O custo humano dessas sucessivas ondas de calor é estarrecedor. Dados oficiais do EuroMOMO registraram mais de 10.000 mortes em excesso durante a onda de calor do final de junho, com mais de 9.000 entre pessoas com 65 anos ou mais . Estimativas mais amplas são muito maiores:
A ciência de atribuição colocou a culpa diretamente nas mudanças climáticas. O consórcio World Weather Attribution descobriu que o aquecimento global tornou o clima quente, seco e ventoso dos incêndios pelo menos 20 vezes mais provável na Espanha e duas vezes mais provável na França .
O impacto financeiro está passando de um problema sazonal para um risco macroeconômico sistêmico . Uma série de estudos e alertas de bancos detalham os danos de vários bilhões de dólares:
Perdas Estimadas no PIB:
Custos Cumulativos de Longo Prazo:
Em um cenário de estresse onde os anos mais quentes se repetem, a Allianz projeta perdas cumulativas de PIB de 5% a 7% para as maiores economias da Europa até 2030. Isso se traduz em:
O calor extremo levou a infraestrutura energética da Europa ao ponto de ruptura:
As autoridades descreveram este verão como a temporada de incêndios mais catastrófica da história moderna . Bombeiros em toda a Europa combatem enormes incêndios:
O calor implacável e a falta de chuva transformaram vastas regiões em verdadeiros paióis. A previsão para a última onda de calor mantém riscos de incêndio "extremamente graves" pelo menos até 12 de agosto, com pouca trégua à vista .