As filmagens em primeira pessoa coletadas pelos trabalhadores de plataforma são usadas para treinar robôs humanoides da Tesla (Optimus), Figure AI e Agility Robotics, entre outros . A Figure AI, em particular, aumentou a produção dramaticamente, com o CEO Brett Adcock compartilhando que a empresa fabricou aproximadamente 150 unidades em abril de 2026 — um salto possibilitado por dados de demonstração humana do mundo real
.
A escala do pipeline de dados é enorme e está crescendo:
Existe uma disparidade salarial gritante dentro desta força de trabalho global:
O rápido crescimento desta indústria levantou sérias questões éticas:
A demanda por dados de IA incorporada ("embodied AI") não se limita a empresas privadas. A China fez disso uma prioridade nacional, construindo infraestrutura estatal em grande escala:
A prática de usar trabalhadores de plataforma globais de baixo custo como "sensores humanos" tornou-se a espinha dorsal do treinamento de robôs humanoides em 2026. Embora gere conjuntos de dados enormes a uma fração do custo da teleoperação tradicional, levanta questões desconfortáveis sobre exploração laboral, consentimento informado e privacidade — particularmente porque trabalhadores na Índia ganham uma fração do que seus colegas em outros países recebem pelo trabalho idêntico, muitas vezes sem saber quem assistirá às suas gravações.