2. Demissões e Nenhum Projeto Substituto
No mesmo dia, o jornalista Jason Schreier, da Bloomberg, noticiou que a Bungie, agora uma subsidiária da Sony, está se preparando para outra rodada significativa de demissões — a terceira do estúdio desde sua aquisição pela Sony por US$ 3,6 bilhões em 2022 . Fontes disseram a Schreier que a Bungie não aprovou nenhum novo jogo para o qual a equipe atual de Destiny 2 pudesse migrar. Isso confirmou para os fãs que Destiny 3 não estava simplesmente sem anúncio; ele não estava em produção ativa de forma alguma
. Para piorar, a maioria dos funcionários de base da Bungie soube que o jogo estava acabando ao mesmo tempo que o público
.
3. Sony Promove Marathon como Prioridade
Durante o próprio evento que os fãs planejavam tumultuar, a Sony deu grande destaque à Temporada 2 de Marathon . O jogo de tiro de extração, que já luta para reter jogadores após seu lançamento inicial, foi apresentado como o foco principal da Bungie
. Para os fãs de Destiny, assistir seu amado universo sendo oficialmente abandonado enquanto os recursos do estúdio eram redirecionados para outro título soou como uma provocação deliberada
.
A resposta dos fãs foi rápida e multifacetada, indo muito além de uma simples petição para se tornar uma verdadeira campanha de desobediência civil digital.
A realidade que modera o clamor dos fãs é dura. Até o momento do protesto, a Bungie não tem nenhum projeto aprovado para a equipe de Destiny 2 seguir em frente. Fontes internas relatam que os funcionários estão apresentando e prototipando novas ideias, mas nada — incluindo um possível novo capítulo no universo Destiny — recebeu sinal verde . Sony e Bungie ainda não emitiram qualquer resposta pública à petição ou aos protestos
.
O grito de guerra #WeWantDestiny3 agora paira sobre um estúdio em transição e uma base de fãs em revolta aberta, aguardando para ver se a indignação coordenada pode mudar um roteiro corporativo que, por enquanto, não tem espaço para o Viajante.