CEO da Coinbase afirma que Bitcoin já encontrou o fundo do poço e repete meta de US$ 1 milhão
Brian Armstrong, CEO da Coinbase, acredita que a correção do Bitcoin acabou e cita US$ 60 mil como o provável piso, embora alerte que não há certeza no curto prazo. Armstrong reiterou sua previsão de longo prazo de US$ 1 milhão por Bitcoin até 2030, classificando o ativo como o 'novo ouro digital' e uma oportunidade...
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Brian Armstrong, CEO da Coinbase, acredita que a correção do Bitcoin acabou e cita US$ 60 mil como o provável piso, embora alerte que não há certeza no curto prazo.
Armstrong reiterou sua previsão de longo prazo de US$ 1 milhão por Bitcoin até 2030, classificando o ativo como o 'novo ouro digital' e uma oportunidade de mercado de US$ 20 trilhões.
O Bitcoin ultrapassou US$ 65 mil após um acordo de paz entre EUA e Irã aliviar tensões geopolíticas, mas investidores seguem cautelosos com uma possível decisão sobre juros no Japão.
What did Coinbase CEO Brian Armstrong say about Bitcoin's bottom during a weekend podcast interview, what price level did he cite as the likCoinbase CEO Brian Armstrong made his latest Bitcoin bottom call during an appearance on the Moonshots podcast.
Prompt de IA
Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What did Coinbase CEO Brian Armstrong say about Bitcoin's bottom during a weekend podcast interview, what price level did he cite as the lik. Article summary: Below is a comprehensive answer based on verified sources. Several specific sub-questions (June 4–6 liquidation cascade, Michael Terpin's contrarian view, Monday's Fear & Greed Index, and exact CPI/MA/IBIT dark pool data. Topic tags: general, news, general web, user generated. Reference image context from search candidates: Reference image 1: visual subject "## Brian Armstrong Is 'Bullish As Ever' On Bitcoin, Coinbase CEO Predicts BTC Price Will Be 'Much Higher' In 20230. Armstrong shared a clip on X from his recent appearance on the M" source context "Brian Armstrong Is 'Bullish As Ever' On Bitcoin, Coinbase CEO Predicts BTC Price Will Be 'Much Higher' In - Be
openai.com
O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, usou sua participação em um podcast no último domingo (14 de junho de 2026) para traçar uma linha de defesa para o Bitcoin após meses de queda livre. Para ele, o pior da liquidação já passou e a trajetória de valorização do ativo no longo prazo segue intacta. A fala veio a público em meio a um alívio nas tensões no Oriente Médio, que deu fôlego aos ativos de risco e empurrou o Bitcoin de volta para a casa dos US$ 65 mil.
As declarações de Armstrong no podcast Moonshots with Peter Diamandis vêm com ressalvas importantes — ele mesmo frisou que ninguém pode cravar o que acontece no curtíssimo prazo —, mas representam um voto de confiança de peso depois de o Bitcoin ter perdido cerca de metade do valor desde seu pico em outubro de 2025.
Armstrong aposta em piso na faixa de US$ 60 mil
Na conversa com Peter Diamandis, Armstrong deu sua impressão pessoal de que o Bitcoin já encontrou um chão. “Meu instinto diz que provavelmente já tocamos o fundo, talvez na casa dos US$ 60 mil”, afirmou . Logo em seguida, fez a ponderação obrigatória: “mas ninguém pode garantir com certeza”.
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Qual é a resposta curta para "CEO da Coinbase afirma que Bitcoin já encontrou o fundo do poço e repete meta de US$ 1 milhão"?
Brian Armstrong, CEO da Coinbase, acredita que a correção do Bitcoin acabou e cita US$ 60 mil como o provável piso, embora alerte que não há certeza no curto prazo.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Brian Armstrong, CEO da Coinbase, acredita que a correção do Bitcoin acabou e cita US$ 60 mil como o provável piso, embora alerte que não há certeza no curto prazo. Armstrong reiterou sua previsão de longo prazo de US$ 1 milhão por Bitcoin até 2030, classificando o ativo como o 'novo ouro digital' e uma oportunidade de mercado de US$ 20 trilhões.
O que devo fazer a seguir na prática?
O Bitcoin ultrapassou US$ 65 mil após um acordo de paz entre EUA e Irã aliviar tensões geopolíticas, mas investidores seguem cautelosos com uma possível decisão sobre juros no Japão.
