O mercado chinês de robôs para saltear e cozinhar foi estimado em ¥3,81 bilhões em 2025 e pode superar ¥10 bilhões até 2030, mas quase toda a receita atual vem de aplicações comerciais. A falta de cozinheiros, os cardápios padronizados e o alto volume de refeições tornam restaurantes, refeitórios e cozinhas centrais...
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Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What is driving the emerging Chinese cooking-robot race, and how are investment, labor shortages, AI advances, commercial-kitchen demand, ma. Article summary: China’s cooking-robot race is being driven first by a compelling commercial return on investment: restaurants need to reduce kitchen labor, improve throughput, and reproduce dishes consistently across chains. AI is makin. Topic tags: general, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fa
A corrida chinesa pelos robôs de cozinha não começa com um chef humanoide capaz de preparar qualquer refeição em casa. O caminho mais provável é bem mais pragmático: automatizar tarefas repetitivas em ambientes onde a mão de obra é cara ou escassa, os cardápios são previsíveis e o alto volume de pedidos ajuda a justificar o investimento.
Essa estratégia comercial está atraindo capital, acelerando avanços em inteligência artificial física e gerando os dados operacionais necessários para produtos domésticos mais ambiciosos. Ainda assim, as evidências sustentam uma conclusão cautelosa — e não a ideia de uma dominância global inevitável. Empresas chinesas podem estar bem posicionadas para liderar a automação de cozinhas comerciais com custos competitivos, enquanto o mercado residencial continua sendo um desafio muito maior.
Restaurantes, refeitórios empresariais e escolares, cozinhas centrais, hotéis, fábricas e instituições de cuidados para idosos reúnem condições favoráveis à automação: ingredientes previsíveis, receitas repetíveis, operadores treinados e uma relação clara entre o tempo de funcionamento da máquina e a produção do negócio.
A conta fica especialmente atraente em locais com dificuldade para contratar e manter cozinheiros. Uma estimativa citada pela imprensa japonesa afirma que a implantação de três robôs poderia gerar retorno do investimento em cerca de 8,4 meses, dentro de um modelo específico de equipe. A mesma reportagem estima que aproximadamente 30 mil restaurantes chineses já haviam adotado automação para preparar pratos salteados, enquanto outros milhões poderiam ser usuários potenciais. São estimativas, não um censo do mercado, mas ajudam a explicar por que as cozinhas comerciais são os primeiros compradores relevantes. 49
Relatórios do setor também descrevem os cozinheiros como uma ocupação afetada de forma persistente pela escassez de mão de obra e calculam um possível déficit de cerca de 3 milhões de profissionais na China. 53 Os robôs não eliminam todas as funções da cozinha: ainda são necessários trabalhadores para preparar ingredientes, supervisionar equipamentos, cuidar da segurança dos alimentos, higienizar o sistema e lidar com situações fora do padrão.
A proposta de valor é outra: reduzir a dependência de cozinheiros muito experientes e difíceis de encontrar, mantendo maior consistência e capacidade de produção.
Automatizar uma sequência fixa de produção de alimentos é relativamente simples. A culinária chinesa é mais complexa porque o resultado depende de tempo, temperatura, ordem de entrada dos ingredientes, quantidade de tempero, viscosidade e movimento.
O salteado em wok, por exemplo, exige que o sistema coordene várias variáveis ao mesmo tempo. Não basta aquecer um recipiente durante um período predefinido. É preciso controlar o calor, adicionar ingredientes no momento certo, dosar temperos e reproduzir movimentos capazes de alterar o resultado final.
Por isso, os robôs de cozinha comerciais combinam diferentes camadas de automação:
Um perfil da Zhigu Tianchu descreve um sistema baseado em algoritmos dinâmicos de controle de temperatura, múltiplos sensores, uma plataforma de cozinha em nuvem e uma integração entre hardware, software e dados. Reportagens anteriores da empresa também mencionam um amplo banco de dados de pratos chineses e ferramentas para criar e distribuir receitas entre diferentes unidades de uma rede. 7
9
15
Esse é o sentido prático da chamada “IA física” no setor: não apenas um chatbot que recomenda uma receita, mas um software conectado a sensores, atuadores, ingredientes e resultados do mundo real. No curto prazo, o produto mais provável é uma célula de cozimento cada vez mais autônoma — ou um prato digital padronizado — e não um humanoide capaz de preparar qualquer refeição.
