Em 15 de setembro de 2026, a moção para levar o CLARITY Act adiante recebeu 50 votos favoráveis e 49 contrários, mas precisava de 60 para prosperar. Jerry Moran, Susan Collins, Josh Hawley e Thom Tillis foram os quatro republicanos que votaram contra o avanço; o voto de Tillis foi descrito como processual, preservan...
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Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What happened when the U.S. Senate voted on September 15, 2026, to advance President Donald Trump-backed cryptocurrency legislation known as. Article summary: The Senate did not pass—or even begin debate on—the Clarity Act. Its 50–49 procedural vote failed to reach the 60 votes needed to advance, a major setback to the crypto industry’s chief U.S. policy priority and to Presid. Topic tags: general, news, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts w
O Senado dos Estados Unidos não aprovou nem começou a debater o Digital Asset Market CLARITY Act em 15 de setembro de 2026. A votação foi processual: a moção para levar o projeto adiante recebeu 50 votos favoráveis e 49 contrários, mas precisava de 60 votos para superar essa etapa no Senado. Com isso, a proposta ficou 10 votos abaixo do necessário e foi paralisada. 1
14
O resultado não foi uma votação final sobre o mérito do projeto. Os senadores decidiram apenas se o CLARITY Act poderia seguir para debate e apresentação de emendas no plenário. Como a barreira de 60 votos não foi atingida, o texto não chegou a essa fase. 11
14
Quatro republicanos — Jerry Moran, Susan Collins, Josh Hawley e Thom Tillis — votaram contra o avanço, junto aos democratas. Segundo reportagens, o voto de Tillis teve caráter processual e buscava preservar a possibilidade de pedir uma reconsideração posteriormente. Na prática, porém, a proximidade de um recesso do Congresso antes das eleições legislativas de novembro dificultava uma retomada rápida da proposta. 1
11
O projeto propunha uma estrutura federal para o mercado de ativos digitais. O ponto central era esclarecer a divisão de atribuições entre a SEC, órgão regulador do mercado de valores mobiliários dos EUA, e a CFTC, agência que supervisiona mercados de commodities e derivativos, na fiscalização do setor cripto. 17
Para empresas do segmento, uma lei desse tipo poderia reduzir a incerteza sobre qual regulador teria competência sobre determinados produtos e atividades. O setor cripto tratava a medida como uma de suas prioridades políticas nos Estados Unidos, e o presidente Donald Trump a apoiava dentro de sua agenda favorável ao mercado de criptoativos. 1
17
As negociações de última hora tentaram responder a duas frentes de resistência:
As mudanças não foram suficientes para formar a maioria necessária. Entidades bancárias afirmaram que o texto revisado não resolvia adequadamente a questão dos depósitos e do crédito. Já parte da oposição democrata continuou concentrada em possíveis conflitos relacionados aos negócios de cripto de Trump. 1
Sem uma nova lei, a supervisão do mercado continua baseada nas atribuições já existentes da SEC e da CFTC, além de regras elaboradas pelas próprias agências. Assim, permanece sem solução legislativa a divisão de responsabilidades que o CLARITY Act pretendia estabelecer. 17
A diferença é relevante porque políticas de agências podem mudar com futuras comissões e podem ser contestadas na Justiça. Uma lei aprovada pelo Congresso ofereceria uma base mais duradoura do que regras regulatórias isoladas. 11
A falta de avanço do projeto foi seguida por quedas em criptomoedas e em empresas expostas ao setor:
A venda refletiu a redução da expectativa de que os Estados Unidos adotariam em breve uma estrutura ampla para o mercado cripto. Ainda assim, o resultado processual não enterrou o projeto de forma definitiva: ele apenas impediu que o Senado o analisasse naquele momento. 11
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Em 15 de setembro de 2026, a moção para levar o CLARITY Act adiante recebeu 50 votos favoráveis e 49 contrários, mas precisava de 60 para prosperar.
Em 15 de setembro de 2026, a moção para levar o CLARITY Act adiante recebeu 50 votos favoráveis e 49 contrários, mas precisava de 60 para prosperar. Jerry Moran, Susan Collins, Josh Hawley e Thom Tillis foram os quatro republicanos que votaram contra o avanço; o voto de Tillis foi descrito como processual, preservando a possibilidade de pedir reconsideração.
