A Apple confirmou oficialmente os detalhes da apresentação de abertura:
Assim como nos últimos anos, a WWDC é principalmente um evento digital e gratuito para desenvolvedores. Ainda assim, a empresa costuma convidar um grupo limitado de desenvolvedores, estudantes e jornalistas para acompanhar a transmissão e participar de atividades presenciais no Apple Park, sede da Apple em Cupertino, na Califórnia.
A Apple frequentemente esconde pistas sobre seus anúncios nas artes e frases usadas nos convites da WWDC. O slogan “Coming bright up”, combinado com elementos visuais brilhantes na arte do evento, foi interpretado por analistas como um possível aceno para novidades relacionadas à inteligência artificial.
Entre as interpretações mais comentadas estão:
Vale lembrar que essas leituras são especulação baseada em relatórios e rumores. A Apple não explicou oficialmente o significado do slogan, embora já tenha sinalizado que IA será um foco importante nas próximas atualizações de software.
Tradicionalmente, a WWDC é um evento voltado a software. Por isso, a expectativa é que a Apple apresente a próxima geração de sistemas operacionais do seu ecossistema.
Entre os anúncios esperados estão:
Essas versões costumam ser liberadas inicialmente como betas para desenvolvedores, logo após a keynote, com lançamento público no segundo semestre junto com novos produtos da Apple.
Diversos relatos indicam que IA e melhorias na Siri podem ser um dos principais temas dessas atualizações. Algumas previsões apontam para uma assistente mais conversacional, possivelmente com recursos semelhantes a chatbots integrados ao sistema.
Apesar de ser centrada em software, a WWDC ocasionalmente também serve de palco para anúncios de hardware, especialmente produtos voltados para desenvolvedores.
Entre os dispositivos que aparecem em rumores para 2026 estão:
Ainda assim, o calendário desses produtos é incerto. Por exemplo, alguns relatórios sugerem que o próximo Mac Studio com chip M5 pode chegar apenas no final de 2026, possivelmente fora da WWDC.
A edição deste ano acontece em um momento em que a corrida pela inteligência artificial domina o setor de tecnologia. Empresas como Google e Microsoft já incorporaram IA generativa em vários produtos, o que aumenta a pressão para que a Apple avance rapidamente nesse campo.
Por isso, grande parte da atenção está voltada para Siri e Apple Intelligence. Se a Apple realmente apresentar uma assistente muito mais capaz ou integrar IA de forma mais profunda em iOS, macOS e outros sistemas, isso pode mudar a forma como usuários interagem com seus dispositivos.
A confirmação virá na keynote de 8 de junho às 10h PT (14h em Brasília), que dará início a uma semana tradicionalmente usada pela Apple para mostrar o futuro de seu ecossistema de software.