A Zhigu Tianchu, também conhecida como T-Chef, é um dos exemplos mais claros da estratégia comercial. Reportagens afirmam que a empresa de Shenzhen superou ¥100 milhões em receita e alcançou lucratividade, com produtos instalados em refeitórios institucionais, redes de fast-food, varejo, hotéis, fábricas, escolas e instituições de cuidados para idosos. 4
Essa presença comercial é relevante porque oferece aos investidores algo mais concreto do que um protótipo: venda de equipamentos, clientes recorrentes, experiência de implantação e dados de cozinhas em operação.
A estratégia da empresa combina equipamentos de cozinha, software de receitas e gestão de cozinhas baseada em nuvem. Com isso, os operadores podem padronizar pratos e distribuir atualizações para várias unidades. 7
9
Em julho de 2026, a Zhigu Tianchu anunciou uma rodada estratégica de financiamento próxima de ¥100 milhões, liderada pela China Merchants Venture Capital. Segundo a companhia, os recursos serão usados para pesquisa em IA física e para acelerar a expansão internacional de soluções de culinária chinesa e pan-asiática. 3
4
O financiamento reflete uma mudança mais ampla nos investimentos em robótica. O capital vem sendo direcionado a sistemas que podem ser implantados em fábricas, restaurantes e outros ambientes de operação, e não apenas a demonstrações de capacidades gerais.
A receita comercial não prova que a tecnologia funcionará nas residências. Mas pode financiar a pesquisa, o desenvolvimento da cadeia de fornecedores e a experiência operacional necessários para tentar fazer essa transição.
Uma cozinha de restaurante pode aceitar uma máquina grande, ingredientes pré-porcionados, supervisão de funcionários, limpeza programada e um cardápio limitado. Um produto doméstico precisa ocupar pouco espaço, operar com segurança perto de crianças e animais, ser silencioso e confiável, facilitar a limpeza e justificar o preço para uma única família.
Também precisa lidar com preferências locais e hábitos de compra. Um robô tecnicamente avançado não terá grande utilidade se os ingredientes exigirem preparos incomuns, se as receitas forem restritas, se a instalação for complicada ou se a assistência técnica demorar a responder quando algo der errado.
A participação da Haier é estrategicamente relevante porque uma fabricante de eletrodomésticos pode contribuir com distribuição ao consumidor, conhecimento de cozinhas residenciais, relações com fornecedores e infraestrutura de pós-venda.
No entanto, a identidade da empresa de robótica parceira no lançamento reportado do CR3 não está clara na cobertura fornecida. Uma reportagem descreve uma parceria entre Haier Robotics e Robotera, enquanto outras identificam a contraparte como Oak ou Xianglu Robotics. 6
32
33
34
A conclusão mais segura é que o lançamento de um robô doméstico de cozinha CR3 e uma colaboração com a Haier foram noticiados, mas a atribuição do parceiro e os detalhes técnicos ainda precisam de confirmação adicional. A Robotera é documentada separadamente como uma empresa de robótica incorporada com forte financiamento e parcerias industriais e comerciais, incluindo vínculos com a Haier. Essas fontes, porém, não comprovam por si só que a Robotera desenvolveu o CR3. 35
41
44
A SoftBank Robotics oferece um tipo diferente de valor estratégico: experiência comercial internacional e acesso a canais de alimentação fora da China. Em abril de 2026, Zhigu Tianchu e SoftBank Robotics exibiram robôs de cozinha na FABEX, feira japonesa voltada ao setor de alimentação profissional. As empresas apresentaram a participação conjunta como uma combinação entre automação culinária e robótica de serviços. 21
A SoftBank Robotics também continua desenvolvendo uma carteira de automação de cozinha fora da China. Em maio de 2026, anunciou a estreia nos Estados Unidos dos robôs STEAMA e FLAMA.
