Hannan Sulieman apresentou números devastadores sobre o impacto da crise nas crianças :
Sulieman alertou: "Os espaços fundamentais da infância – o lar, a sala de aula, a rua, a comunidade – estão se tornando cada vez mais inseguros." Ela pressionou o Conselho a proteger as crianças, acabar com o deslocamento forçado, garantir o acesso à educação e à saúde e salvaguardar as operações humanitárias .
Alakbarov disse ao Conselho que os ataques de colonos, antes concentrados na Área C, são cada vez mais relatados na Área B (sob controle civil palestino) e até na Área A (controle palestino total) .
"O padrão é claro", disse ele: populações palestinas estão sendo deslocadas à força antes que os colonos tomem a terra desocupada. Ele descreveu estas como "etapas interligadas, não desenvolvimentos isolados... remodelando a Cisjordânia, enfraquecendo a governança palestina e avançando a anexação de facto" .
A sessão — solicitada pelos cinco membros europeus do Conselho (E5: Dinamarca, França, Grécia, Letônia, Reino Unido) e apoiada por Bahrein, China, Paquistão e Rússia — refletiu o alarme internacional crescente de que a trajetória na Cisjordânia está interligada com a crise em Gaza e ameaça qualquer caminho para uma solução negociada de dois Estados .