A Brighteye Ventures concluiu o primeiro fechamento de US$ 72 milhões do Fund III, elevando seus ativos sob gestão para US$ 245 milhões. O fundo amplia o escopo da gestora, antes concentrada em edtech, para a tese “HumanOS”, com IA aplicada à aprendizagem, produtividade, talentos e infraestrutura de trabalho.
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A Brighteye Ventures anunciou o primeiro fechamento de US$ 72 milhões de seu terceiro fundo, o Fund III. Com a captação, a gestora europeia de investimentos em startups em estágio inicial chega a US$ 245 milhões em ativos sob gestão. O novo veículo formaliza uma estratégia mais ampla, chamada HumanOS: tecnologias para ajudar pessoas a aprender, trabalhar e se adaptar enquanto a inteligência artificial transforma a educação e o emprego. 1
O Fund III investirá em empresas europeias em estágio inicial que possam atender mercados globais. A premissa da Brighteye é que, à medida que a IA torna a inteligência mais disponível, ganham valor os produtos que reforçam capacidades humanas, discernimento e talento. 1
A estratégia se concentra em três frentes conectadas:
Em vez de tratar a IA principalmente como uma substituta de trabalhadores, a Brighteye diz buscar empresas que usem a tecnologia para ampliar o que as pessoas são capazes de fazer. 1
Os US$ 72 milhões representam um primeiro fechamento, e não o tamanho final do fundo. A Brighteye prevê realizar até 35 investimentos com o Fund III nos próximos anos. No anúncio, informou que já havia feito oito novos aportes, embora nem todos tenham sido divulgados. 1
Entre as empresas citadas estão:
Os casos exemplificam o escopo do fundo: ferramentas de aprendizagem, software de apoio à decisão na saúde e infraestrutura de mercado de trabalho para profissionais qualificados.
Entre os novos investidores — os chamados limited partners, ou cotistas do fundo — estão Lumina Foundation, Zanichelli Venture e PI Impact. Eles se juntam a investidores já presentes, como o European Investment Fund (EIF), a Jacobs Foundation e escritórios familiares europeus. 1
Desde sua criação, a Brighteye afirma ter investido em mais de 50 empresas. Segundo a gestora, essas companhias levantaram mais de US$ 1 bilhão em conjunto, e várias já geram mais de US$ 100 milhões em receita anual. 1
A empresa destacou Zen Educate, Ornikar, Shakers e installer como participações consolidadas em categorias de marketplaces de trabalho. Para a tese do Fund III, essas empresas estão na interseção entre formação, acesso a empregos e operação da força de trabalho. 1
A Brighteye citou pesquisa própria segundo a qual os investimentos de venture capital na Europa em empresas de aprendizagem e trabalho subiram de US$ 825 milhões em 2024 para US$ 1,85 bilhão em 2025 — o maior nível desde 2021. No primeiro semestre de 2026, empresas desse setor captaram US$ 1,63 bilhão; para a gestora, o ritmo poderia quase dobrar o total do ano anterior. 1
A tendência de captação não garante o desempenho das empresas, mas ajuda a explicar por que a Brighteye está expandindo seu foco para além da tecnologia educacional tradicional. A oportunidade, segundo a tese, não se limita a softwares para salas de aula: inclui os sistemas pelos quais as pessoas desenvolvem competências, tomam decisões e encontram trabalho ao lado da IA. 1
O sócio-fundador Ben Wirz definiu a estratégia como o uso de máquinas para expandir a capacidade humana. A Brighteye defende que as próximas empresas capazes de definir categorias serão aquelas que redefinirem as capacidades das pessoas por meio da tecnologia. 1
Junto ao anúncio do fundo, a gestora apresentou uma marca e um site atualizados, ampliou sua plataforma de conteúdo Sidekick e promoveu David Guérin a sócio, Isabella Vahdati a principal e Rhys Spence a líder de Plataforma e Pesquisa. 1
Assim, o Fund III representa mais do que um novo montante de capital: é a transição explícita da Brighteye de uma posição especializada em edtech para uma aposta mais ampla em empresas europeias que desenvolvem os sistemas de aprendizagem, produtividade e trabalho da era da IA.
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A Brighteye Ventures concluiu o primeiro fechamento de US$ 72 milhões do Fund III, elevando seus ativos sob gestão para US$ 245 milhões.
A Brighteye Ventures concluiu o primeiro fechamento de US$ 72 milhões do Fund III, elevando seus ativos sob gestão para US$ 245 milhões. O fundo amplia o escopo da gestora, antes concentrada em edtech, para a tese “HumanOS”, com IA aplicada à aprendizagem, produtividade, talentos e infraestrutura de trabalho.
Entre os investimentos já divulgados estão imagi, NEX Health Intelligence e Gyver; Lumina Foundation, Zanichelli Venture e PI Impact entraram como novos investidores do fundo.