O AI Max foi projetado para ampliar o alcance além das palavras chave existentes, gerar e personalizar textos de anúncios e direcionar usuários para páginas de destino mais relevantes. A partir de 1º de outubro de 2026, novas campanhas não portfólio que usem estratégias automatizadas específicas não poderão adiciona...
Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What did Microsoft Advertising’s global August 2026 rollout of AI Max introduce for Search campaigns—including its expanded search-term matc. Article summary: The premise appears partly overstated. Microsoft’s official material I found describes AI Max as announced in April 2026 and still a closed pilot in June—not a verified May open pilot or a documented global August rollou. Topic tags: general, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fa
A Microsoft está levando o Microsoft Advertising Search para uma operação mais automatizada, com descoberta de consultas, criação de textos e escolha de páginas de destino apoiadas por inteligência artificial. O principal veículo dessa mudança é o AI Max.
Mas há um ponto importante: as evidências disponíveis não confirmam um lançamento global do AI Max em agosto de 2026. O anúncio de abril mencionava um piloto aberto em maio, enquanto um resumo de evento publicado em junho ainda classificava o recurso como piloto fechado.
A mudança mais concreta tem outra frente: a partir de 1º de outubro de 2026, a Microsoft removerá a possibilidade de definir um limite de Max CPC ao criar novas campanhas não portfólio que usem determinadas estratégias de lance automatizadas.
O AI Max é descrito como uma camada de inteligência artificial para campanhas de Search do Microsoft Advertising, e não como um tipo separado de campanha. A proposta é usar os dados fornecidos pelo anunciante e as informações do site para encontrar uma demanda relevante adicional e montar uma experiência de anúncio mais adequada ao contexto da busca.
O recurso pode ampliar o alcance para além das palavras-chave cadastradas e associar anúncios a outras consultas relevantes. A documentação da Microsoft chama essa função de correspondência de termos de pesquisa baseada em IA, enquanto o anúncio mais amplo do AI Max a apresenta como uma forma de descobrir nova demanda por meio de uma correspondência de consultas aprimorada.
Isso não deve ser confundido com um novo tipo convencional de correspondência de palavras-chave. A Microsoft documenta separadamente a correspondência preditiva, um recurso opcional de Search que usa a URL final, os títulos e textos dos anúncios e as palavras-chave existentes para encontrar novas consultas em campanhas elegíveis com estratégias automatizadas baseadas em conversões.
O AI Max também foi pensado para gerar novos recursos de texto e personalizar a criação publicitária em tempo real. Segundo a Microsoft, o recurso pode usar informações da página de destino para produzir assets relevantes; os assets otimizados por IA são identificados e podem ser editados pelo anunciante.
A documentação mais ampla da empresa ainda descreve diretrizes de texto que permitem controlar palavras e expressões usadas nos assets gerados por IA. Esse tipo de controle é especialmente relevante para marcas com exigências jurídicas, regulatórias ou de posicionamento — embora seja recomendável conferir exatamente quais configurações estão disponíveis em cada conta antes da ativação.
Outra função usa informações das páginas do site para associar o anúncio a uma página de destino potencialmente mais relevante. A Microsoft afirma que o AI Max pode combinar anúncios com as landing pages mais adequadas e oferece exclusões de URL para limitar os destinos permitidos.
Na prática, isso pode ajudar a ampliar alcance e relevância, mas exige uma revisão cuidadosa da estrutura do site, do rastreamento de conversões, das páginas excluídas e de URLs comerciais ou sensíveis do ponto de vista de conformidade.
A Microsoft posiciona o AI Max para experiências de busca baseadas em IA, como o Copilot Search e o Copilot Answers. A documentação de publicidade no Copilot informa que os anúncios são criados automaticamente a partir dos assets já existentes na campanha, incluindo textos e imagens. Portanto, aparecer no Copilot não significa necessariamente que cada anúncio seja gerado do zero para cada consulta conversacional.
O efeito prático é que textos, imagens, páginas de destino, exclusões e sinais de conversão passam a funcionar como entradas para um ambiente de busca mediado por IA — e não apenas como configurações de um leilão tradicional de palavras-chave.
O material público da Microsoft tenta equilibrar automação com visibilidade e controle. Entre os recursos associados ao AI Max estão a ativação no nível da campanha, exclusões, relatórios de assets e palavras-chave e ferramentas de experimentação para avaliar possíveis ganhos de desempenho.