O STEAMA utiliza vapor de alta pressão e alta temperatura para preparar pratos com macarrão congelado. Já o FLAMA foi projetado para automatizar uma sequência mais ampla de serviços de alimentação, desde a adição de ingredientes e temperos até o cozimento, a montagem do prato e a limpeza após o preparo. 19
As informações disponíveis são menos conclusivas sobre a Busypace. A PanDaily noticiou um acordo estratégico entre a SoftBank Robotics e a Busypace para desenvolver plataformas de IA física voltadas à alimentação, mas as demais fontes fornecidas não confirmam de forma independente o alcance ou o status comercial do acordo. 6
Por isso, a Busypace deve ser tratada como uma participante mencionada em reportagens, e não como um pilar plenamente verificado da rede de parcerias do setor.
A direção do mercado parece clara: analistas esperam crescimento dos robôs de cozinha na China. O tamanho exato da oportunidade, porém, está longe de ser consenso.
Uma estimativa citada pela imprensa financeira chinesa calcula que o mercado de robôs para saltear chegou a ¥3,81 bilhões em 2025 e pode ultrapassar ¥10 bilhões em 2030, com crescimento anual composto estimado em cerca de 28,5% entre 2026 e 2030. A mesma análise afirma que os robôs comerciais representaram 94,6% da receita do setor, reforçando a base empresarial da indústria. 2
55
Outros relatórios projetam um mercado superior a ¥12,5 bilhões em 2030. Uma publicação diferente, focada em robôs comerciais de salteado equipados com IA, apresenta uma previsão muito maior, de ¥109,6 bilhões. 48
53
Esses números não devem ser somados. Provavelmente refletem definições diferentes para “robôs de cozinha”, equipamentos comerciais de IA, mercado endereçável ou métodos de projeção. São estimativas, não resultados verificados.
A leitura mais defensável é que o mercado está crescendo a partir de uma base relativamente pequena, que as aplicações comerciais dominam a demanda atual e que o potencial de longo prazo pode ser bastante superior ao parque instalado hoje. O valor exato para 2030 continua indefinido.
O país reúne algumas vantagens estruturais:
A Zhigu Tianchu afirma vender seus produtos em mercados como Japão, Coreia do Sul, Europa, Sudeste Asiático e América do Norte, além de possuir certificações como ETL, FCC, NSF e CE. Essas declarações mostram uma estratégia de exportação já existente, mas não comprovam liderança global. 9
O caminho internacional mais provável, portanto, é a especialização comercial: empresas chinesas podem exportar sistemas acessíveis e confiáveis para restaurantes, refeitórios, hotéis e cozinhas centrais antes de tentar vender robôs domésticos flexíveis em todo o mundo.
As evidências apontam para uma evolução em etapas:
É uma oportunidade expressiva sem exigir que o setor entregue um chef-robô universal. A China pode se tornar líder global em automação culinária comercial de baixo custo e conquistar espaço em cozinhas domésticas conectadas até 2030.
Uma dominação mundial do mercado residencial, porém, continua especulativa. E as informações conflitantes sobre várias parcerias servem como lembrete para separar anúncios ambiciosos de escala comercial efetivamente demonstrada.
Studio Global AI
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O mercado chinês de robôs para saltear e cozinhar foi estimado em ¥3,81 bilhões em 2025 e pode superar ¥10 bilhões até 2030, mas quase toda a receita atual vem de aplicações comerciais.
O mercado chinês de robôs para saltear e cozinhar foi estimado em ¥3,81 bilhões em 2025 e pode superar ¥10 bilhões até 2030, mas quase toda a receita atual vem de aplicações comerciais. A falta de cozinheiros, os cardápios padronizados e o alto volume de refeições tornam restaurantes, refeitórios e cozinhas centrais compradores mais prováveis do que as famílias.
A Zhigu Tianchu, também conhecida como T Chef, é apontada como uma das poucas empresas do setor a superar ¥100 milhões em receita e alcançar lucratividade; parcerias com Haier, SoftBank Robotics e outras empresas pode...
