A Apple reconheceu em 26 de outubro um problema na tela interna de um “pequeno número” de iPhone Duo, três dias após o início das vendas do dobrável, que custa US$ 1.999. A empresa orientou os clientes que notarem falhas no display a entrar em contato com o AppleCare para pedir uma substituição. Há relatos de rachaduras e linhas brilhantes perto da dobradiça, mas a Apple não informou quantos aparelhos foram afetados nem a causa do problema.
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O que os donos do aparelho relatam
Os primeiros relatos descrevem rachaduras na dobra central da tela interna e linhas brilhantes ou outras falhas de imagem perto da dobradiça. Alguns proprietários disseram que o problema surgiu após poucas horas ou dias de uso; outros afirmaram ter ouvido um estalo ou ruído de atrito ao abrir o aparelho.
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Um relato específico menciona uma rachadura depois de menos de 20 aberturas. É um caso individual — não uma indicação de que esse seja um limite típico nem de que todos os aparelhos apresentem a mesma falha.
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Os relatos mostram que as reclamações apareceram pouco depois do lançamento, mas não permitem medir a frequência do problema. “Pequeno número” é a descrição usada pela Apple; a empresa não divulgou uma taxa de falhas.
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O que a Apple recomendou — e o que não detalhou
A orientação pública da Apple é que quem notar um problema na tela interna entre em contato com o AppleCare, canal de suporte e assistência da empresa, para tratar de uma substituição.
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17 A declaração disponível não esclarece todos os critérios de elegibilidade nem informa se o prazo para receber outro aparelho pode variar. Por isso, os proprietários devem confirmar as condições diretamente com o AppleCare.
O custo de reparo também pode ser relevante para quem não tiver cobertura aplicável. A iFixit informa que o conserto de danos à tela interna fora da garantia custa US$ 999.
29 Esse valor não significa que todos os casos relatados resultarão nessa cobrança: as informações disponíveis não esclarecem como a Apple avaliará cada aparelho nem qual cobertura se aplica a cada cliente.
O que a investigação da iFixit sugere
A iFixit combinou imagens de desmontagem, patentes da Apple e tomografias computadorizadas para criar um modelo 3D da dobradiça. A análise situa os danos relatados perto da transição entre a abertura por onde passa o cabo da tela e o suporte central da dobradiça.
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O modelo aponta para possíveis causas mecânicas: a barra de suporte central talvez não recue o suficiente, ou os trilhos da dobradiça podem não se mover como deveriam. Outras hipóteses mencionadas nas análises incluem pressão, uma partícula presa no mecanismo, o movimento repetido de abrir e fechar, um defeito de fabricação ou um problema na fiação.
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São hipóteses baseadas na análise da estrutura do aparelho, não uma explicação confirmada para as falhas relatadas pelos clientes. A Apple não identificou publicamente a causa raiz.
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O que ainda não se sabe
O número de aparelhos afetados continua desconhecido, e reclamações nas redes sociais não permitem calcular a proporção de unidades com defeito. Também há relatos de que algumas imagens divulgadas na internet podem ter sido geradas por inteligência artificial, outro motivo para avaliar publicações individuais com cautela.
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Por enquanto, a distinção mais importante é entre o que foi confirmado e o que segue em aberto: a Apple reconheceu um problema na tela interna e orientou os clientes afetados a procurar o AppleCare. A dimensão da falha, sua causa exata e as condições de substituição para cada caso ainda não foram esclarecidas.
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