As falhas divulgadas pela Ledger em agosto de 2026 afetaram o app Ethereum, não as chaves privadas nem o sistema operacional dos dispositivos; a empresa diz não ter encontrado evidências de exploração contra usuários. A OneKey reproduziu em laboratório a LSB 023 na versão 1.22.1, uma condição que poderia fazer o dis...
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Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What happened with Ledger’s Ethereum app security vulnerabilities in August 2026—including OneKey’s controlled reproduction of the already-p. Article summary: In August 2026, Ledger disclosed three Ethereum-app issues affecting the reliability of its trusted display—not a compromise of users’ private keys or Ledger’s operating system. Ledger said it had no evidence that any us. Topic tags: general, documentation, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks,
A polêmica envolvendo a Ledger em agosto de 2026 não foi causada por uma extração de chaves privadas nem por uma invasão do sistema operacional dos dispositivos. O episódio envolveu três vulnerabilidades no aplicativo Ethereum instalado nos dispositivos da empresa — problemas que afetavam a interpretação, a exibição ou a aprovação de operações. A Ledger afirma não ter encontrado evidências de que usuários tenham sido hackeados ou de que as falhas tenham sido exploradas no mundo real. 35
38
A orientação prática é atualizar o app Ethereum pelo Ledger Live para a versão 1.22.3 ou posterior. Depois, o usuário deve abrir o aplicativo no dispositivo físico e conferir a versão instalada diretamente na tela do Ledger. 35
A equipe de segurança Anzen, da OneKey, reproduziu a vulnerabilidade LSB-023 contra a versão 1.22.1 do app Ethereum em um teste controlado de laboratório. O problema era uma condição de corrida: o dispositivo podia aceitar um novo comando APDU enquanto ainda aguardava a resposta do usuário a um comando anterior.
Como os dados da transação permaneciam em um estado compartilhado durante a revisão na tela, os parâmetros exibidos ao usuário poderiam ser diferentes daqueles que seriam efetivamente assinados. 2
Na prática, um invasor que controlasse o caminho de comunicação entre o computador e o Ledger poderia tentar substituir uma transação pendente depois que a operação legítima já tivesse aparecido no dispositivo. O cenário exigia um ambiente comprometido — por exemplo, malware ou uma carteira com acesso ao dispositivo — e ainda dependia de o usuário aprovar o aviso mostrado no Ledger. Não se tratava de um ataque para extrair a frase-semente ou as chaves privadas. 21
27
A Ledger contestou a caracterização do episódio como um novo ataque em andamento. Segundo a empresa, o problema já havia sido corrigido no app Ethereum 1.22.2, lançado em 13 de agosto, antes da demonstração pública da OneKey. A companhia também identificou uma correção mais ampla no Secure SDK 26.6.1. 22
35
A LSB-024 afetava o tratamento de listas de operações durante a chamada clear signing, ou assinatura clara — processo em que os detalhes da operação devem ser apresentados de forma legível no dispositivo antes da aprovação.
O parser lia a quantidade de operações como um valor de 16 bits, mas armazenava a contagem restante em um campo de apenas 8 bits. Com um lote de 257 operações, o contador poderia sofrer um wraparound e fazer o dispositivo exibir apenas a operação final, embora a assinatura abrangesse todo o lote. 37
Não era um ataque aplicável a qualquer transação comum da rede Ethereum. As condições descritas incluíam um computador comprometido, um descritor de assinatura clara que percorresse dados controlados pelo atacante e um contrato capaz de aceitar e executar mais de 255 operações em um único lote. A Ledger corrigiu o problema na versão 1.22.3 do app Ethereum. 37
A LSB-025 afetava um fluxo específico de swap envolvendo o aplicativo Exchange. O app Ethereum verificava o endereço de destino e a quantidade esperada para a operação, mas não confirmava se a chamada era realmente uma transferência de tokens ou uma aprovação ERC-20.
Com isso, um provedor de swap malicioso ou comprometido poderia enviar uma aprovação que correspondesse ao ativo, ao valor e ao endereço do provedor já validados. A operação poderia ser assinada sem um segundo aviso no dispositivo. 34
As limitações da falha são importantes. A aprovação precisava estar vinculada ao mesmo ativo, à mesma quantidade e ao endereço do provedor de swap já validado — não a um endereço arbitrário escolhido pelo atacante nem a uma permissão ilimitada. Uma transação posterior ainda seria necessária para movimentar os tokens aprovados, e o pagamento esperado do swap não chegaria. Nesse caso, o swap falharia em vez de ser concluído normalmente.
