Um memorando que circulou internamente em setembro e foi publicado em 27 de outubro diz que engenheiros devem ser avaliados pelos resultados para clientes e negócios — não por tokens consumidos ou volume de código. O “desenvolvedor renascentista” combina ferramentas de IA com julgamento humano e conhecimento da área...
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Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What does Amazon’s September 2026 internal memo, written by Worldwide Amazon Stores vice president and distinguished engineer Terk Terkowitz. Article summary: Amazon’s memo shifts the emphasis from how much AI engineers use to what they deliver: useful customer and business outcomes, supported by engineering judgment rather than usage scorecards.[7][8] Written by Worldwide Ama. Topic tags: general, general web. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clic
A Amazon está fazendo uma distinção importante para suas equipes de engenharia: usar inteligência artificial não é o mesmo que gerar valor com ela. Em um memorando que circulou internamente em setembro de 2026 e foi publicado em 27 de outubro, Terk Terkowitz, vice-presidente e engenheiro distinto da Worldwide Amazon Stores, descreve o “desenvolvedor renascentista” como alguém cujo trabalho é definido pelos resultados — não pelas ferramentas usadas.13
20
A ideia é combinar ferramentas de IA com julgamento humano e conhecimento especializado para criar soluções novas. Isso não significa que a IA precise entrar em toda tarefa. Engenheiros devem poder explicar quando as ferramentas disponíveis não ajudam no trabalho: segundo a orientação da Amazon, isso é “uma constatação, não um fracasso”.10
20
O foco, portanto, está em entender o problema, escolher as ferramentas adequadas e entregar algo útil — não em demonstrar atividade por demonstrar. A diretriz também se dirige a gestores de desenvolvimento de software, indicando que essa distinção importa tanto para o trabalho das equipes quanto para a forma como elas são acompanhadas e avaliadas.5
31
“Tokenmaxxing” é a prática de maximizar o uso de tokens de IA para dar sinais visíveis de adoção. A Amazon alerta que contagem de tokens, índices de adoção, mudanças no código, revisões e linhas de código não devem ser tratados isoladamente como medidas de produtividade. Esses números registram insumos ou atividade; sozinhos, não mostram se clientes ou negócios foram beneficiados.7
11
31
O alerta também se relaciona a princípios de liderança da empresa. Segundo a cobertura do memorando, a Amazon considera que o tokenmaxxing contraria a Frugalidade, enquanto medir o trabalho pelo volume de linhas de código contraria “Inventar e simplificar”. Incentivar mais consumo ou mais código pode elevar custos e complexidade sem demonstrar que o resultado ficou mais valioso.11
31
Isso não quer dizer que os dados de adoção sejam inúteis. A cobertura do documento diz que a Amazon reconhece uma possível correlação entre métricas de uso e resultados, mas recomenda interpretá-las com cuidado e discernimento.16 Uma correlação pode servir como sinal para investigar; não transforma automaticamente a métrica em uma boa meta. Se uma equipe for premiada por elevar o consumo de tokens, poderá aumentar esse número sem necessariamente melhorar o trabalho.
A orientação recomenda observar mais de perto as equipes próximas aos percentis 10 e 90 de adoção de IA — isto é, as que estão entre os níveis mais baixos e mais altos de uso.16 Isso não significa presumir que as equipes de menor adoção estejam ficando para trás, nem que as de maior adoção estejam tendo melhor desempenho. Os números são um ponto de partida para perguntas, não um veredito.
Nas equipes que usam menos IA, gestores podem investigar se as tarefas não combinam com as ferramentas atuais, se há obstáculos à adoção ou se oportunidades úteis estão sendo deixadas de lado. Nas que usam mais, podem avaliar se esse uso melhora os resultados ou apenas aumenta a atividade e os custos. São formas práticas de interpretar os extremos; o critério central continua sendo o valor do trabalho entregue.
A diretriz da Amazon não manda evitar IA nem define uma quantidade ideal de uso. Ela pede que engenheiros exerçam julgamento, recorram ao conhecimento da própria área e mantenham o foco nos resultados para clientes e negócios. Para gestores, a recomendação é tratar métricas de adoção com cuidado, em vez de transformá-las em placares de desempenho.16
20
A distinção é simples: o uso de IA é um insumo; resultados úteis de engenharia são o objetivo. Quando a IA não ajuda em uma tarefa específica, explicar o motivo pode ajudar a equipe a entender os limites das ferramentas — sem pressionar ninguém a inventar usos só para aumentar os números.10
Studio Global AI
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Um memorando que circulou internamente em setembro e foi publicado em 27 de outubro diz que engenheiros devem ser avaliados pelos resultados para clientes e negócios — não por tokens consumidos ou volume de código.
Um memorando que circulou internamente em setembro e foi publicado em 27 de outubro diz que engenheiros devem ser avaliados pelos resultados para clientes e negócios — não por tokens consumidos ou volume de código. O “desenvolvedor renascentista” combina ferramentas de IA com julgamento humano e conhecimento da área; concluir que a IA não ajuda em uma tarefa pode ser válido, não um fracasso.[10][20]
A Amazon recomenda analisar com mais atenção as equipes próximas aos percentis 10 e 90 de adoção de IA, sem presumir que uso baixo ou alto, por si só, indique bom desempenho.[16]
Um memorando que circulou internamente em setembro e foi publicado em 27 de outubro diz que engenheiros devem ser avaliados pelos resultados para clientes e negócios — não por tokens consumidos ou volume de código. O “desenvolvedor renascentista” combina ferramentas de IA com julgamento humano e conhecimento da área...
