O Fitbit Air em si é um distanciamento deliberado do padrão dos smartwatches. Anunciado em 7 de maio de 2026 e disponível para compra a partir de 26 de maio, ele não tem tela, não tem botões e não exige nenhum tipo de assinatura — uma abordagem semelhante à da Whoop, mas por uma fração do custo . O dispositivo é um módulo em forma de pílula, pesando apenas 5,2 gramas, que se encaixa em pulseiras intercambiáveis. O vestível completo, com a pulseira têxtil Performance Loop, pesa meros 12 gramas .
Apesar do seu formato minimalista, o conjunto de sensores é bastante abrangente. Ele oferece suporte para monitoramento cardíaco 24 horas por dia, 7 dias por semana, monitoramento do ritmo cardíaco com notificações de ritmo irregular (incluindo alertas de fibrilação atrial), rastreamento de oxigênio no sangue (SpO2), frequência cardíaca em repouso, variabilidade da frequência cardíaca (VFC), variação da temperatura da pele, estágios do sono e rastreamento automático de atividades .
O dispositivo se conecta ao novo aplicativo Google Health, que substituiu o app Fitbit em 19 de maio de 2026, e funciona tanto em smartphones com Android 11 ou superior quanto com iOS 16.4 ou mais recente . A duração da bateria é estimada em até sete dias . As opções de cores incluem Obsidian, Lavender e Berry, enquanto a Edição Especial Stephen Curry chega ao mercado por US$ 129,99 .
O Google reconheceu que, mesmo antes da publicação dos projetos, a “comunidade já havia criado ideias inovadoras para tornar o Fitbit Air [seu]” — por exemplo, os primeiros usuários rapidamente encontraram suas próprias soluções para usar o dispositivo no bíceps .
A liberação oficial dos desenhos em CAD dá àquelas primeiras experiências uma base de engenharia sólida, permitindo que os makers projetem e imprimam em 3D seus acessórios com a confiança de que os sensores permanecerão adequadamente expostos e o dispositivo ficará preso de forma segura . As especificações de design chegam a definir as forças específicas de encaixe (10 a 25 N para inserir, 12 a 45 N para remover) para garantir a confiabilidade durante atividades intensas .
A maioria das grandes marcas de vestíveis — Apple, Samsung, Garmin e até mesmo as linhas tradicionais da Fitbit — trata o design de acessórios como um ecossistema proprietário e licenciado. Os criadores geralmente precisam fazer engenharia reversa dos encaixes mecânicos ou operar sob programas de licenciamento fechados, com acordos de confidencialidade e taxas.
A decisão do Google de liberar gratuitamente arquivos CAD 2D com tolerâncias precisas de engenharia, menos de um mês após o lançamento do produto, é algo quase inédito nessa escala no mercado de eletrônicos vestíveis de consumo .
Observadores descreveram a ação como “algo bastante típico do Google, que lembra os primeiros dias da empresa”, ecoando o espírito aberto e amigável aos hackers que caracterizou o programa Nexus e, mais tarde, a abertura do código do PebbleOS . Ao publicar essas plantas, o Google está efetivamente tratando o Fitbit Air não como um gadget fechado, mas como uma plataforma aberta — e está de olho no que a comunidade vai construir a seguir.
O Fitbit Air em si é um distanciamento deliberado do padrão dos smartwatches. Anunciado em 7 de maio de 2026 e disponível para compra a partir de 26 de maio, ele não tem tela, não tem botões e não exige nenhum tipo de assinatura — uma abordagem semelhante à da Whoop, mas por uma fração do custo . O dispositivo é um módulo em forma de pílula, pesando apenas 5,2 gramas, que se encaixa em pulseiras intercambiáveis. O vestível completo, com a pulseira têxtil Performance Loop, pesa meros 12 gramas .
Apesar do seu formato minimalista, o conjunto de sensores é bastante abrangente. Ele oferece suporte para monitoramento cardíaco 24 horas por dia, 7 dias por semana, monitoramento do ritmo cardíaco com notificações de ritmo irregular (incluindo alertas de fibrilação atrial), rastreamento de oxigênio no sangue (SpO2), frequência cardíaca em repouso, variabilidade da frequência cardíaca (VFC), variação da temperatura da pele, estágios do sono e rastreamento automático de atividades .
O dispositivo se conecta ao novo aplicativo Google Health, que substituiu o app Fitbit em 19 de maio de 2026, e funciona tanto em smartphones com Android 11 ou superior quanto com iOS 16.4 ou mais recente . A duração da bateria é estimada em até sete dias . As opções de cores incluem Obsidian, Lavender e Berry, enquanto a Edição Especial Stephen Curry chega ao mercado por US$ 129,99 .
O Google reconheceu que, mesmo antes da publicação dos projetos, a “comunidade já havia criado ideias inovadoras para tornar o Fitbit Air [seu]” — por exemplo, os primeiros usuários rapidamente encontraram suas próprias soluções para usar o dispositivo no bíceps .
A liberação oficial dos desenhos em CAD dá àquelas primeiras experiências uma base de engenharia sólida, permitindo que os makers projetem e imprimam em 3D seus acessórios com a confiança de que os sensores permanecerão adequadamente expostos e o dispositivo ficará preso de forma segura . As especificações de design chegam a definir as forças específicas de encaixe (10 a 25 N para inserir, 12 a 45 N para remover) para garantir a confiabilidade durante atividades intensas .
A maioria das grandes marcas de vestíveis — Apple, Samsung, Garmin e até mesmo as linhas tradicionais da Fitbit — trata o design de acessórios como um ecossistema proprietário e licenciado. Os criadores geralmente precisam fazer engenharia reversa dos encaixes mecânicos ou operar sob programas de licenciamento fechados, com acordos de confidencialidade e taxas.
A decisão do Google de liberar gratuitamente arquivos CAD 2D com tolerâncias precisas de engenharia, menos de um mês após o lançamento do produto, é algo quase inédito nessa escala no mercado de eletrônicos vestíveis de consumo .
Observadores descreveram a ação como “algo bastante típico do Google, que lembra os primeiros dias da empresa”, ecoando o espírito aberto e amigável aos hackers que caracterizou o programa Nexus e, mais tarde, a abertura do código do PebbleOS . Ao publicar essas plantas, o Google está efetivamente tratando o Fitbit Air não como um gadget fechado, mas como uma plataforma aberta — e está de olho no que a comunidade vai construir a seguir.