O problema não afetava fluxos comuns de aprovação fora de swaps. A Ledger corrigiu a LSB-025 na versão 1.22.3. 34
Uma carteira física pode manter as chaves privadas isoladas e, ainda assim, apresentar vulnerabilidades no nível dos aplicativos: no parser de transações, na lógica de exibição ou na comunicação entre o software conectado e o dispositivo.
Foi esse o ponto central dos casos da Ledger. As falhas não estavam relacionadas à extração da chave privada, mas à confiabilidade da informação que o dispositivo mostrava e validava antes de assinar uma operação.
Essa distinção ajuda a explicar por que a possibilidade de atualização é parte importante da segurança. O elemento seguro e o isolamento das chaves continuam sendo proteções relevantes, mas não eliminam erros em aplicativos específicos de blockchain. A Ledger destacou atualizações de aplicativos, reforço do SDK, revisões contínuas e pesquisas de segurança como componentes do modelo de proteção. 27
38
As divulgações também levantaram uma questão de gestão de versões. O registro dos boletins de segurança identifica as correções das LSB-024 e LSB-025 separadamente do lançamento posterior da versão 1.22.3, mas o material disponibilizado não explica claramente o intervalo entre a preparação das correções e a chegada delas aos usuários. 5
34
37
Essa dúvida sobre o cronograma é diferente da possibilidade de exploração das falhas. Ela não prova que usuários tenham sido comprometidos, mas é relevante para avaliar a velocidade com que correções de segurança chegam aos clientes de carteiras físicas.
Atualizar apenas o firmware do dispositivo não confirma que o aplicativo Ethereum afetado foi substituído. A proteção relevante neste caso é a versão do app Ethereum instalada no Ledger. 35
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As falhas divulgadas pela Ledger em agosto de 2026 afetaram o app Ethereum, não as chaves privadas nem o sistema operacional dos dispositivos; a empresa diz não ter encontrado evidências de exploração contra usuários.
As falhas divulgadas pela Ledger em agosto de 2026 afetaram o app Ethereum, não as chaves privadas nem o sistema operacional dos dispositivos; a empresa diz não ter encontrado evidências de exploração contra usuários. A OneKey reproduziu em laboratório a LSB 023 na versão 1.22.1, uma condição que poderia fazer o dispositivo assinar parâmetros diferentes dos exibidos na tela.
A LSB 024 podia ocultar operações em um lote de 257 itens durante a assinatura clara, enquanto a LSB 025 podia substituir um pagamento de swap por uma aprovação de token em condições específicas.
As falhas divulgadas pela Ledger em agosto de 2026 afetaram o app Ethereum, não as chaves privadas nem o sistema operacional dos dispositivos; a empresa diz não ter encontrado evidências de exploração contra usuários. A OneKey reproduziu em laboratório a LSB 023 na versão 1.22.1, uma condição que poderia fazer o dis...
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A polêmica envolvendo a Ledger em agosto de 2026 não foi causada por uma extração de chaves privadas nem por uma invasão do sistema operacional dos dispositivos. O episódio envolveu três vulnerabilidades no aplicativo Ethereum instalado nos dispositivos da empresa — problemas que afetavam a interpretação, a exibição ou a aprovação de operações. A Ledger afirma não ter encontrado evidências de que usuários tenham sido hackeados ou de que as falhas tenham sido exploradas no mundo real. 35
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A orientação prática é atualizar o app Ethereum pelo Ledger Live para a versão 1.22.3 ou posterior. Depois, o usuário deve abrir o aplicativo no dispositivo físico e conferir a versão instalada diretamente na tela do Ledger. 35
A equipe de segurança Anzen, da OneKey, reproduziu a vulnerabilidade LSB-023 contra a versão 1.22.1 do app Ethereum em um teste controlado de laboratório. O problema era uma condição de corrida: o dispositivo podia aceitar um novo comando APDU enquanto ainda aguardava a resposta do usuário a um comando anterior.