O mercado chinês de robôs para saltear e cozinhar foi estimado em ¥3,81 bilhões em 2025 e pode superar ¥10 bilhões até 2030, mas quase toda a receita atual vem de aplicações comerciais. A falta de cozinheiros, os cardápios padronizados e o alto volume de refeições tornam restaurantes, refeitórios e cozinhas centrais...
Publicado porEditado com GPT-5.6 LunaImagens geradas com GPT Image 1.5
Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What is driving the emerging Chinese cooking-robot race, and how are investment, labor shortages, AI advances, commercial-kitchen demand, ma. Article summary: China’s cooking-robot race is being driven first by a compelling commercial return on investment: restaurants need to reduce kitchen labor, improve throughput, and reproduce dishes consistently across chains. AI is makin. Topic tags: general, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fa
A corrida chinesa pelos robôs de cozinha não começa com um chef humanoide capaz de preparar qualquer refeição em casa. O caminho mais provável é bem mais pragmático: automatizar tarefas repetitivas em ambientes onde a mão de obra é cara ou escassa, os cardápios são previsíveis e o alto volume de pedidos ajuda a justificar o investimento.
Essa estratégia comercial está atraindo capital, acelerando avanços em inteligência artificial física e gerando os dados operacionais necessários para produtos domésticos mais ambiciosos. Ainda assim, as evidências sustentam uma conclusão cautelosa — e não a ideia de uma dominância global inevitável. Empresas chinesas podem estar bem posicionadas para liderar a automação de cozinhas comerciais com custos competitivos, enquanto o mercado residencial continua sendo um desafio muito maior.
Restaurantes, refeitórios empresariais e escolares, cozinhas centrais, hotéis, fábricas e instituições de cuidados para idosos reúnem condições favoráveis à automação: ingredientes previsíveis, receitas repetíveis, operadores treinados e uma relação clara entre o tempo de funcionamento da máquina e a produção do negócio.
A conta fica especialmente atraente em locais com dificuldade para contratar e manter cozinheiros. Uma estimativa citada pela imprensa japonesa afirma que a implantação de três robôs poderia gerar retorno do investimento em cerca de 8,4 meses, dentro de um modelo específico de equipe. A mesma reportagem estima que aproximadamente 30 mil restaurantes chineses já haviam adotado automação para preparar pratos salteados, enquanto outros milhões poderiam ser usuários potenciais. São estimativas, não um censo do mercado, mas ajudam a explicar por que as cozinhas comerciais são os primeiros compradores relevantes. 49
Relatórios do setor também descrevem os cozinheiros como uma ocupação afetada de forma persistente pela escassez de mão de obra e calculam um possível déficit de cerca de 3 milhões de profissionais na China. 53 Os robôs não eliminam todas as funções da cozinha: ainda são necessários trabalhadores para preparar ingredientes, supervisionar equipamentos, cuidar da segurança dos alimentos, higienizar o sistema e lidar com situações fora do padrão.
A proposta de valor é outra: reduzir a dependência de cozinheiros muito experientes e difíceis de encontrar, mantendo maior consistência e capacidade de produção.
Automatizar uma sequência fixa de produção de alimentos é relativamente simples. A culinária chinesa é mais complexa porque o resultado depende de tempo, temperatura, ordem de entrada dos ingredientes, quantidade de tempero, viscosidade e movimento.
O salteado em wok, por exemplo, exige que o sistema coordene várias variáveis ao mesmo tempo. Não basta aquecer um recipiente durante um período predefinido. É preciso controlar o calor, adicionar ingredientes no momento certo, dosar temperos e reproduzir movimentos capazes de alterar o resultado final.
Por isso, os robôs de cozinha comerciais combinam diferentes camadas de automação:
Um perfil da Zhigu Tianchu descreve um sistema baseado em algoritmos dinâmicos de controle de temperatura, múltiplos sensores, uma plataforma de cozinha em nuvem e uma integração entre hardware, software e dados. Reportagens anteriores da empresa também mencionam um amplo banco de dados de pratos chineses e ferramentas para criar e distribuir receitas entre diferentes unidades de uma rede. 7
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Esse é o sentido prático da chamada “IA física” no setor: não apenas um chatbot que recomenda uma receita, mas um software conectado a sensores, atuadores, ingredientes e resultados do mundo real. No curto prazo, o produto mais provável é uma célula de cozimento cada vez mais autônoma — ou um prato digital padronizado — e não um humanoide capaz de preparar qualquer refeição.
