O crédito com garantia em cripto caiu US$ 11,33 bilhões, ou 16,78%, para US$ 56,16 bilhões no 2º trimestre de 2026 — a terceira queda trimestral consecutiva e 40,13% abaixo do pico do 3º trimestre de 2025. Os empréstimos DeFi recuaram 27,61%, para US$ 20,43 bilhões, enquanto os empréstimos abertos em CeFi caíram 9,6...
Resposta de pesquisa

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What did Galaxy Research’s August 14, 2026 report reveal about the 16.78% quarter-over-quarter decline in crypto-collateralized lending to $. Article summary: Galaxy characterized Q2 2026 as an orderly, measured deleveraging—not a disorderly credit event. Total crypto-collateralized loans fell $11.33 billion, or 16.78% quarter over quarter, to $56.16 billion: the third straigh. Topic tags: general, general web. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clic
O mercado de crédito com garantia em cripto continuou encolhendo no 2º trimestre de 2026, mas o ritmo da retração foi gradual. Segundo um relatório da Galaxy Research divulgado em 14 de agosto, o volume caiu US$ 11,33 bilhões, ou 16,78% na comparação trimestral, para US$ 56,16 bilhões. O montante ficou 40,13% abaixo do pico de US$ 78,69 bilhões registrado no 3º trimestre de 2025.
O 2º trimestre marcou a terceira queda trimestral consecutiva do crédito colateralizado por criptoativos. Também foi o primeiro período desde o fim de 2022 em que os três segmentos acompanhados — empréstimos em finanças centralizadas (CeFi), empréstimos em finanças descentralizadas (DeFi) e garantias de cripto usadas para emitir stablecoins por meio de CDPs — recuaram ao mesmo tempo.
A queda, porém, não foi uniforme:
Como a queda foi mais intensa na DeFi, a composição do mercado mudou. O volume de empréstimos em aberto na CeFi ultrapassou o da DeFi pela primeira vez desde o 3º trimestre de 2023.
A queda de 16,78% é expressiva, mas a Galaxy concentrou sua análise no formato do recuo. Em vez de uma ruptura repentina, o crédito vem diminuindo em etapas sucessivas — um padrão que o relatório descreve como uma espécie de “escada”.
Esse comportamento contrasta com o 2º trimestre de 2022, quando o crédito cripto em aberto caiu mais de 55% durante a crise de crédito do mercado baixista. Para a Galaxy, o movimento atual é mais compatível com uma redução administrada da alavancagem do que com uma onda de encerramentos forçados e falências em cascata.
A comparação não significa que o mercado esteja livre de riscos. Uma contração gradual ainda pode se transformar em uma crise desordenada caso seja acompanhada por liquidações severas ou pela quebra de uma contraparte relevante. A avaliação da Galaxy é, portanto, condicional: a desalavancagem pode continuar em ritmo moderado desde que não surja um gatilho capaz de desestabilizar o sistema.
A queda trimestral de 27,61% nos empréstimos DeFi foi quase três vezes maior, em termos percentuais, do que a contração dos empréstimos CeFi. Essa diferença explica por que a CeFi terminou o trimestre à frente da DeFi, mesmo com os dois segmentos em baixa: US$ 22,98 bilhões contra US$ 20,43 bilhões.
Os números sugerem uma redução geral da alavancagem nos mercados de criptoativos, e não um problema restrito a um único modelo de crédito. Como o segmento de stablecoins baseado em CDPs também recuou, a movimentação do trimestre foi disseminada entre as principais formas acompanhadas de crédito com garantia em cripto.
A Tether respondeu por 58,54% do crédito CeFi no 2º trimestre, embora sua participação tenha diminuído cerca de 371 pontos-base ao longo do período.
O dado evidencia a concentração do mercado de empréstimos centralizados. A CeFi mostrou mais resistência do que a DeFi, mas continuou fortemente dependente de um dos principais credores. As informações disponíveis sustentam a participação e a variação trimestral como números atribuídos à análise da Galaxy; elas não comprovam, de forma independente, o que provocou essa mudança.
Com US$ 56,16 bilhões, o mercado estava US$ 22,53 bilhões abaixo do recorde do 3º trimestre de 2025. Portanto, a queda não parece ser apenas uma oscilação isolada de um trimestre: ela prolonga uma retração de vários períodos desde o pico do ciclo.
Ainda assim, a comparação com 2022 é o principal ponto de cautela. A contração atual é grande o suficiente para mostrar que a demanda por empréstimos e o uso de alavancagem diminuíram, mas o padrão relatado é mais lento e distribuído do que o colapso associado à crise de crédito de 2022.
Por enquanto, a conclusão da Galaxy deve ser entendida como um diagnóstico da estrutura do mercado — e não como uma garantia de que novas perdas são impossíveis. O crédito cripto está passando por uma desalavancagem, mas o processo ainda parece ordenado o suficiente para não se assemelhar a uma reação em cadeia. O principal risco para essa leitura seria a transição de uma redução gradual dos balanços para vendas forçadas, liquidações intensas ou falência de contrapartes.
Studio Global AI
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O crédito com garantia em cripto caiu US$ 11,33 bilhões, ou 16,78%, para US$ 56,16 bilhões no 2º trimestre de 2026 — a terceira queda trimestral consecutiva e 40,13% abaixo do pico do 3º trimestre de 2025.
O crédito com garantia em cripto caiu US$ 11,33 bilhões, ou 16,78%, para US$ 56,16 bilhões no 2º trimestre de 2026 — a terceira queda trimestral consecutiva e 40,13% abaixo do pico do 3º trimestre de 2025. Os empréstimos DeFi recuaram 27,61%, para US$ 20,43 bilhões, enquanto os empréstimos abertos em CeFi caíram 9,62%, para US$ 22,98 bilhões.
CeFi, DeFi e as garantias de stablecoins emitidas por meio de posições de dívida colateralizada (CDPs) encolheram simultaneamente pela primeira vez desde o fim de 2022 — um sinal de desalavancagem ampla, embora ainda...