Como os dados da transação permaneciam em um estado compartilhado durante a revisão na tela, os parâmetros exibidos ao usuário poderiam ser diferentes daqueles que seriam efetivamente assinados. 2
Na prática, um invasor que controlasse o caminho de comunicação entre o computador e o Ledger poderia tentar substituir uma transação pendente depois que a operação legítima já tivesse aparecido no dispositivo. O cenário exigia um ambiente comprometido — por exemplo, malware ou uma carteira com acesso ao dispositivo — e ainda dependia de o usuário aprovar o aviso mostrado no Ledger. Não se tratava de um ataque para extrair a frase-semente ou as chaves privadas. 21
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A Ledger contestou a caracterização do episódio como um novo ataque em andamento. Segundo a empresa, o problema já havia sido corrigido no app Ethereum 1.22.2, lançado em 13 de agosto, antes da demonstração pública da OneKey. A companhia também identificou uma correção mais ampla no Secure SDK 26.6.1. 22
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A LSB-024 afetava o tratamento de listas de operações durante a chamada clear signing, ou assinatura clara — processo em que os detalhes da operação devem ser apresentados de forma legível no dispositivo antes da aprovação.
O parser lia a quantidade de operações como um valor de 16 bits, mas armazenava a contagem restante em um campo de apenas 8 bits. Com um lote de 257 operações, o contador poderia sofrer um wraparound e fazer o dispositivo exibir apenas a operação final, embora a assinatura abrangesse todo o lote. 37
Não era um ataque aplicável a qualquer transação comum da rede Ethereum. As condições descritas incluíam um computador comprometido, um descritor de assinatura clara que percorresse dados controlados pelo atacante e um contrato capaz de aceitar e executar mais de 255 operações em um único lote. A Ledger corrigiu o problema na versão 1.22.3 do app Ethereum. 37
A LSB-025 afetava um fluxo específico de swap envolvendo o aplicativo Exchange. O app Ethereum verificava o endereço de destino e a quantidade esperada para a operação, mas não confirmava se a chamada era realmente uma transferência de tokens ou uma aprovação ERC-20.
Com isso, um provedor de swap malicioso ou comprometido poderia enviar uma aprovação que correspondesse ao ativo, ao valor e ao endereço do provedor já validados. A operação poderia ser assinada sem um segundo aviso no dispositivo. 34
As limitações da falha são importantes. A aprovação precisava estar vinculada ao mesmo ativo, à mesma quantidade e ao endereço do provedor de swap já validado — não a um endereço arbitrário escolhido pelo atacante nem a uma permissão ilimitada. Uma transação posterior ainda seria necessária para movimentar os tokens aprovados, e o pagamento esperado do swap não chegaria. Nesse caso, o swap falharia em vez de ser concluído normalmente.
O problema não afetava fluxos comuns de aprovação fora de swaps. A Ledger corrigiu a LSB-025 na versão 1.22.3. 34
Uma carteira física pode manter as chaves privadas isoladas e, ainda assim, apresentar vulnerabilidades no nível dos aplicativos: no parser de transações, na lógica de exibição ou na comunicação entre o software conectado e o dispositivo.
Foi esse o ponto central dos casos da Ledger. As falhas não estavam relacionadas à extração da chave privada, mas à confiabilidade da informação que o dispositivo mostrava e validava antes de assinar uma operação.
Essa distinção ajuda a explicar por que a possibilidade de atualização é parte importante da segurança. O elemento seguro e o isolamento das chaves continuam sendo proteções relevantes, mas não eliminam erros em aplicativos específicos de blockchain. A Ledger destacou atualizações de aplicativos, reforço do SDK, revisões contínuas e pesquisas de segurança como componentes do modelo de proteção. 27
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As divulgações também levantaram uma questão de gestão de versões. O registro dos boletins de segurança identifica as correções das LSB-024 e LSB-025 separadamente do lançamento posterior da versão 1.22.3, mas o material disponibilizado não explica claramente o intervalo entre a preparação das correções e a chegada delas aos usuários. 5
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Essa dúvida sobre o cronograma é diferente da possibilidade de exploração das falhas. Ela não prova que usuários tenham sido comprometidos, mas é relevante para avaliar a velocidade com que correções de segurança chegam aos clientes de carteiras físicas.
Atualizar apenas o firmware do dispositivo não confirma que o aplicativo Ethereum afetado foi substituído. A proteção relevante neste caso é a versão do app Ethereum instalada no Ledger. 35
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As falhas divulgadas pela Ledger em agosto de 2026 afetaram o app Ethereum, não as chaves privadas nem o sistema operacional dos dispositivos; a empresa diz não ter encontrado evidências de exploração contra usuários. A OneKey reproduziu em laboratório a LSB 023 na versão 1.22.1, uma condição que poderia fazer o dispositivo assinar parâmetros diferentes dos exibidos na tela.
A LSB 024 podia ocultar operações em um lote de 257 itens durante a assinatura clara, enquanto a LSB 025 podia substituir um pagamento de swap por uma aprovação de token em condições específicas.