A Zhigu Tianchu, também conhecida como T-Chef, é um dos exemplos mais claros da estratégia comercial. Reportagens afirmam que a empresa de Shenzhen superou ¥100 milhões em receita e alcançou lucratividade, com produtos instalados em refeitórios institucionais, redes de fast-food, varejo, hotéis, fábricas, escolas e instituições de cuidados para idosos. 4
Essa presença comercial é relevante porque oferece aos investidores algo mais concreto do que um protótipo: venda de equipamentos, clientes recorrentes, experiência de implantação e dados de cozinhas em operação.
A estratégia da empresa combina equipamentos de cozinha, software de receitas e gestão de cozinhas baseada em nuvem. Com isso, os operadores podem padronizar pratos e distribuir atualizações para várias unidades. 7
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Em julho de 2026, a Zhigu Tianchu anunciou uma rodada estratégica de financiamento próxima de ¥100 milhões, liderada pela China Merchants Venture Capital. Segundo a companhia, os recursos serão usados para pesquisa em IA física e para acelerar a expansão internacional de soluções de culinária chinesa e pan-asiática. 3
4
O financiamento reflete uma mudança mais ampla nos investimentos em robótica. O capital vem sendo direcionado a sistemas que podem ser implantados em fábricas, restaurantes e outros ambientes de operação, e não apenas a demonstrações de capacidades gerais.
A receita comercial não prova que a tecnologia funcionará nas residências. Mas pode financiar a pesquisa, o desenvolvimento da cadeia de fornecedores e a experiência operacional necessários para tentar fazer essa transição.
Uma cozinha de restaurante pode aceitar uma máquina grande, ingredientes pré-porcionados, supervisão de funcionários, limpeza programada e um cardápio limitado. Um produto doméstico precisa ocupar pouco espaço, operar com segurança perto de crianças e animais, ser silencioso e confiável, facilitar a limpeza e justificar o preço para uma única família.
Também precisa lidar com preferências locais e hábitos de compra. Um robô tecnicamente avançado não terá grande utilidade se os ingredientes exigirem preparos incomuns, se as receitas forem restritas, se a instalação for complicada ou se a assistência técnica demorar a responder quando algo der errado.
A participação da Haier é estrategicamente relevante porque uma fabricante de eletrodomésticos pode contribuir com distribuição ao consumidor, conhecimento de cozinhas residenciais, relações com fornecedores e infraestrutura de pós-venda.
No entanto, a identidade da empresa de robótica parceira no lançamento reportado do CR3 não está clara na cobertura fornecida. Uma reportagem descreve uma parceria entre Haier Robotics e Robotera, enquanto outras identificam a contraparte como Oak ou Xianglu Robotics. 6
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A conclusão mais segura é que o lançamento de um robô doméstico de cozinha CR3 e uma colaboração com a Haier foram noticiados, mas a atribuição do parceiro e os detalhes técnicos ainda precisam de confirmação adicional. A Robotera é documentada separadamente como uma empresa de robótica incorporada com forte financiamento e parcerias industriais e comerciais, incluindo vínculos com a Haier. Essas fontes, porém, não comprovam por si só que a Robotera desenvolveu o CR3. 35
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A SoftBank Robotics oferece um tipo diferente de valor estratégico: experiência comercial internacional e acesso a canais de alimentação fora da China. Em abril de 2026, Zhigu Tianchu e SoftBank Robotics exibiram robôs de cozinha na FABEX, feira japonesa voltada ao setor de alimentação profissional. As empresas apresentaram a participação conjunta como uma combinação entre automação culinária e robótica de serviços. 21
A SoftBank Robotics também continua desenvolvendo uma carteira de automação de cozinha fora da China. Em maio de 2026, anunciou a estreia nos Estados Unidos dos robôs STEAMA e FLAMA.
