A Samsung afirma que a zHBM pode elevar em mais de 10 vezes a velocidade de resposta de sistemas de IA ao posicionar a HBM diretamente sobre o acelerador. Para uma futura interface com zHBM, a empresa projeta cerca de 8 vezes o desempenho da HBM5, mais de 10 vezes a densidade de memória, 3 vezes a eficiência energét...
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Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What did Samsung Electronics reveal at the September 16, 2026, AI Infrastructure Summit about its next-generation zHBM 3D memory architectur. Article summary: Samsung presented zHBM as a longer-term “zero-distance” HBM architecture: rather than placing HBM beside an AI accelerator on a silicon interposer, as in current 2.5D packages, it would bond HBM directly above the accele. Topic tags: general, general web, user generated, news. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts w
A Samsung propôs, com a zHBM, reduzir drasticamente a distância física entre o processamento de IA e sua memória mais rápida. Em vez de instalar a memória de alta largura de banda (HBM, na sigla em inglês) ao lado de uma GPU ou outro acelerador, a ideia é colocá-la diretamente sobre o processador, em um encapsulamento 3D integrado verticalmente. No AI Infrastructure Summit, realizado em 16 de setembro em Santa Clara, nos Estados Unidos, a empresa apresentou a arquitetura como um caminho para sistemas de IA baseada em agentes mais ágeis. 1
9
Nos pacotes convencionais, a HBM costuma ficar ao lado do acelerador, no mesmo plano, ligada por tecnologias avançadas de encapsulamento — uma configuração frequentemente chamada de 2.5D. Na zHBM, a memória ficaria sobre o acelerador de IA. Na prática, a Samsung quer aproximar lógica e memória em uma estrutura tridimensional. 12
13
A tese é simples: com um caminho menor para os dados percorrerem, a arquitetura pode aumentar a largura de banda, reduzir o gasto de energia na movimentação de informações e ampliar a capacidade de memória no mesmo espaço físico. A Samsung diz que pretende usar tecnologias de união de wafers de próxima geração, incluindo hybrid copper bonding (união híbrida de cobre), para viabilizar essa integração vertical. 7
48
Por enquanto, trata-se de uma arquitetura em estágio de conceito, não de uma substituta imediata para todos os pacotes HBM existentes. A Samsung exibiu a zHBM como modelo conceitual e ainda não divulgou um cronograma de comercialização. 13
14
Para uma interface de próxima geração com zHBM, a Samsung projeta:
No AI Infrastructure Summit, a empresa também afirmou que a zHBM poderia elevar em mais de dez vezes a velocidade de resposta dos sistemas de IA, com a ambição de chegar a 1.000 tokens por segundo. 1
9
Esses números são projeções da companhia para uma arquitetura futura, e não resultados independentes de um acelerador comercial já disponível. Empilhar memória diretamente sobre a lógica exige resolver desafios relevantes de produção em escala, rendimento de fabricação, dissipação de calor, confiabilidade e validação junto a parceiros fabricantes de aceleradores.
A Samsung associou a zHBM à IA de agentes: sistemas que precisam consultar contexto repetidamente, executar inferências, acionar ferramentas e gerar respostas. Nesses casos, adicionar mais poder de processamento não elimina o atraso se o acelerador estiver esperando pela chegada dos dados.
A zHBM tenta atacar justamente esse gargalo de memória e transferência de dados. Ao reduzir a distância até o acelerador, a proposta pode tornar a IA mais responsiva e tornar a movimentação de informações mais eficiente em energia. 1
7 Mas o ganho final dependerá do conjunto: acelerador, software, modelo, arquitetura do sistema e encapsulamento — e não apenas da posição da memória.
A Samsung apresentou a zHBM ao lado da zNAND-O, uma arquitetura NAND de alto desempenho voltada a cenários de IA de borda e cargas intensivas em dados. A zNAND-O é posicionada entre a DRAM e o armazenamento NAND convencional: a proposta é oferecer mais densidade que a DRAM, além de melhorar desempenho de entrada e saída, latência e eficiência energética em relação à NAND tradicional. 49
51
As duas tecnologias ocupam posições diferentes na hierarquia de memória:
A Samsung citou um teste com um modelo GPT de 120 bilhões de parâmetros no qual a zNAND-O teria alcançado a mesma taxa de tokens por segundo de um servidor convencional com DRAM, a um sexto do custo operacional. É um resultado de teste reportado pela própria companhia, não uma garantia geral de custo para implantações de modelos grandes. 54
55
A empresa também relaciona a zNAND-O ao desafio de executar modelos muito grandes no próprio dispositivo, afirmando que a IA on-device em escala de trilhões de parâmetros pode se tornar relevante até 2030. 53
O encontro em Santa Clara também reforçou uma distinção importante: ter mais capacidade de memória não torna todas as tecnologias equivalentes.