A documentação de API também expõe configurações independentes para optar pela não utilização de texto gerado por IA, expansão da URL final e correspondência de termos de pesquisa. Isso indica que o recurso foi projetado para ser configurável, embora a disponibilidade e os detalhes da interface possam variar durante um piloto ou uma implementação gradual.
Uma afirmação que continua sem comprovação nas evidências fornecidas é a ativação automática do AI Max em todas as campanhas que já usam assets de texto gerados automaticamente ou correspondência preditiva. Os materiais oficiais confirmam que essas capacidades existem, mas não demonstram que todas essas campanhas tenham sido incluídas automaticamente no AI Max. A correspondência preditiva continua sendo um recurso opcional de Search para estratégias automatizadas baseadas em conversões elegíveis.
Até o momento, o cronograma é contraditório, não definitivo:
Por isso, anunciantes devem verificar a elegibilidade e a disponibilidade diretamente na conta, em vez de presumir que uma referência ao produto ou uma data anunciada represente acesso universal.
A partir de 1º de outubro de 2026, o Max CPC não estará mais disponível na criação de novas campanhas não portfólio que usem:
A mudança vale para novas campanhas. De acordo com os relatos sobre a notificação da Microsoft, campanhas criadas antes de 1º de outubro que já tenham uma configuração de Max CPC poderão mantê-la.
As fontes citadas apontam algumas opções:
Ou seja, não se trata da remoção universal de todo controle relacionado a CPC. A restrição atinge a inclusão do Max CPC em novas campanhas independentes ou não portfólio que usem as estratégias automatizadas afetadas.
As fontes fornecidas documentam uma mudança do Google com início em 17 de agosto de 2026. Segundo esses relatos, campanhas limitadas pelo orçamento que usam lances baseados em meta passariam a operar mais próximas do Target CPA ou do Target ROAS informado, em vez de continuar entregando um resultado significativamente mais eficiente — abaixo da meta de CPA ou acima da meta de ROAS.
São mudanças de natureza diferente:
As fontes fornecidas não apresentam uma declaração definitiva da Microsoft que estabeleça um comportamento diretamente equivalente para campanhas limitadas por orçamento em tCPA ou tROAS. Portanto, seria incorreto dizer que as duas plataformas adotaram políticas formalmente idênticas ou opostas. A conclusão mais segura é que o Google alterou a aplicação das metas, enquanto a Microsoft confirmou uma mudança no acesso a um teto por clique.
A crítica envolve controle e fluxo de trabalho — não apenas a existência de estratégias de portfólio. Um limite de Max CPC funciona como uma trava direta para a exposição por clique no nível da campanha. Retirá-lo de novas campanhas automatizadas independentes pode obrigar anunciantes a reorganizar a conta em portfólios ou adotar outras configurações para preservar um controle semelhante.
Os principais pontos de preocupação são:
A direção defendida pela Microsoft é deixar que a automação gerencie o desempenho com base em orçamento, metas de conversão e valor, em vez de um teto de CPC. O trade-off é claro: a automação pode ficar mais simples para alguns anunciantes, mas as campanhas que dependem de um limite por clique como parte do controle de risco terão menos opções diretas.
Antes de ativar o AI Max ou criar campanhas antes do prazo de outubro, vale conferir:
A direção geral está clara, mesmo com detalhes do cronograma ainda indefinidos: a Microsoft amplia o alcance e a flexibilidade criativa com IA no Search, ao mesmo tempo que reduz o papel dos limites de CPC no nível da campanha para novas campanhas automatizadas.
Studio Global AI
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O AI Max foi projetado para ampliar o alcance além das palavras chave existentes, gerar e personalizar textos de anúncios e direcionar usuários para páginas de destino mais relevantes.
O AI Max foi projetado para ampliar o alcance além das palavras chave existentes, gerar e personalizar textos de anúncios e direcionar usuários para páginas de destino mais relevantes. A partir de 1º de outubro de 2026, novas campanhas não portfólio que usem estratégias automatizadas específicas não poderão adicionar um limite de Max CPC; campanhas existentes elegíveis manterão a configuração.
Estratégias de lance por portfólio continuam oferecendo Max CPC, mas profissionais criticam a mudança por reduzir o controle por campanha e aumentar a complexidade operacional.