A ponte Gravity Bridge perdeu US$ 5,4 milhões em 30 de maio de 2026 por um provável vazamento de chave de assinatura, e não por uma vulnerabilidade no contrato inteligente, drenando USDC, ETH, USDT e tokens PAYG do co... O invasor já movimentou parte dos fundos pelas plataformas ChangeNOW e Binance, mas ainda mantém...

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What happened in the suspected $5.4 million hack of Gravity Bridge on May 30, 2026, including the stolen assets, the cause (a signing key co. Article summary: On May 30, 2026, the Gravity Bridge cross-chain protocol was exploited for approximately **$5.4 million** in a breach that on-chain investigators linked to a **suspected compromised signing or bridge contract key**.[7] T. Topic tags: general, general web. Reference image context from search candidates: Reference image 1: visual subject "* Hackers drained tBTC, ETH, and USDC from the Verus-Ethereum bridge before consolidating the funds into over 5,400 ETH held in a single wallet. **On May 18, an attacker drained ap" source context "Verus suffers $11.5M hack as bridge-related exploits hit $329M in 2026" Reference image 2: visual subject "Securing the heart of dig
Na manhã de 30 de maio de 2026, plataformas de segurança blockchain começaram a detectar movimentações anormais no contrato da Gravity Bridge na rede Ethereum. A Gravity Bridge é uma ponte projetada para transferir ativos entre o ecossistema Ethereum e o Cosmos. Em poucas horas, analistas conseguiram rastrear um rombo de aproximadamente US$ 5,4 milhões, rapidamente ligado a uma suspeita de comprometimento da chave de assinatura do contrato, em vez de uma falha técnica no código .
O investigador on-chain Specter foi o primeiro a reportar o incidente, identificando dois endereços de atacantes associados às retiradas suspeitas . Analistas das empresas de segurança PeckShield e SlowMist logo corroboraram as descobertas, concluindo que a causa mais provável foi o vazamento ou comprometimento da chave do contrato da ponte ou de uma autorização de assinatura
.
O ataque partiu do contrato verificado da Gravity Bridge na Ethereum, usando um acesso privilegiado que fazia as transações parecerem autorizadas. Isso afastou a hipótese de uma vulnerabilidade comum em contrato inteligente e apontou para algo mais simples e perigoso: alguém teve acesso a uma chave privada que permitia assinar transações como se fosse um operador legítimo da ponte .
O ataque resultou na drenagem de:
Até o momento, os responsáveis pela Gravity Bridge não emitiram nenhuma resposta oficial sobre o incidente .
Em vez de sacar tudo de uma vez, o invasor adotou uma abordagem em etapas. A PeckShield rastreou uma parte dos fundos roubados passando pela ChangeNOW, um serviço de troca não custodial, e pela Binance, a maior exchange centralizada do mundo .
No entanto, o detalhe mais intrigante para os investigadores é o que o hacker não movimentou. De acordo com as últimas atualizações de monitoramento, a carteira do invasor ainda contém 2.102 ETH, o equivalente a cerca de US$ 4,23 milhões . Isso sugere que o explorador converteu as stablecoins e tokens roubados em ETH, mas fez uma pausa antes de sacar completamente — possivelmente para não disparar novos congelamentos em corretoras ou atrair ainda mais a atenção das autoridades.
O saldo retido representa uma pegada on-chain viva. Pesquisadores de segurança e empresas de análise de blockchain continuam monitorando a carteira, e qualquer movimento futuro provavelmente acionará alertas nas principais plataformas de compliance do mercado .
A Gravity Bridge é um blockchain descentralizado e sem confiança, construído para conectar os ecossistemas Ethereum e Cosmos por meio do protocolo IBC (Inter-Blockchain Communication, ou Comunicação Inter-Blockchain). Ela permite que os usuários transfiram ativos ERC-20, como USDC, DAI e WETH, para o universo Cosmos e vice-versa, sem depender de um custodiante centralizado .
Até meados de 2026, a Gravity Bridge já havia acumulado mais de US$ 50 bilhões em volume total transacionado e operava com um conjunto de mais de 100 validadores para garantir a finalidade das transações . A ponte foi desenhada para ser neutra e ter acesso sem permissão, com governança distribuída entre múltiplos participantes. Antes do ataque de 30 de maio, o Valor Total Bloqueado (TVL) na ponte era de aproximadamente US$ 11,5 milhões, de acordo com rastreadores on-chain
.