CEO da Coinbase afirma que Bitcoin já encontrou o fundo do poço e repete meta de US$ 1 milhão
Brian Armstrong, CEO da Coinbase, acredita que a correção do Bitcoin acabou e cita US$ 60 mil como o provável piso, embora alerte que não há certeza no curto prazo. Armstrong reiterou sua previsão de longo prazo de US$ 1 milhão por Bitcoin até 2030, classificando o ativo como o 'novo ouro digital' e uma oportunidade...
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Brian Armstrong, CEO da Coinbase, acredita que a correção do Bitcoin acabou e cita US$ 60 mil como o provável piso, embora alerte que não há certeza no curto prazo.
Armstrong reiterou sua previsão de longo prazo de US$ 1 milhão por Bitcoin até 2030, classificando o ativo como o 'novo ouro digital' e uma oportunidade de mercado de US$ 20 trilhões.
O Bitcoin ultrapassou US$ 65 mil após um acordo de paz entre EUA e Irã aliviar tensões geopolíticas, mas investidores seguem cautelosos com uma possível decisão sobre juros no Japão.
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O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, usou sua participação em um podcast no último domingo (14 de junho de 2026) para traçar uma linha de defesa para o Bitcoin após meses de queda livre. Para ele, o pior da liquidação já passou e a trajetória de valorização do ativo no longo prazo segue intacta. A fala veio a público em meio a um alívio nas tensões no Oriente Médio, que deu fôlego aos ativos de risco e empurrou o Bitcoin de volta para a casa dos US$ 65 mil.
As declarações de Armstrong no podcast Moonshots with Peter Diamandis vêm com ressalvas importantes — ele mesmo frisou que ninguém pode cravar o que acontece no curtíssimo prazo —, mas representam um voto de confiança de peso depois de o Bitcoin ter perdido cerca de metade do valor desde seu pico em outubro de 2025.
Armstrong aposta em piso na faixa de US$ 60 mil
Na conversa com Peter Diamandis, Armstrong deu sua impressão pessoal de que o Bitcoin já encontrou um chão. “Meu instinto diz que provavelmente já tocamos o fundo, talvez na casa dos US$ 60 mil”, afirmou . Logo em seguida, fez a ponderação obrigatória: “mas ninguém pode garantir com certeza”.
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Qual é a resposta curta para "CEO da Coinbase afirma que Bitcoin já encontrou o fundo do poço e repete meta de US$ 1 milhão"?
Brian Armstrong, CEO da Coinbase, acredita que a correção do Bitcoin acabou e cita US$ 60 mil como o provável piso, embora alerte que não há certeza no curto prazo.
Quais são os pontos-chave para validar primeiro?
Brian Armstrong, CEO da Coinbase, acredita que a correção do Bitcoin acabou e cita US$ 60 mil como o provável piso, embora alerte que não há certeza no curto prazo. Armstrong reiterou sua previsão de longo prazo de US$ 1 milhão por Bitcoin até 2030, classificando o ativo como o 'novo ouro digital' e uma oportunidade de mercado de US$ 20 trilhões.
O que devo fazer a seguir na prática?
O Bitcoin ultrapassou US$ 65 mil após um acordo de paz entre EUA e Irã aliviar tensões geopolíticas, mas investidores seguem cautelosos com uma possível decisão sobre juros no Japão.
Para contextualizar, ele mostrou um gráfico com os ciclos de quatro anos do Bitcoin, mapeando fases de alta e baixa de 2011 até 2025. O executivo destacou o percentual de investidores no lucro como um bom termômetro do momento do mercado. “Dá para ter uma ideia de quantas pessoas ganharam dinheiro ou não. E meu instinto diz que a situação atual nunca é tão boa nem tão ruim quanto parece”, completou .
Armstrong deixou claro que sua convicção segue inabalada. “Vejo o Bitcoin como o novo ouro digital. Acredito que ele será peça-chave na nossa economia daqui para frente. Por isso, continuo tão otimista quanto sempre”, disse. Ele ainda reforçou que é um investidor de longo prazo e permanece “comprado em Bitcoin, como sempre” .
A polêmica meta de US$ 1 milhão continua de pé
Armstrong não recuou da projeção que sempre chama atenção. Reafirmou que o preço do Bitcoin estará “muito mais alto” até 2030 — uma posição que ele já havia defendido em agosto de 2025, durante sua participação no podcast Cheeky Pint. Na ocasião, ele afirmou: “A ideia geral que tenho é que veremos um Bitcoin de um milhão de dólares até 2030, com uma margem de erro bem grande nessa projeção” .