O STEAMA utiliza vapor de alta pressão e alta temperatura para preparar pratos com macarrão congelado. Já o FLAMA foi projetado para automatizar uma sequência mais ampla de serviços de alimentação, desde a adição de ingredientes e temperos até o cozimento, a montagem do prato e a limpeza após o preparo. 19
As informações disponíveis são menos conclusivas sobre a Busypace. A PanDaily noticiou um acordo estratégico entre a SoftBank Robotics e a Busypace para desenvolver plataformas de IA física voltadas à alimentação, mas as demais fontes fornecidas não confirmam de forma independente o alcance ou o status comercial do acordo. 6
Por isso, a Busypace deve ser tratada como uma participante mencionada em reportagens, e não como um pilar plenamente verificado da rede de parcerias do setor.
A direção do mercado parece clara: analistas esperam crescimento dos robôs de cozinha na China. O tamanho exato da oportunidade, porém, está longe de ser consenso.
Uma estimativa citada pela imprensa financeira chinesa calcula que o mercado de robôs para saltear chegou a ¥3,81 bilhões em 2025 e pode ultrapassar ¥10 bilhões em 2030, com crescimento anual composto estimado em cerca de 28,5% entre 2026 e 2030. A mesma análise afirma que os robôs comerciais representaram 94,6% da receita do setor, reforçando a base empresarial da indústria. 2
55
Outros relatórios projetam um mercado superior a ¥12,5 bilhões em 2030. Uma publicação diferente, focada em robôs comerciais de salteado equipados com IA, apresenta uma previsão muito maior, de ¥109,6 bilhões. 48
53
Esses números não devem ser somados. Provavelmente refletem definições diferentes para “robôs de cozinha”, equipamentos comerciais de IA, mercado endereçável ou métodos de projeção. São estimativas, não resultados verificados.
A leitura mais defensável é que o mercado está crescendo a partir de uma base relativamente pequena, que as aplicações comerciais dominam a demanda atual e que o potencial de longo prazo pode ser bastante superior ao parque instalado hoje. O valor exato para 2030 continua indefinido.
O país reúne algumas vantagens estruturais:
A Zhigu Tianchu afirma vender seus produtos em mercados como Japão, Coreia do Sul, Europa, Sudeste Asiático e América do Norte, além de possuir certificações como ETL, FCC, NSF e CE. Essas declarações mostram uma estratégia de exportação já existente, mas não comprovam liderança global. 9
O caminho internacional mais provável, portanto, é a especialização comercial: empresas chinesas podem exportar sistemas acessíveis e confiáveis para restaurantes, refeitórios, hotéis e cozinhas centrais antes de tentar vender robôs domésticos flexíveis em todo o mundo.
As evidências apontam para uma evolução em etapas:
É uma oportunidade expressiva sem exigir que o setor entregue um chef-robô universal. A China pode se tornar líder global em automação culinária comercial de baixo custo e conquistar espaço em cozinhas domésticas conectadas até 2030.
Uma dominação mundial do mercado residencial, porém, continua especulativa. E as informações conflitantes sobre várias parcerias servem como lembrete para separar anúncios ambiciosos de escala comercial efetivamente demonstrada.
Studio Global AI
Esta página inclui uma resposta baseada na fonte que você pode continuar em Studio Global.
O mercado chinês de robôs para saltear e cozinhar foi estimado em ¥3,81 bilhões em 2025 e pode superar ¥10 bilhões até 2030, mas quase toda a receita atual vem de aplicações comerciais.
O mercado chinês de robôs para saltear e cozinhar foi estimado em ¥3,81 bilhões em 2025 e pode superar ¥10 bilhões até 2030, mas quase toda a receita atual vem de aplicações comerciais. A falta de cozinheiros, os cardápios padronizados e o alto volume de refeições tornam restaurantes, refeitórios e cozinhas centrais compradores mais prováveis do que as famílias.
A Zhigu Tianchu, também conhecida como T Chef, é apontada como uma das poucas empresas do setor a superar ¥100 milhões em receita e alcançar lucratividade; parcerias com Haier, SoftBank Robotics e outras empresas pode...