Daniel Morris, pesquisador de aceleradores da OpenAI, disse não ter encontrado um caso de uso para CXL — padrão de interconexão Compute Express Link — na execução de modelos de IA. Ele apontou valor potencial para dados pouco usados em modelos grandes. Vidia Thiagarajan, da Intel, também classificou o agrupamento de memória por CXL como complemento ao armazenamento secundário, e não como substituto da HBM, devido à diferença de largura de banda entre a memória conectada por CXL e a HBM. 18
22
Isso não significa que a CXL não terá espaço. A tendência é uma arquitetura em camadas: HBM junto ao acelerador para a computação ativa e sensível à largura de banda; CXL e outras camadas de memória ou armazenamento para ampliar capacidade e acomodar dados menos acessados.
No curto prazo, a disputa pela HBM continua dependendo da capacidade de fabricar, qualificar e entregar memória compatível com plataformas específicas de aceleradores. A zHBM dá à Samsung uma proposta diferenciada de longo prazo, mas não elimina a necessidade de comprovar rendimento produtivo, comportamento térmico, confiabilidade e integração com clientes.
Para o mercado de HBM, a visão de que CXL não deve substituir a memória local na execução ativa de modelos reforça o peso da HBM próxima ao acelerador. A questão competitiva, portanto, não é apenas quem apresenta o conceito 3D mais agressivo, mas quem consegue transformar projetos avançados de memória e encapsulamento em produtos qualificados e fabricados em volume primeiro. 18
33
36
A mensagem da Samsung é que o desempenho em IA está cada vez mais limitado pela movimentação de dados, capacidade de memória, consumo de energia e calor — não somente pela capacidade de cálculo. A zHBM propõe atacar esses limites com memória HBM empilhada diretamente sobre o acelerador, enquanto a zNAND-O acrescentaria uma camada mais densa para modelos e cargas maiores.
O potencial anunciado é expressivo, mas as métricas ainda são metas para uma tecnologia conceitual. Para empresas que planejam infraestrutura de IA, o principal sinal não é a chegada iminente de um produto zHBM: é a direção da indústria, com camadas de memória cada vez mais especializadas e integradas verticalmente, e com a HBM permanecendo central no caminho de maior desempenho. 13
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Studio Global AI
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A Samsung afirma que a zHBM pode elevar em mais de 10 vezes a velocidade de resposta de sistemas de IA ao posicionar a HBM diretamente sobre o acelerador.
A Samsung afirma que a zHBM pode elevar em mais de 10 vezes a velocidade de resposta de sistemas de IA ao posicionar a HBM diretamente sobre o acelerador. Para uma futura interface com zHBM, a empresa projeta cerca de 8 vezes o desempenho da HBM5, mais de 10 vezes a densidade de memória, 3 vezes a eficiência energética e mais de 50% menos resistência térmica.
Pesquisadores da OpenAI e da Intel disseram que a CXL tende a servir como camada complementar de capacidade, e não como substituta da HBM na execução ativa de modelos de IA.
A Samsung afirma que a zHBM pode elevar em mais de 10 vezes a velocidade de resposta de sistemas de IA ao posicionar a HBM diretamente sobre o acelerador. Para uma futura interface com zHBM, a empresa projeta cerca de 8 vezes o desempenho da HBM5, mais de 10 vezes a densidade de memória, 3 vezes a eficiência energét...
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A Samsung propôs, com a zHBM, reduzir drasticamente a distância física entre o processamento de IA e sua memória mais rápida. Em vez de instalar a memória de alta largura de banda (HBM, na sigla em inglês) ao lado de uma GPU ou outro acelerador, a ideia é colocá-la diretamente sobre o processador, em um encapsulamento 3D integrado verticalmente. No AI Infrastructure Summit, realizado em 16 de setembro em Santa Clara, nos Estados Unidos, a empresa apresentou a arquitetura como um caminho para sistemas de IA baseada em agentes mais ágeis. 1
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Nos pacotes convencionais, a HBM costuma ficar ao lado do acelerador, no mesmo plano, ligada por tecnologias avançadas de encapsulamento — uma configuração frequentemente chamada de 2.5D. Na zHBM, a memória ficaria sobre o acelerador de IA. Na prática, a Samsung quer aproximar lógica e memória em uma estrutura tridimensional. 12
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A tese é simples: com um caminho menor para os dados percorrerem, a arquitetura pode aumentar a largura de banda, reduzir o gasto de energia na movimentação de informações e ampliar a capacidade de memória no mesmo espaço físico. A Samsung diz que pretende usar tecnologias de união de wafers de próxima geração, incluindo hybrid copper bonding (união híbrida de cobre), para viabilizar essa integração vertical. 7
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Por enquanto, trata-se de uma arquitetura em estágio de conceito, não de uma substituta imediata para todos os pacotes HBM existentes. A Samsung exibiu a zHBM como modelo conceitual e ainda não divulgou um cronograma de comercialização. 13
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Para uma interface de próxima geração com zHBM, a Samsung projeta:
No AI Infrastructure Summit, a empresa também afirmou que a zHBM poderia elevar em mais de dez vezes a velocidade de resposta dos sistemas de IA, com a ambição de chegar a 1.000 tokens por segundo. 1
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Esses números são projeções da companhia para uma arquitetura futura, e não resultados independentes de um acelerador comercial já disponível. Empilhar memória diretamente sobre a lógica exige resolver desafios relevantes de produção em escala, rendimento de fabricação, dissipação de calor, confiabilidade e validação junto a parceiros fabricantes de aceleradores.
