A morte da menina nunca foi reportada publicamente. A equipe de pesquisa publicou um artigo na revista Nature em fevereiro de 2025 alegando sucesso na edição genética em um ensaio clínico, sem divulgar o óbito da paciente . O artigo descrevia o trabalho pré-clínico para um tratamento de edição genética para a síndrome de Snijders-Blok-Campeau, mas omitia qualquer menção ao desfecho fatal
. A Nature desde então adicionou uma nota editorial ao artigo e iniciou sua própria investigação, embora a nota explicitamente não seja uma retratação
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Os pais da menina arrecadaram aproximadamente US$ 860 mil para financiar o tratamento . De acordo com a investigação, a família pagou pelo desenvolvimento e pela administração clínica da terapia e, segundo relatos, não foi totalmente informada sobre os riscos envolvidos
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Até os relatos mais recentes, todas as três investigações estão abertas e sem resolução. Nenhuma conclusão formal sobre má conduta foi anunciada .
O caso gerou comparações imediatas com o escândalo dos bebês editados geneticamente por He Jiankui em 2018 e levantou sérias questões sobre a supervisão regulatória, o consentimento informado e a responsabilidade ética no setor de pesquisa biomédica da China . A investigação também destacou a intensa corrida global para transformar os "base editors" — uma forma mais precisa da ferramenta de edição genética CRISPR — em terapias clínicas para doenças raras, e os riscos que podem surgir quando a ambição científica ultrapassa as salvaguardas éticas
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