A demonstração da OneKey foi uma reprodução controlada em laboratório contra a versão antiga 1.22.1 do app Ethereum da Ledger, e não uma prova de comprometimento de usuários. A versão 1.22.2 corrigiu a LSB 023; a versão 1.22.3 corrigiu duas falhas adicionais, LSB 024 e LSB 025, relacionadas à exibição de operações e...
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What happened with Ledger’s Ethereum app security vulnerabilities involving OneKey’s controlled reproduction of the already-patched LSB-023. Article summary: OneKey’s result was a controlled lab reproduction against the outdated Ledger Ethereum app 1.22.1, not evidence of a live compromise. Ledger said LSB-023 had already been identified internally and patched in 1.22.2, and . Topic tags: general, documentation, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks,
A OneKey reproduziu uma vulnerabilidade real de substituição de transações na versão antiga 1.22.1 do app Ethereum da Ledger, mas o teste ocorreu em um ambiente controlado de laboratório. A Ledger afirma que a falha já havia sido corrigida na versão 1.22.2, antes de a demonstração se tornar pública, e que não encontrou evidências de ataques contra usuários. 31731
O caso, porém, chama atenção para um ponto mais amplo: a segurança de uma carteira de hardware não depende apenas de manter as chaves privadas isoladas. Também é essencial que o dispositivo mostre fielmente a transação que será assinada.
A vulnerabilidade, identificada pela Ledger como LSB-023, envolvia a intercalação de comandos durante a revisão de uma transação na tela do dispositivo. Um computador conectado poderia enviar um novo comando APDU enquanto o comando anterior ainda aguardava a resposta do usuário. Como os parâmetros da assinatura permaneciam em um estado compartilhado durante essa revisão, eles poderiam ser alterados depois de aparecerem na tela, mas antes da geração da assinatura. 3
Na prática, a tela poderia mostrar a transação A enquanto o dispositivo assinava a transação B. A equipe Anzen, da OneKey, reproduziu esse comportamento em laboratório usando a versão desatualizada 1.22.1 do app Ethereum. Isso comprova que o software antigo era explorável nas condições necessárias; não comprova que os sistemas de produção da Ledger ou seus usuários tenham sido comprometidos. 172332
A Ledger afirma que identificou a vulnerabilidade em seu próprio processo de segurança e lançou proteções no app Ethereum 1.22.2. Reportagens também informam que o problema subjacente foi corrigido no Secure SDK 26.6.1. 172124
A posição da Ledger foi categórica: “Nenhum usuário da Ledger foi hackeado.” As informações disponíveis não relatam perdas conhecidas relacionadas à reprodução da OneKey, mas essa declaração deve ser entendida como um relato sobre a exploração observada — não como prova de que a exploração seria impossível em uma versão afetada. 172031
A diferença é importante. Uma reprodução em laboratório confirma que um caminho vulnerável funciona sob determinadas condições, mas não demonstra que criminosos tenham usado esse caminho no mundo real.
A versão 1.22.3 corrigiu outras duas vulnerabilidades do app Ethereum que continuavam relevantes depois da atualização para a 1.22.2. O índice de boletins de segurança da Ledger as identifica como LSB-024 e LSB-025. 46
A LSB-024 estava relacionada ao tratamento de inteiros ou da quantidade de operações no clear signing — recurso que permite revisar dados da transação no próprio dispositivo. Um lote especialmente elaborado com 257 operações poderia fazer o aparelho exibir apenas a operação final, embora assinasse o lote inteiro.
Isso representa uma falha na integridade da revisão da transação. O dispositivo ainda poderia exigir a confirmação do usuário, mas as informações apresentadas não descreveriam fielmente todo o conteúdo assinado. A Ledger chama o problema de “bypass do clear signing por truncamento da contagem de elementos”. 46
A LSB-025 afetava o fluxo de swaps. Um provedor de swap comprometido poderia substituir o pagamento esperado por uma aprovação de token sem provocar uma nova solicitação no dispositivo. A Ledger descreve o problema como “fluxo de swap que aceitava uma aprovação de token no lugar de um pagamento”. 46
Os limites relatados são importantes. A falha não foi descrita como um mecanismo capaz de criar uma permissão ilimitada ou aprovar um endereço arbitrário escolhido pelo invasor. Ainda assim, poderia levar o usuário a assinar uma aprovação que não pretendia autorizar — algo materialmente diferente do pagamento esperado em um swap. 46
O material público reunido para este relatório indica que as mudanças relacionadas às duas falhas posteriores já teriam sido incorporadas meses antes do lançamento da versão 1.22.2, mas as correções só apareceram na versão 1.22.3. Reportagens descrevem a omissão como uma questão de lançamento ou integração ainda sem resposta. 37
Não há documentação pública suficientemente autoritativa para determinar se a causa foi priorização do lançamento, falha de integração, testes ou outra decisão interna. A conclusão defensável é mais restrita: as correções não foram incluídas na versão 1.22.2, e o motivo exato continua sem explicação pública. Afirmações mais fortes extrapolariam as evidências disponíveis.
A Ledger argumenta que uma arquitetura atualizável permite corrigir e distribuir soluções para vulnerabilidades em aplicativos do dispositivo e em softwares de suporte. Nesse modelo, o processo de segurança deve identificar a falha, desenvolver a correção, lançá-la e divulgar o problema posteriormente com detalhes técnicos. A LSB-023 foi apresentada como um exemplo desse processo: a falha foi identificada internamente, corrigida e depois documentada em um boletim de segurança. 3
Há uma vantagem clara: uma vulnerabilidade de software descoberta não precisa permanecer definitivamente no dispositivo. Mas o modelo também cria uma obrigação operacional para o usuário. Um patch só protege o aparelho depois que o aplicativo afetado é efetivamente atualizado, e um lançamento atrasado ou incompleto pode deixar problemas relacionados sem solução — como ilustra o intervalo entre as versões 1.22.2 e 1.22.3. 37
A conclusão imediata é simples: a OneKey demonstrou uma falha real em uma versão desatualizada do app Ethereum da Ledger, mas as evidências disponíveis não mostram um ataque em andamento contra usuários da Ledger. Ainda assim, o episódio merece atenção: as LSB-024 e LSB-025 mostram que instalar a primeira correção disponível não necessariamente encerrou toda a história de segurança.
Studio Global AI
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A demonstração da OneKey foi uma reprodução controlada em laboratório contra a versão antiga 1.22.1 do app Ethereum da Ledger, e não uma prova de comprometimento de usuários.
A demonstração da OneKey foi uma reprodução controlada em laboratório contra a versão antiga 1.22.1 do app Ethereum da Ledger, e não uma prova de comprometimento de usuários. A versão 1.22.2 corrigiu a LSB 023; a versão 1.22.3 corrigiu duas falhas adicionais, LSB 024 e LSB 025, relacionadas à exibição de operações e a aprovações em swaps.