A d Matrix usará o NVLink Fusion para integrar suas futuras XPUs Raptor de inferência à infraestrutura de IA baseada em MGX da Nvidia. O plano combina rede NVLink e Spectrum X com componentes como CPUs Vera, DPUs BlueField 4 e SuperNICs ConnectX 9.
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What did AI chip startup d-Matrix announce about integrating Nvidia’s NVLink Fusion into its next-generation Raptor inference processors, ho. Article summary: d-Matrix announced a multiyear roadmap to integrate Nvidia’s NVLink Fusion into its next-generation Raptor inference XPUs, making its specialized decode hardware deployable as part of Nvidia-based AI factories rather tha. Topic tags: general, general web, user generated. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fa
A d-Matrix quer entrar na inferência de IA em larga escala sem exigir que clientes construam um cluster de aceleradores totalmente separado. A empresa anunciou que integrará o NVLink Fusion, da Nvidia, às suas XPUs Raptor de próxima geração, conectando esses chips à arquitetura de racks MGX e à plataforma mais ampla de infraestrutura de IA da Nvidia. As companhias tratam a iniciativa como um roteiro de produtos para vários anos, e a disponibilidade inicial de XPUs Raptor integradas a racks MGX é esperada para o quarto trimestre de 2027. 1
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O NVLink Fusion é a tecnologia e propriedade intelectual de interconexão da Nvidia para conectar CPUs e XPUs customizadas à sua infraestrutura de IA, com alta largura de banda e baixa latência. Para a d-Matrix, isso significa que o Raptor poderá se integrar à rede NVLink de expansão vertical (scale-up), à rede Spectrum-X de expansão horizontal (scale-out) e aos projetos de racks MGX — em vez de ficar restrito a um sistema desenvolvido sob medida. 1
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O desenho planejado para o rack inclui CPUs Nvidia Vera, switches NVLink, DPUs BlueField-4, SuperNICs ConnectX-9 e Ethernet Spectrum-X. Segundo a d-Matrix, a combinação oferece um caminho validado para os trabalhos de integração do rack, da rede, da energia, da refrigeração e da cadeia de suprimentos — áreas que fabricantes de aceleradores customizados normalmente precisariam resolver por conta própria. 1
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Na prática, o anúncio vai além de conectar mais um chip a um servidor: trata-se de integração de sistema. Um operador de data center poderia adotar uma base de infraestrutura orientada à Nvidia para GPUs, CPUs e XPUs da d-Matrix, em vez de projetar racks dedicados para cada categoria de processador. 1
A arquitetura proposta usa a chamada inferência desagregada. As GPUs da Nvidia ficariam com o estágio de prefill, mais intenso em processamento, enquanto o hardware especializado da d-Matrix seria direcionado ao estágio de decode, quando a resposta é gerada token por token.
O prefill processa o prompt de entrada; o decode produz a sequência de tokens que forma a resposta. A ideia é atribuir a cada processador a etapa para a qual foi concebido. A d-Matrix já havia informado que a Parasail implantaria seus aceleradores Corsair atuais ao lado de sistemas Nvidia Hopper e Blackwell com essa mesma divisão geral entre prefill e decode. 22
Há, porém, uma ressalva importante: os ganhos de desempenho dependem da carga de trabalho. A afirmação da Parasail de serviços até 10 vezes mais rápidos e econômicos é uma alegação da empresa e de sua parceira para casos selecionados; não é uma comparação universal e validada de forma independente entre o hardware da d-Matrix e GPUs. 22
A d-Matrix informou que seu primeiro rack Raptor seguirá a arquitetura de referência MGX da Nvidia. A cobertura sobre o roteiro descreve um projeto no estilo NVL144, pensado para conectar até 144 aceleradores Raptor em uma única malha NVLink. Essas especificações ainda representam planos futuros, e não garantias de um produto já disponível. 2
O marco de disponibilidade divulgado pela d-Matrix é mais específico: as primeiras XPUs Raptor integradas a um rack Nvidia MGX são esperadas no 4º trimestre de 2027. 8
Como o Raptor ainda não é um produto MGX comercializado, dados de desempenho, capacidade e implantação devem ser tratados como metas de roteiro até que os sistemas finais e benchmarks independentes possam ser testados.