O projeto buscava dividir de forma mais clara a supervisão do mercado cripto entre SEC e CFTC.
Em 15 de setembro de 2026, a moção para levar o CLARITY Act adiante recebeu 50 votos favoráveis e 49 contrários, mas precisava de 60 para prosperar. Jerry Moran, Susan Collins, Josh Hawley e Thom Tillis foram os quatro republicanos que votaram contra o avanço; o voto de Tillis foi descrito como processual, preservan...
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O Senado dos Estados Unidos não aprovou nem começou a debater o Digital Asset Market CLARITY Act em 15 de setembro de 2026. A votação foi processual: a moção para levar o projeto adiante recebeu 50 votos favoráveis e 49 contrários, mas precisava de 60 votos para superar essa etapa no Senado. Com isso, a proposta ficou 10 votos abaixo do necessário e foi paralisada. 1
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O resultado não foi uma votação final sobre o mérito do projeto. Os senadores decidiram apenas se o CLARITY Act poderia seguir para debate e apresentação de emendas no plenário. Como a barreira de 60 votos não foi atingida, o texto não chegou a essa fase. 11
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Quatro republicanos — Jerry Moran, Susan Collins, Josh Hawley e Thom Tillis — votaram contra o avanço, junto aos democratas. Segundo reportagens, o voto de Tillis teve caráter processual e buscava preservar a possibilidade de pedir uma reconsideração posteriormente. Na prática, porém, a proximidade de um recesso do Congresso antes das eleições legislativas de novembro dificultava uma retomada rápida da proposta. 1
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O projeto propunha uma estrutura federal para o mercado de ativos digitais. O ponto central era esclarecer a divisão de atribuições entre a SEC, órgão regulador do mercado de valores mobiliários dos EUA, e a CFTC, agência que supervisiona mercados de commodities e derivativos, na fiscalização do setor cripto. 17
Para empresas do segmento, uma lei desse tipo poderia reduzir a incerteza sobre qual regulador teria competência sobre determinados produtos e atividades. O setor cripto tratava a medida como uma de suas prioridades políticas nos Estados Unidos, e o presidente Donald Trump a apoiava dentro de sua agenda favorável ao mercado de criptoativos. 1
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As negociações de última hora tentaram responder a duas frentes de resistência:
As mudanças não foram suficientes para formar a maioria necessária. Entidades bancárias afirmaram que o texto revisado não resolvia adequadamente a questão dos depósitos e do crédito. Já parte da oposição democrata continuou concentrada em possíveis conflitos relacionados aos negócios de cripto de Trump. 1
Sem uma nova lei, a supervisão do mercado continua baseada nas atribuições já existentes da SEC e da CFTC, além de regras elaboradas pelas próprias agências. Assim, permanece sem solução legislativa a divisão de responsabilidades que o CLARITY Act pretendia estabelecer. 17
A diferença é relevante porque políticas de agências podem mudar com futuras comissões e podem ser contestadas na Justiça. Uma lei aprovada pelo Congresso ofereceria uma base mais duradoura do que regras regulatórias isoladas. 11
A falta de avanço do projeto foi seguida por quedas em criptomoedas e em empresas expostas ao setor:
A venda refletiu a redução da expectativa de que os Estados Unidos adotariam em breve uma estrutura ampla para o mercado cripto. Ainda assim, o resultado processual não enterrou o projeto de forma definitiva: ele apenas impediu que o Senado o analisasse naquele momento. 11
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Em 15 de setembro de 2026, a moção para levar o CLARITY Act adiante recebeu 50 votos favoráveis e 49 contrários, mas precisava de 60 para prosperar.
Em 15 de setembro de 2026, a moção para levar o CLARITY Act adiante recebeu 50 votos favoráveis e 49 contrários, mas precisava de 60 para prosperar. Jerry Moran, Susan Collins, Josh Hawley e Thom Tillis foram os quatro republicanos que votaram contra o avanço; o voto de Tillis foi descrito como processual, preservando a possibilidade de pedir reconsideração.
O projeto buscava dividir de forma mais clara a supervisão do mercado cripto entre SEC e CFTC.