian.
A Série D da Hadrian atraiu um grupo variado de investidores, incluindo fundos tradicionais de growth equity, fundos crossover, gestores de ações de longo prazo e parceiros bancários estratégicos.
Ancoragem: O JPMorgan Chase Strategic Investment Group ancorou a rodada por meio da Iniciativa de Segurança e Resiliência (Security and Resiliency Initiative) de US$ 1,5 trilhão e 10 anos do banco .
Co-líderes: WCM Investment Management, Washington Harbour Partners, Valor Equity Partners, 137 Ventures e Baillie Gifford .
Demais participantes: Andreessen Horowitz (a16z), Founders Fund, Lux Capital, Altimeter Capital Management, 1789 Capital (onde Donald Trump Jr. é sócio), Morgan Stanley Wealth Management, fundos administrados por Apollo e T. Rowe Price, e CapitalG .
A Hadrian já levantou aproximadamente US$ 1,7 bilhão em captações de equity ao longo de todas as rodadas, incluindo a Série C de US$ 260 milhões em julho de 2025 (liderada por Founders Fund e Lux Capital), a Série B de US$ 117 milhões em dezembro de 2023 (valuation de cerca de US$ 500 milhões) e a Série A de US$ 90 milhões em março de 2022 . Algumas fontes estimam que o total ultrapasse US$ 1,9 bilhão ao incluir extensões e instrumentos semelhantes a dívida .
A Hadrian não está tentando construir novas armas, drones ou sistemas pilotados por IA. Em vez disso, a empresa constrói instalações fabris altamente automatizadas e com capacidade de IA para produzir em massa peças de precisão para os veículos militares que o Pentágono já opera .
Sua proposta central é que a manufatura é um problema de software. A Hadrian opera sob um modelo de "fábricas como serviço" (factories-as-a-service): as grandes contratadas de defesa — como Lockheed Martin, RTX e Anduril — e o próprio Pentágono podem comprar capacidade de produção sem precisar construir suas próprias fábricas .
A plataforma de software proprietária da empresa, chamada Opus, cuida do agendamento, do roteamento de ferramentas, da orquestração de robôs e do controle de qualidade automatizado em todas as fábricas. A Hadrian afirma que o sistema consegue reduzir prazos de entrega de meses para dias .
O CEO Chris Power disse a jornalistas que a empresa planeja expandir seu quadro de funcionários de 700 para mais de 2.000 nos próximos 12 meses . A Hadrian afirma que consegue treinar trabalhadores sem qualquer experiência em manufatura para atingir níveis de produtividade dez vezes maiores que os de operários tradicionais em apenas 30 dias . Atualmente, a empresa opera quase 278 mil metros quadrados (3 milhões de pés quadrados) em quatro unidades fabris .
Os clientes da Hadrian incluem o Pentágono, Lockheed Martin, RTX e Anduril . A Marinha dos EUA contratou diretamente a Hadrian para produzir em massa peças de submarinos sob um contrato de US$ 900 milhões bancado pelo projeto de lei de reconciliação orçamentária (reconciliation bill) .
A captação bilionária da Hadrian sinaliza uma mudança importante no capital de risco: o foco está se voltando para a modernização da base industrial de defesa física, e não apenas para o financiamento de startups de software ou drones. Ao aplicar IA, robótica e orquestração por software ao trabalho nada glamouroso, porém essencial, de usinar peças de precisão, a Hadrian aposta que o gargalo da produção de defesa dos EUA não é a falta de ideias — é a falta de capacidade fabril.