Impacto na queima: As queimas diárias de SOL saltariam de 650 SOL ($47.000/dia) para entre 7.500 e 9.000 SOL (~$650.000/dia) — um aumento de 12 a 14 vezes .
Submetida pelo engenheiro da Helius lostintime101 em 2 de junho de 2026, esta proposta dobra a taxa de desinflação anual de 15% para 30%, deixando a taxa de inflação inicial de 8% e o piso de longo prazo de 1,5% inalterados . O resultado prático é atingir o piso de inflação terminal aproximadamente no primeiro semestre de 2029, em vez do primeiro semestre de 2032
.
Impacto na oferta: Elimina ~18,9 milhões de SOL em emissões futuras ao longo de seis anos (cerca de 2,6% a menos de oferta total em comparação com o cronograma atual) .
A proposta específica de "emitir SOL para adquirir empresas geradoras de receita" não é confirmada no registro de notícias disponível. O que está documentado é uma direção filosófica mais ampla de Yakovenko:
É possível que o conceito de emitir-para-adquirir tenha sido mencionado em um podcast, post de fórum ou thread de mídia social que não apareceu nas fontes de notícias disponíveis.
Se o plano fosse o que alguns observadores descrevem — emitir novos SOL para adquirir negócios geradores de receita do mundo real — a analogia com a emissão de ações corporativas seria:
Esta é uma analogia conceitual bem conhecida em cripto, mas, novamente, não é uma proposta formal.
Com base no debate de governança documentado em torno das propostas de desinflação e queima (e extrapolando para o conceito de aquisição), as seguintes preocupações estão ativas na comunidade de validadores do Solana:
SIMD-0550 (dobrar a desinflação para 30% ao ano) e SIMD-0553 (taxas baseadas em recursos queimando 12 a 14 vezes mais SOL por dia) são propostas de governança vivas e bem documentadas, próximas de uma votação até 18 de agosto de 2026 . Yakovenko apoia publicamente ambas e defendeu amplamente a desinflação e estruturas de receita on-chain, mas a proposta específica de "emitir SOL para comprar empresas" não é confirmada no registro de notícias disponível. Se tal plano existisse, ele espelharia a emissão de ações corporativas para M&A seguida de recompras, mas os críticos sinalizaram riscos severos de execução, centralização da governança e competência dos validadores.