Em 28 de agosto, uma carteira identificada pela Arkham como ligada ao Lazarus Group movimentou 244,148 BTC, avaliados em cerca de US$ 19,42 milhões; aproximadamente 267,5 BTC teriam permanecido na carteira de origem. Somadas às transferências reportadas de 121,5 BTC em 30 de julho e 262,2 BTC em meados de agosto, as...
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Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What is known about North Korea’s Lazarus Group transferring 244.148 Bitcoin worth approximately $19.42 million on August 28—as reported by. Article summary: The August 28 transfer appears to be another large internal/on-chain movement from a wallet labeled by Arkham as Lazarus-related, not proof by itself of a cash-out, new theft, or a direct link to the Bybit proceeds. The . Topic tags: general, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fak
Uma carteira identificada pela Arkham Intelligence como ligada ao grupo norte-coreano Lazarus Group transferiu 244,148 BTC, avaliados em aproximadamente US$ 19,42 milhões, em 28 de agosto. A movimentação foi destacada pela Lookonchain e por outros veículos, mas o endereço de destino ainda não foi identificado publicamente. Depois da operação, cerca de 267,5 BTC teriam permanecido na carteira de origem. 8
10
A interpretação mais segura é que houve uma movimentação relevante registrada na blockchain — não uma prova confirmada de venda, saque, novo ataque ou operação de lavagem de dinheiro. A blockchain mostra para onde as moedas foram enviadas, mas não necessariamente quem controla o endereço de destino nem qual é a finalidade da transferência.
A operação partiu de um endereço que a Arkham identifica como “Lazarus Group: Hacker”. No momento da transferência, os 244,148 BTC valiam aproximadamente US$ 19,42 milhões. O endereço que recebeu os fundos não foi identificado publicamente nas informações disponíveis. 8
10
Essa distinção é importante. Uma transferência entre carteiras pode indicar consolidação de recursos, divisão de fundos, preparação para uma operação posterior ou movimentação em direção a uma corretora ou outro serviço. Sem um destinatário conhecido, um depósito identificado em uma plataforma ou evidências forenses adicionais, nenhuma dessas hipóteses pode ser tratada como fato estabelecido.
O saldo informado de aproximadamente 267,526 BTC também indica que a carteira de origem ainda mantinha uma posição expressiva em Bitcoin após a operação. 8
A movimentação de 28 de agosto veio depois de outras duas operações reportadas em carteiras ligadas ao Lazarus Group:
Somadas, as três transferências correspondem a 627,848 BTC e aproximadamente US$ 43,8 milhões, considerando os valores divulgados no momento de cada operação. O volume justifica o monitoramento contínuo, mas o total, por si só, não esclarece a finalidade dos fundos.
Analistas de blockchain podem considerar esse tipo de movimentação compatível com consolidação, divisão de recursos ou uma possível preparação para lavagem. Essas são interpretações investigativas, não conclusões comprovadas apenas pelas transferências. As principais dúvidas continuam sendo: quem controla cada carteira receptora, se os endereços pertencem ao mesmo grupo e se algum deles está ligado a uma corretora, mesa de negociação, mixer, ponte entre redes ou outro serviço identificável.
O momento chamou atenção porque a Bybit anunciou, em 7 de agosto, uma ação judicial nos Estados Unidos contra a Coreia do Norte, o Reconnaissance General Bureau — órgão de inteligência do país — e o Lazarus Group, buscando recuperar ativos relacionados ao roubo de aproximadamente US$ 1,5 bilhão ocorrido em fevereiro de 2025. O FBI atribuiu o ataque a atores norte-coreanos rastreados sob o nome TraderTraitor. 21
27
A ação da Bybit inclui esforços para rastrear e preservar os ativos. As informações sobre o processo mencionam uma liminar preliminar abrangendo determinados ativos identificados em posse de réus não identificados, além de medidas judiciais para obter dados que ajudem a identificar intermediários relevantes e reconstruir o histórico das transações. 21
24
Mas as evidências disponíveis não estabelecem uma ligação direta, no nível das transações, entre a transferência de Bitcoin de 28 de agosto e os recursos roubados da Bybit. O ataque à corretora foi reportado principalmente como um roubo de ativos em Ethereum, enquanto a movimentação de agosto envolveu BTC. Conversões de ativos e rastreamento entre diferentes blockchains podem criar conexões, mas elas precisam ser demonstradas por uma análise forense dos endereços. Até que os investigadores comprovem esse vínculo, chamar os 244,148 BTC de recursos roubados da Bybit seria ir além das evidências.