A tese por trás da previsão se apoia em fatores que, segundo ele, estão se alinhando:
Clareza regulatória nos EUA: Armstrong acredita que os avanços na legislação americana servem como “termômetro para o restante do G20” e abrem caminho para adoção institucional.
Reserva estratégica americana de Bitcoin: A criação de uma reserva do governo dos EUA legitima o ativo e reduz a probabilidade de proibições drásticas.
ETFs e adoção institucional: O fluxo crescente para fundos negociados em bolsa (ETFs) de Bitcoin amplia a base de investidores de longo prazo.
Ouro digital: Ele compara o Bitcoin ao ouro, mas melhor: um mercado endereçável de US$ 20 trilhões .
Nem todo mundo compra a ideia de que esse cronograma é realista, e o próprio Armstrong assume que a incerteza é grande. A mensagem central que ele passou no domingo, porém, foi de que a tese de longo prazo resiste, por mais feio que esteja o gráfico de curto prazo.
O que fez o Bitcoin subir? Um acordo de paz entre EUA e Irã
A coincidência de timing ajudou a amplificar o discurso otimista do CEO da Coinbase. No fim de semana, surgiram relatos de que Estados Unidos e Irã haviam chegado a um acordo de paz. A notícia foi confirmada pelo vice-ministro das Relações Exteriores iraniano, Kazem Gharibabadi, com a divulgação do texto final do Memorando de Entendimento e a previsão de assinatura no dia 19 de junho, na Suíça .
O anúncio retirou o chamado “prêmio de risco geopolítico” dos mercados globais. O Bitcoin, que no fim de semana havia recuado para a faixa de US$ 63.600, subiu 2,4% e voltou a ser negociado a US$ 65.793. Ao mesmo tempo, os preços do petróleo caíram com força, confirmando o movimento geral de alívio macroeconômico .
Esse comportamento não é inédito. Ao longo de 2025 e início de 2026, o Bitcoin mostrou sensibilidade a tensões e tréguas no Oriente Médio. Um exemplo claro ocorreu em junho de 2025, quando um cessar-fogo entre Israel e Irã fez o Bitcoin disparar de volta para perto de US$ 108 mil depois de uma liquidação intensa .
De quanto foi a queda, afinal?
A aposta de que o piso ficou para trás ganha força quando se olha para o tamanho do tombo. O Bitcoin atingiu sua máxima histórica de aproximadamente US$ 126 mil em 6 de outubro de 2025 . Em meados de junho de 2026, ele operava entre US$ 60 mil e US$ 66 mil — uma queda de 48% a 50% desde o topo .
O valor total do mercado de criptomoedas também foi duramente atingido, encolhendo cerca de 48% em relação ao pico de 2025, para algo em torno de US$ 2,46 trilhões . Durante a liquidação mais ampla de junho de 2026, as posições alavancadas que foram forçadamente encerradas em um único dia chegaram a aproximadamente US$ 1,8 bilhão .
Agora, os investidores monitoram outro possível gatilho: a próxima decisão de juros do Banco do Japão (BoJ), que pode tanto reforçar a recuperação nascente do mercado cripto quanto jogar um balde de água fria no otimismo .
O que ainda não sabemos
Vários pontos do cenário completo ainda não estão confirmados de forma independente. Não foi possível verificar, nos dados disponíveis até agora, informações como:
A mínima exata do ciclo e a cascata de liquidações entre 4 e 6 de junho de 2026.
Visões contrárias de investidores antigos, como Michael Terpin.
A leitura do Índice de Medo e Ganância (Fear & Greed Index) da última segunda-feira.
Os níveis técnicos do Bitcoin em relação às suas médias móveis de 50 meses e 200 semanas.
Dados granulares sobre a atividade do iShares Bitcoin Trust, da BlackRock, no mercado de balcão (dark pool) e números de inflação (CPI) do período.
Para contextualizar, ele mostrou um gráfico com os ciclos de quatro anos do Bitcoin, mapeando fases de alta e baixa de 2011 até 2025. O executivo destacou o percentual de investidores no lucro como um bom termômetro do momento do mercado. “Dá para ter uma ideia de quantas pessoas ganharam dinheiro ou não. E meu instinto diz que a situação atual nunca é tão boa nem tão ruim quanto parece”, completou .
Armstrong deixou claro que sua convicção segue inabalada. “Vejo o Bitcoin como o novo ouro digital. Acredito que ele será peça-chave na nossa economia daqui para frente. Por isso, continuo tão otimista quanto sempre”, disse. Ele ainda reforçou que é um investidor de longo prazo e permanece “comprado em Bitcoin, como sempre” .
