Esse símbolo tem uma vida dupla. Embora amplamente utilizado como um sinal inofensivo para "ok" ou para uma brincadeira, ele foi designado como um símbolo de ódio em 2019 pela Liga Antidifamação (ADL), com sede em Nova York, após ser apropriado por grupos da extrema-direita e supremacistas brancos .
O momento da transmissão imediatamente gerou protestos da Fare Network, um grupo parceiro da FIFA que monitora e relata comportamentos discriminatórios no torneio. A organização condenou publicamente o gesto como um símbolo neonazista e supremacista e pediu a remoção imediata de Evans, afirmando que ele "não pode continuar na Copa do Mundo" .
A FIFA agiu rapidamente, com seu comitê disciplinar independente lançando uma investigação no dia seguinte. O inquérito focou em determinar se o gesto representava uma violação do Código Disciplinar da entidade.
Em 15 de junho de 2026, a FIFA divulgou suas conclusões. O comitê não encontrou "nenhuma evidência" de que Evans tivesse feito intencionalmente um gesto racista ou violado qualquer código de conduta . A entidade máxima do futebol aceitou a explicação de que a ação não foi um sinal deliberado.
Em uma declaração divulgada pela FIFA em seu nome, Evans descreveu o gesto como "um tique involuntário e subconsciente" que ele não tinha consciência de ter feito . Essa justificativa foi suficiente para a FIFA, que o inocentou formalmente de qualquer irregularidade e confirmou que ele continuará em sua função de arbitragem no torneio .
A partida em si, uma vitória de 7 a 1 da Alemanha sobre Curaçao, foi ofuscada pela controvérsia que se seguiu, dominando as manchetes esportivas nas 24 horas seguintes . O caso foi encerrado sem nenhuma punição, permitindo que Evans retomasse suas funções nos bastidores do maior evento esportivo do mundo.
Esse símbolo tem uma vida dupla. Embora amplamente utilizado como um sinal inofensivo para "ok" ou para uma brincadeira, ele foi designado como um símbolo de ódio em 2019 pela Liga Antidifamação (ADL), com sede em Nova York, após ser apropriado por grupos da extrema-direita e supremacistas brancos .
O momento da transmissão imediatamente gerou protestos da Fare Network, um grupo parceiro da FIFA que monitora e relata comportamentos discriminatórios no torneio. A organização condenou publicamente o gesto como um símbolo neonazista e supremacista e pediu a remoção imediata de Evans, afirmando que ele "não pode continuar na Copa do Mundo" .
A FIFA agiu rapidamente, com seu comitê disciplinar independente lançando uma investigação no dia seguinte. O inquérito focou em determinar se o gesto representava uma violação do Código Disciplinar da entidade.
Em 15 de junho de 2026, a FIFA divulgou suas conclusões. O comitê não encontrou "nenhuma evidência" de que Evans tivesse feito intencionalmente um gesto racista ou violado qualquer código de conduta . A entidade máxima do futebol aceitou a explicação de que a ação não foi um sinal deliberado.
Em uma declaração divulgada pela FIFA em seu nome, Evans descreveu o gesto como "um tique involuntário e subconsciente" que ele não tinha consciência de ter feito . Essa justificativa foi suficiente para a FIFA, que o inocentou formalmente de qualquer irregularidade e confirmou que ele continuará em sua função de arbitragem no torneio .
A partida em si, uma vitória de 7 a 1 da Alemanha sobre Curaçao, foi ofuscada pela controvérsia que se seguiu, dominando as manchetes esportivas nas 24 horas seguintes . O caso foi encerrado sem nenhuma punição, permitindo que Evans retomasse suas funções nos bastidores do maior evento esportivo do mundo.