A operação é relevante porque mostra atividade contínua em carteiras atribuídas a um grupo associado a repetidos roubos de criptomoedas e a movimentações complexas de fundos. A Chainalysis estimou que hackers ligados à Coreia do Norte roubaram pelo menos US$ 2,02 bilhões em criptomoedas durante 2025, elevando para ao menos US$ 6,75 bilhões sua estimativa acumulada de roubos associados à Coreia do Norte. O ataque à Bybit, ocorrido em fevereiro de 2025, foi um dos principais responsáveis pelo total daquele ano. 45
Esse contexto ajuda a explicar por que uma grande movimentação originada em um endereço identificado como ligado ao Lazarus provoca atenção imediata. Corretoras, custodiantes, pontes entre blockchains e investigadores acompanham os próximos passos: depósitos em serviços identificáveis, divisão rápida dos fundos entre novas carteiras, trocas entre redes ou outras atividades capazes de revelar quem controla os ativos.
Ainda assim, os rótulos de carteiras são ferramentas de atribuição e rastreamento — não decisões judiciais. Uma identificação de endereço pode ser bastante útil para acompanhar conjuntos de carteiras, mas não prova automaticamente que cada destinatário seja controlado pelo Lazarus Group ou que todos os ativos do conjunto tenham vindo do mesmo roubo.
O que consta nos relatos disponíveis:
O que esses relatos não comprovam:
A conclusão mais clara é, portanto, limitada, mas importante: a atividade de carteiras ligadas ao Lazarus permaneceu intensa em meio a várias grandes movimentações de Bitcoin, enquanto a identidade e a finalidade dos endereços receptores continuam sem esclarecimento. A próxima interação com uma corretora, serviço ou intermediário identificável — ou uma nova atribuição baseada em análise forense — deverá revelar mais do que a transferência isolada.
Studio Global AI
Esta página inclui uma resposta baseada na fonte que você pode continuar em Studio Global.
Em 28 de agosto, uma carteira identificada pela Arkham como ligada ao Lazarus Group movimentou 244,148 BTC, avaliados em cerca de US$ 19,42 milhões; aproximadamente 267,5 BTC teriam permanecido na carteira de origem.
Em 28 de agosto, uma carteira identificada pela Arkham como ligada ao Lazarus Group movimentou 244,148 BTC, avaliados em cerca de US$ 19,42 milhões; aproximadamente 267,5 BTC teriam permanecido na carteira de origem. Somadas às transferências reportadas de 121,5 BTC em 30 de julho e 262,2 BTC em meados de agosto, as movimentações chegam a 627,848 BTC — cerca de US$ 43,8 milhões, conforme as avaliações feitas no momento de cada tra...
Embora o momento coincida com a ação judicial apresentada pela Bybit para recuperar ativos do roubo de aproximadamente US$ 1,5 bilhão ocorrido em fevereiro de 2025, não há evidência pública que ligue diretamente esses...
Em 28 de agosto, uma carteira identificada pela Arkham como ligada ao Lazarus Group movimentou 244,148 BTC, avaliados em cerca de US$ 19,42 milhões; aproximadamente 267,5 BTC teriam permanecido na carteira de origem. Somadas às transferências reportadas de 121,5 BTC em 30 de julho e 262,2 BTC em meados de agosto, as...
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Uma carteira identificada pela Arkham Intelligence como ligada ao grupo norte-coreano Lazarus Group transferiu 244,148 BTC, avaliados em aproximadamente US$ 19,42 milhões, em 28 de agosto. A movimentação foi destacada pela Lookonchain e por outros veículos, mas o endereço de destino ainda não foi identificado publicamente. Depois da operação, cerca de 267,5 BTC teriam permanecido na carteira de origem. 8
10
A interpretação mais segura é que houve uma movimentação relevante registrada na blockchain — não uma prova confirmada de venda, saque, novo ataque ou operação de lavagem de dinheiro. A blockchain mostra para onde as moedas foram enviadas, mas não necessariamente quem controla o endereço de destino nem qual é a finalidade da transferência.
A operação partiu de um endereço que a Arkham identifica como “Lazarus Group: Hacker”. No momento da transferência, os 244,148 BTC valiam aproximadamente US$ 19,42 milhões. O endereço que recebeu os fundos não foi identificado publicamente nas informações disponíveis. 8
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Essa distinção é importante. Uma transferência entre carteiras pode indicar consolidação de recursos, divisão de fundos, preparação para uma operação posterior ou movimentação em direção a uma corretora ou outro serviço. Sem um destinatário conhecido, um depósito identificado em uma plataforma ou evidências forenses adicionais, nenhuma dessas hipóteses pode ser tratada como fato estabelecido.