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What does Amazon’s September 2026 internal memo, written by Worldwide Amazon Stores vice president and distinguished engineer Terk Terkowitz. Article summary: Amazon’s memo shifts the emphasis from how much AI engineers use to what they deliver: useful customer and business outcomes, supported by engineering judgment rather than usage scorecards.[7][8] Written by Worldwide Ama. Topic tags: general, general web. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clic
A Amazon está fazendo uma distinção importante para suas equipes de engenharia: usar inteligência artificial não é o mesmo que gerar valor com ela. Em um memorando que circulou internamente em setembro de 2026 e foi publicado em 27 de outubro, Terk Terkowitz, vice-presidente e engenheiro distinto da Worldwide Amazon Stores, descreve o “desenvolvedor renascentista” como alguém cujo trabalho é definido pelos resultados — não pelas ferramentas usadas.13
20
A ideia é combinar ferramentas de IA com julgamento humano e conhecimento especializado para criar soluções novas. Isso não significa que a IA precise entrar em toda tarefa. Engenheiros devem poder explicar quando as ferramentas disponíveis não ajudam no trabalho: segundo a orientação da Amazon, isso é “uma constatação, não um fracasso”.10
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O foco, portanto, está em entender o problema, escolher as ferramentas adequadas e entregar algo útil — não em demonstrar atividade por demonstrar. A diretriz também se dirige a gestores de desenvolvimento de software, indicando que essa distinção importa tanto para o trabalho das equipes quanto para a forma como elas são acompanhadas e avaliadas.5
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“Tokenmaxxing” é a prática de maximizar o uso de tokens de IA para dar sinais visíveis de adoção. A Amazon alerta que contagem de tokens, índices de adoção, mudanças no código, revisões e linhas de código não devem ser tratados isoladamente como medidas de produtividade. Esses números registram insumos ou atividade; sozinhos, não mostram se clientes ou negócios foram beneficiados.7
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O alerta também se relaciona a princípios de liderança da empresa. Segundo a cobertura do memorando, a Amazon considera que o tokenmaxxing contraria a Frugalidade, enquanto medir o trabalho pelo volume de linhas de código contraria “Inventar e simplificar”. Incentivar mais consumo ou mais código pode elevar custos e complexidade sem demonstrar que o resultado ficou mais valioso.11
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Isso não quer dizer que os dados de adoção sejam inúteis. A cobertura do documento diz que a Amazon reconhece uma possível correlação entre métricas de uso e resultados, mas recomenda interpretá-las com cuidado e discernimento.16 Uma correlação pode servir como sinal para investigar; não transforma automaticamente a métrica em uma boa meta. Se uma equipe for premiada por elevar o consumo de tokens, poderá aumentar esse número sem necessariamente melhorar o trabalho.
A orientação recomenda observar mais de perto as equipes próximas aos percentis 10 e 90 de adoção de IA — isto é, as que estão entre os níveis mais baixos e mais altos de uso.16 Isso não significa presumir que as equipes de menor adoção estejam ficando para trás, nem que as de maior adoção estejam tendo melhor desempenho. Os números são um ponto de partida para perguntas, não um veredito.
Nas equipes que usam menos IA, gestores podem investigar se as tarefas não combinam com as ferramentas atuais, se há obstáculos à adoção ou se oportunidades úteis estão sendo deixadas de lado. Nas que usam mais, podem avaliar se esse uso melhora os resultados ou apenas aumenta a atividade e os custos. São formas práticas de interpretar os extremos; o critério central continua sendo o valor do trabalho entregue.
A diretriz da Amazon não manda evitar IA nem define uma quantidade ideal de uso. Ela pede que engenheiros exerçam julgamento, recorram ao conhecimento da própria área e mantenham o foco nos resultados para clientes e negócios. Para gestores, a recomendação é tratar métricas de adoção com cuidado, em vez de transformá-las em placares de desempenho.16
20
A distinção é simples: o uso de IA é um insumo; resultados úteis de engenharia são o objetivo. Quando a IA não ajuda em uma tarefa específica, explicar o motivo pode ajudar a equipe a entender os limites das ferramentas — sem pressionar ninguém a inventar usos só para aumentar os números.10
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Um memorando que circulou internamente em setembro e foi publicado em 27 de outubro diz que engenheiros devem ser avaliados pelos resultados para clientes e negócios — não por tokens consumidos ou volume de código.
Um memorando que circulou internamente em setembro e foi publicado em 27 de outubro diz que engenheiros devem ser avaliados pelos resultados para clientes e negócios — não por tokens consumidos ou volume de código. O “desenvolvedor renascentista” combina ferramentas de IA com julgamento humano e conhecimento da área; concluir que a IA não ajuda em uma tarefa pode ser válido, não um fracasso.[10][20]
A Amazon recomenda analisar com mais atenção as equipes próximas aos percentis 10 e 90 de adoção de IA, sem presumir que uso baixo ou alto, por si só, indique bom desempenho.[16]