À primeira vista, permitir um processador de inferência de terceiros pode parecer algo que reduz o papel da Nvidia. A lógica estratégica é a oposta: a Nvidia pode tornar sua plataforma de IA a base preferida mesmo quando o chip de computação não é uma GPU da própria empresa.
O NVLink Fusion mantém dentro do ecossistema Nvidia camadas valiosas da plataforma, como a malha de expansão vertical, as redes, a arquitetura de racks e a infraestrutura associada. Para a d-Matrix e seus clientes, isso pode reduzir o risco de integração e acelerar a implantação. Para a Nvidia, reduz a necessidade de se criar um cluster totalmente independente de sua tecnologia. 1
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É nesse sentido que a Nvidia descreve sua plataforma como “verticalmente integrada e horizontalmente aberta”.
Isso não quer dizer que todos os aceleradores sejam intercambiáveis ou tenham desempenho equivalente. Nesse contexto, a ideia de recursos “fungíveis” deve ser entendida como uma meta operacional: o operador escolhe o recurso de computação mais adequado à carga de trabalho, preservando uma base comum de infraestrutura.
O plano da d-Matrix é complementar às GPUs da Nvidia na divisão entre prefill e decode, mas também ocupa o mesmo território geral de aceleradores especializados em inferência que os sistemas planejados da Nvidia com LPU Groq 3. A Nvidia apresentou o Groq 3 LPX como uma solução dedicada ao decode que pode ser combinada à infraestrutura Vera Rubin NVL72. 24
Isso cria uma relação dupla. O Raptor pode complementar as GPUs da Nvidia e usar a infraestrutura da plataforma Nvidia, mas também pode concorrer com a oferta especializada de decode da própria Nvidia. As informações disponíveis não permitem uma conclusão direta sobre latência, vazão, consumo de energia, preço ou disponibilidade entre os dois.
A d-Matrix informou que sua rodada Série C, em novembro de 2025, levantou US$ 275 milhões a uma avaliação de US$ 2 bilhões, elevando o total captado para US$ 450 milhões. 27 Sua plataforma atual de inferência é o Corsair; o Raptor é a XPU de próxima geração citada no roteiro com o NVLink Fusion.
O Corsair já é a base da parceria da d-Matrix com a Parasail, que informou que implantaria os aceleradores ao lado da infraestrutura da Nvidia para determinadas cargas de inferência. 22 A relevância do Raptor está no plano de criar uma rota mais direta para o ambiente de racks em escala da Nvidia.
Nenhuma das empresas revelou os termos financeiros do acordo. Portanto, os dados públicos não estabelecem royalties de licenciamento, compromissos mínimos de compra, taxas de engenharia, divisão de receita ou condições comerciais preferenciais.
A leitura mais adequada do anúncio, por enquanto, é a de um roteiro relevante de infraestrutura: a d-Matrix ganha um caminho para implantar hardware especializado em decode nas chamadas fábricas de IA baseadas na Nvidia; e a Nvidia amplia a variedade de chips de computação que podem usar seu ecossistema de interconexão e racks. Se isso se converterá em uma economia de inferência superior no mundo real dependerá do hardware final, da integração de software, dos preços e de resultados reproduzíveis em cargas de trabalho. 1
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A d Matrix usará o NVLink Fusion para integrar suas futuras XPUs Raptor de inferência à infraestrutura de IA baseada em MGX da Nvidia.
A d Matrix usará o NVLink Fusion para integrar suas futuras XPUs Raptor de inferência à infraestrutura de IA baseada em MGX da Nvidia. O plano combina rede NVLink e Spectrum X com componentes como CPUs Vera, DPUs BlueField 4 e SuperNICs ConnectX 9.
A proposta é dividir a inferência: GPUs executam o prefill, enquanto o hardware da d Matrix fica com a etapa de decode, token a token.