A polêmica meta de US$ 1 milhão continua de pé
Armstrong não recuou da projeção que sempre chama atenção. Reafirmou que o preço do Bitcoin estará “muito mais alto” até 2030 — uma posição que ele já havia defendido em agosto de 2025, durante sua participação no podcast Cheeky Pint. Na ocasião, ele afirmou: “A ideia geral que tenho é que veremos um Bitcoin de um milhão de dólares até 2030, com uma margem de erro bem grande nessa projeção” .
A tese por trás da previsão se apoia em fatores que, segundo ele, estão se alinhando:
Clareza regulatória nos EUA: Armstrong acredita que os avanços na legislação americana servem como “termômetro para o restante do G20” e abrem caminho para adoção institucional.
Reserva estratégica americana de Bitcoin: A criação de uma reserva do governo dos EUA legitima o ativo e reduz a probabilidade de proibições drásticas.
ETFs e adoção institucional: O fluxo crescente para fundos negociados em bolsa (ETFs) de Bitcoin amplia a base de investidores de longo prazo.
Ouro digital: Ele compara o Bitcoin ao ouro, mas melhor: um mercado endereçável de US$ 20 trilhões .
Nem todo mundo compra a ideia de que esse cronograma é realista, e o próprio Armstrong assume que a incerteza é grande. A mensagem central que ele passou no domingo, porém, foi de que a tese de longo prazo resiste, por mais feio que esteja o gráfico de curto prazo.
O que fez o Bitcoin subir? Um acordo de paz entre EUA e Irã
A coincidência de timing ajudou a amplificar o discurso otimista do CEO da Coinbase. No fim de semana, surgiram relatos de que Estados Unidos e Irã haviam chegado a um acordo de paz. A notícia foi confirmada pelo vice-ministro das Relações Exteriores iraniano, Kazem Gharibabadi, com a divulgação do texto final do Memorando de Entendimento e a previsão de assinatura no dia 19 de junho, na Suíça .
O anúncio retirou o chamado “prêmio de risco geopolítico” dos mercados globais. O Bitcoin, que no fim de semana havia recuado para a faixa de US$ 63.600, subiu 2,4% e voltou a ser negociado a US$ 65.793. Ao mesmo tempo, os preços do petróleo caíram com força, confirmando o movimento geral de alívio macroeconômico .
Esse comportamento não é inédito. Ao longo de 2025 e início de 2026, o Bitcoin mostrou sensibilidade a tensões e tréguas no Oriente Médio. Um exemplo claro ocorreu em junho de 2025, quando um cessar-fogo entre Israel e Irã fez o Bitcoin disparar de volta para perto de US$ 108 mil depois de uma liquidação intensa .
De quanto foi a queda, afinal?
A aposta de que o piso ficou para trás ganha força quando se olha para o tamanho do tombo. O Bitcoin atingiu sua máxima histórica de aproximadamente US$ 126 mil em 6 de outubro de 2025 . Em meados de junho de 2026, ele operava entre US$ 60 mil e US$ 66 mil — uma queda de 48% a 50% desde o topo .
O valor total do mercado de criptomoedas também foi duramente atingido, encolhendo cerca de 48% em relação ao pico de 2025, para algo em torno de US$ 2,46 trilhões . Durante a liquidação mais ampla de junho de 2026, as posições alavancadas que foram forçadamente encerradas em um único dia chegaram a aproximadamente US$ 1,8 bilhão .
Agora, os investidores monitoram outro possível gatilho: a próxima decisão de juros do Banco do Japão (BoJ), que pode tanto reforçar a recuperação nascente do mercado cripto quanto jogar um balde de água fria no otimismo .
O que ainda não sabemos
Vários pontos do cenário completo ainda não estão confirmados de forma independente. Não foi possível verificar, nos dados disponíveis até agora, informações como:
A mínima exata do ciclo e a cascata de liquidações entre 4 e 6 de junho de 2026.
Visões contrárias de investidores antigos, como Michael Terpin.
A leitura do Índice de Medo e Ganância (Fear & Greed Index) da última segunda-feira.
Os níveis técnicos do Bitcoin em relação às suas médias móveis de 50 meses e 200 semanas.
Dados granulares sobre a atividade do iShares Bitcoin Trust, da BlackRock, no mercado de balcão (dark pool) e números de inflação (CPI) do período.