O saldo informado de aproximadamente 267,526 BTC também indica que a carteira de origem ainda mantinha uma posição expressiva em Bitcoin após a operação. 8
A movimentação de 28 de agosto veio depois de outras duas operações reportadas em carteiras ligadas ao Lazarus Group:
Somadas, as três transferências correspondem a 627,848 BTC e aproximadamente US$ 43,8 milhões, considerando os valores divulgados no momento de cada operação. O volume justifica o monitoramento contínuo, mas o total, por si só, não esclarece a finalidade dos fundos.
Analistas de blockchain podem considerar esse tipo de movimentação compatível com consolidação, divisão de recursos ou uma possível preparação para lavagem. Essas são interpretações investigativas, não conclusões comprovadas apenas pelas transferências. As principais dúvidas continuam sendo: quem controla cada carteira receptora, se os endereços pertencem ao mesmo grupo e se algum deles está ligado a uma corretora, mesa de negociação, mixer, ponte entre redes ou outro serviço identificável.
O momento chamou atenção porque a Bybit anunciou, em 7 de agosto, uma ação judicial nos Estados Unidos contra a Coreia do Norte, o Reconnaissance General Bureau — órgão de inteligência do país — e o Lazarus Group, buscando recuperar ativos relacionados ao roubo de aproximadamente US$ 1,5 bilhão ocorrido em fevereiro de 2025. O FBI atribuiu o ataque a atores norte-coreanos rastreados sob o nome TraderTraitor. 21
27
A ação da Bybit inclui esforços para rastrear e preservar os ativos. As informações sobre o processo mencionam uma liminar preliminar abrangendo determinados ativos identificados em posse de réus não identificados, além de medidas judiciais para obter dados que ajudem a identificar intermediários relevantes e reconstruir o histórico das transações. 21
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Mas as evidências disponíveis não estabelecem uma ligação direta, no nível das transações, entre a transferência de Bitcoin de 28 de agosto e os recursos roubados da Bybit. O ataque à corretora foi reportado principalmente como um roubo de ativos em Ethereum, enquanto a movimentação de agosto envolveu BTC. Conversões de ativos e rastreamento entre diferentes blockchains podem criar conexões, mas elas precisam ser demonstradas por uma análise forense dos endereços. Até que os investigadores comprovem esse vínculo, chamar os 244,148 BTC de recursos roubados da Bybit seria ir além das evidências.
A operação é relevante porque mostra atividade contínua em carteiras atribuídas a um grupo associado a repetidos roubos de criptomoedas e a movimentações complexas de fundos. A Chainalysis estimou que hackers ligados à Coreia do Norte roubaram pelo menos US$ 2,02 bilhões em criptomoedas durante 2025, elevando para ao menos US$ 6,75 bilhões sua estimativa acumulada de roubos associados à Coreia do Norte. O ataque à Bybit, ocorrido em fevereiro de 2025, foi um dos principais responsáveis pelo total daquele ano. 45
Esse contexto ajuda a explicar por que uma grande movimentação originada em um endereço identificado como ligado ao Lazarus provoca atenção imediata. Corretoras, custodiantes, pontes entre blockchains e investigadores acompanham os próximos passos: depósitos em serviços identificáveis, divisão rápida dos fundos entre novas carteiras, trocas entre redes ou outras atividades capazes de revelar quem controla os ativos.
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O que consta nos relatos disponíveis:
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Esta página inclui uma resposta baseada na fonte que você pode continuar em Studio Global.
Em 28 de agosto, uma carteira identificada pela Arkham como ligada ao Lazarus Group movimentou 244,148 BTC, avaliados em cerca de US$ 19,42 milhões; aproximadamente 267,5 BTC teriam permanecido na carteira de origem.
Em 28 de agosto, uma carteira identificada pela Arkham como ligada ao Lazarus Group movimentou 244,148 BTC, avaliados em cerca de US$ 19,42 milhões; aproximadamente 267,5 BTC teriam permanecido na carteira de origem. Somadas às transferências reportadas de 121,5 BTC em 30 de julho e 262,2 BTC em meados de agosto, as movimentações chegam a 627,848 BTC — cerca de US$ 43,8 milhões, conforme as avaliações feitas no momento de cada tra...
Embora o momento coincida com a ação judicial apresentada pela Bybit para recuperar ativos do roubo de aproximadamente US$ 1,5 bilhão ocorrido em fevereiro de 2025, não há evidência pública que ligue diretamente esses...