A Samsung associou a zHBM à IA de agentes: sistemas que precisam consultar contexto repetidamente, executar inferências, acionar ferramentas e gerar respostas. Nesses casos, adicionar mais poder de processamento não elimina o atraso se o acelerador estiver esperando pela chegada dos dados.
A zHBM tenta atacar justamente esse gargalo de memória e transferência de dados. Ao reduzir a distância até o acelerador, a proposta pode tornar a IA mais responsiva e tornar a movimentação de informações mais eficiente em energia. 1
7 Mas o ganho final dependerá do conjunto: acelerador, software, modelo, arquitetura do sistema e encapsulamento — e não apenas da posição da memória.
A Samsung apresentou a zHBM ao lado da zNAND-O, uma arquitetura NAND de alto desempenho voltada a cenários de IA de borda e cargas intensivas em dados. A zNAND-O é posicionada entre a DRAM e o armazenamento NAND convencional: a proposta é oferecer mais densidade que a DRAM, além de melhorar desempenho de entrada e saída, latência e eficiência energética em relação à NAND tradicional. 49
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As duas tecnologias ocupam posições diferentes na hierarquia de memória:
A Samsung citou um teste com um modelo GPT de 120 bilhões de parâmetros no qual a zNAND-O teria alcançado a mesma taxa de tokens por segundo de um servidor convencional com DRAM, a um sexto do custo operacional. É um resultado de teste reportado pela própria companhia, não uma garantia geral de custo para implantações de modelos grandes. 54
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A empresa também relaciona a zNAND-O ao desafio de executar modelos muito grandes no próprio dispositivo, afirmando que a IA on-device em escala de trilhões de parâmetros pode se tornar relevante até 2030. 53
O encontro em Santa Clara também reforçou uma distinção importante: ter mais capacidade de memória não torna todas as tecnologias equivalentes.
Daniel Morris, pesquisador de aceleradores da OpenAI, disse não ter encontrado um caso de uso para CXL — padrão de interconexão Compute Express Link — na execução de modelos de IA. Ele apontou valor potencial para dados pouco usados em modelos grandes. Vidia Thiagarajan, da Intel, também classificou o agrupamento de memória por CXL como complemento ao armazenamento secundário, e não como substituto da HBM, devido à diferença de largura de banda entre a memória conectada por CXL e a HBM. 18
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Isso não significa que a CXL não terá espaço. A tendência é uma arquitetura em camadas: HBM junto ao acelerador para a computação ativa e sensível à largura de banda; CXL e outras camadas de memória ou armazenamento para ampliar capacidade e acomodar dados menos acessados.
No curto prazo, a disputa pela HBM continua dependendo da capacidade de fabricar, qualificar e entregar memória compatível com plataformas específicas de aceleradores. A zHBM dá à Samsung uma proposta diferenciada de longo prazo, mas não elimina a necessidade de comprovar rendimento produtivo, comportamento térmico, confiabilidade e integração com clientes.
Para o mercado de HBM, a visão de que CXL não deve substituir a memória local na execução ativa de modelos reforça o peso da HBM próxima ao acelerador. A questão competitiva, portanto, não é apenas quem apresenta o conceito 3D mais agressivo, mas quem consegue transformar projetos avançados de memória e encapsulamento em produtos qualificados e fabricados em volume primeiro. 18
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A mensagem da Samsung é que o desempenho em IA está cada vez mais limitado pela movimentação de dados, capacidade de memória, consumo de energia e calor — não somente pela capacidade de cálculo. A zHBM propõe atacar esses limites com memória HBM empilhada diretamente sobre o acelerador, enquanto a zNAND-O acrescentaria uma camada mais densa para modelos e cargas maiores.
O potencial anunciado é expressivo, mas as métricas ainda são metas para uma tecnologia conceitual. Para empresas que planejam infraestrutura de IA, o principal sinal não é a chegada iminente de um produto zHBM: é a direção da indústria, com camadas de memória cada vez mais especializadas e integradas verticalmente, e com a HBM permanecendo central no caminho de maior desempenho. 13
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Studio Global AI
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A Samsung afirma que a zHBM pode elevar em mais de 10 vezes a velocidade de resposta de sistemas de IA ao posicionar a HBM diretamente sobre o acelerador.
A Samsung afirma que a zHBM pode elevar em mais de 10 vezes a velocidade de resposta de sistemas de IA ao posicionar a HBM diretamente sobre o acelerador. Para uma futura interface com zHBM, a empresa projeta cerca de 8 vezes o desempenho da HBM5, mais de 10 vezes a densidade de memória, 3 vezes a eficiência energética e mais de 50% menos resistência térmica.
Pesquisadores da OpenAI e da Intel disseram que a CXL tende a servir como camada complementar de capacidade, e não como substituta da HBM na execução ativa de modelos de IA.