A violação expôs uma tensão fundamental no design de pontes. A arquitetura da Gravity Bridge é descentralizada no nível de governança e validadores, mas o uso de chaves de assinatura privilegiadas para autorizar retiradas no lado da Ethereum introduziu um ponto de confiança concentrado. Quando essa chave foi supostamente comprometida, o invasor pôde drenar fundos sem precisar vencer o modelo de segurança mais amplo da ponte .
O ataque à Gravity Bridge não foi um caso isolado. Até meados de maio de 2026, a PeckShield já havia registrado oito grandes hacks em pontes cross-chain, totalizando US$ 328,6 milhões em ativos roubados apenas em 2026 . A lista inclui:
| Data | Protocolo | Perda Reportada |
|---|---|---|
| 18 de maio | Ponte Verus-Ethereum | US$ 11,4 milhões |
| 15 de maio | THORChain | US$ 10 milhões |
| 27 de abril | ZetaChain | US$ 300 mil |
| 18 de abril | Kelp / LayerZero | US$ 292 milhões |
| 13 de abril | Hyperbridge | US$ 2,5 milhões |
| 7 de abril | Squid Router | US$ 1 milhão |
| 21 de fevereiro | Ponte IoTeX | US$ 8,8 milhões |
| 1º de fevereiro | CrossCurve | US$ 3 milhões |
A Gravity Bridge se torna a nona grande adição a essa lista sombria, provavelmente elevando o total de perdas em 2026 para mais de US$ 330 milhões antes mesmo de junho. A frequência e a escala desses incidentes transformaram a segurança das pontes em um dos problemas mais urgentes da indústria .
Se existe um ponto em comum nesses ataques, não é necessariamente a qualidade do código, mas sim a arquitetura de gestão de chaves.
O incidente com a Kelp/LayerZero em abril, que sozinho respondeu por US$ 292 milhões, e agora o caso da Gravity Bridge levantam questões sobre os mecanismos de autorização, mais do que sobre bugs puramente técnicos. Quando a segurança de uma ponte depende de um pequeno conjunto de chaves de assinatura — mesmo que essas chaves estejam em posse de partes respeitáveis —, qualquer chave comprometida pode se tornar uma chave mestra para um invasor .
O ataque à Gravity Bridge reforça um argumento que pesquisadores de segurança vêm fazendo há anos: o consenso descentralizado em uma camada da pilha tecnológica não compensa a gestão centralizada de chaves em outra. Carteiras de Computação Multi-Parte (MPC), esquemas de assinatura por limiar e Módulos de Segurança de Hardware (HSMs) já foram propostos como soluções, mas sua adoção ainda é inconsistente no ecossistema de pontes.
O incidente também destaca uma realidade pragmática para os investigadores. Como o invasor trocou as stablecoins roubadas por ETH e deixou a maior parte em uma carteira rastreável, a violação se torna um estudo de caso ao vivo para recuperação de ativos e rastreamento legal. Se isso levará à devolução dos fundos ou apenas a mais um endereço adicionado a uma lista negra on-chain infinita, ainda é uma incógnita.
Studio Global AI
Use this topic as a starting point for a fresh source-backed answer, then compare citations before you share it.
A ponte Gravity Bridge perdeu US$ 5,4 milhões em 30 de maio de 2026 por um provável vazamento de chave de assinatura, e não por uma vulnerabilidade no contrato inteligente, drenando USDC, ETH, USDT e tokens PAYG do co...
A ponte Gravity Bridge perdeu US$ 5,4 milhões em 30 de maio de 2026 por um provável vazamento de chave de assinatura, e não por uma vulnerabilidade no contrato inteligente, drenando USDC, ETH, USDT e tokens PAYG do co... O invasor já movimentou parte dos fundos pelas plataformas ChangeNOW e Binance, mas ainda mantém 2.102 ETH (cerca de R$ 24 milhões) em sua carteira, que está sendo rastreada ativamente por empresas de segurança.
Este é o nono grande ataque a pontes entre blockchains em 2026, elevando as perdas totais para mais de US$ 328 milhões, segundo a PeckShield, e reacendendo o debate sobre a gestão centralizada de chaves como um ponto...