Atrasos massivos são a norma. 95% das empresas identificaram longos prazos de revisão de licenças como seu maior desafio, e 71% enfrentaram atrasos específicos ao exportar para a China .
Violações estatutárias são generalizadas. 66% das empresas tinham licenças pendentes por pelo menos três meses — excedendo o limite legal de 90 dias do Departamento de Comércio — e 31% tinham licenças pendentes de um a dois anos .
Os prazos de processamento estão piorando. O tempo médio de processamento do BIS (Bureau de Indústria e Segurança) desacelerou para 62 dias em 2025, ante 38 dias em 2023, e o número de pedidos processados caiu quase 20% .
A confiança no sistema entrou em colapso. Apenas 30% dos entrevistados acreditavam que o BIS segue seus próprios procedimentos em grande ou moderada extensão .
Falhas de comunicação são rotineiras. 57% citaram comunicação não confiável dos oficiais de licenciamento, 48% citaram interpretações políticas pouco claras, e o BIS cortou a maioria das reuniões do Comitê Consultivo Técnico — um canal fundamental de feedback da indústria .
A pesquisa identificou sete formas principais pelas quais o regime de licenciamento está prejudicando as empresas dos EUA:
1. Bilhões em exportações perdidas e participação de mercado. Os atrasos de meses estão custando bilhões aos EUA, com 64% das empresas perdendo participação de mercado na China e 73% perdendo vendas para concorrentes chineses .
2. Controles autodestrutivos. 82% das licenças pendentes cobrem itens com alternativas comparáveis já disponíveis de fornecedores não americanos (chineses, internacionais ou ambos). Isso significa que os controles excluem as empresas americanas sem nenhum ganho estratégico — os produtos chegam aos compradores chineses de qualquer forma .
3. Grandes perdas financeiras. Mais de um terço das empresas (36%) sofreram perdas de pelo menos dezenas de milhões de dólares devido a licenças atrasadas. Várias empresas relataram perdas de centenas de milhões ou mesmo bilhões .
4. Prejuízo à P&D. Os lucros perdidos comprimem os orçamentos necessários para pesquisa e desenvolvimento, diminuindo a capacidade de inovação dos EUA .
5. Dano à reputação. Os longos atrasos retratam as empresas americanas como fornecedores não confiáveis, e 27% relataram ações retaliatórias do governo chinês (por exemplo, em aprovações de terras raras) .
6. Impacto na contratação e operações. 35% citaram atrasos em licenças de exportação consideradas (deemed export licenses), dificultando a contratação de estrangeiros e a alocação de pessoal em projetos de P&D .
7. Limbo regulatório. A Regra de Afiliadas (Affiliates Rule) — que estende as restrições a partes ligadas à Lista de Entidades — foi emitida como uma regra final provisória e depois suspensa. 85% das empresas disseram que a reinstauração teria um impacto severo ou moderado .
Os resultados da pesquisa-relâmpago são consistentes com outras reportagens sobre o estado dos controles de exportação dos EUA. Uma análise da POLITICO de julho de 2026 constatou que a formulação de regras do Departamento de Comércio está no ritmo mais lento em duas décadas, os pedidos de licença de exportação estão se acumulando sem aprovações, e o governo não atualiza sua lista negra de empresas estrangeiras há meses . A pesquisa mais ampla do USCBC de 2026 com 175 empresas descobriu que cerca de 40% das empresas relatam efeitos negativos das políticas de controle de exportação dos EUA, com muitas experimentando perda de vendas, rompimento de relacionamentos com clientes e danos à reputação devido à percepção de que as empresas americanas são fornecedores não confiáveis .
A conclusão central da pesquisa é que o regime de licenciamento de controle de exportações da administração Trump está obtendo pouco benefício estratégico enquanto custa aos Estados Unidos bilhões de dólares em exportações perdidas e prejudica a participação de mercado global das empresas americanas . Como uma análise resumiu: "Washington pode estar fechando as empresas americanas a um mercado sem impedir que os clientes chineses obtenham os produtos. Isso não é alavancagem estratégica. É exílio autoimposto do mercado" .
Atrasos massivos são a norma. 95% das empresas identificaram longos prazos de revisão de licenças como seu maior desafio, e 71% enfrentaram atrasos específicos ao exportar para a China .
Violações estatutárias são generalizadas. 66% das empresas tinham licenças pendentes por pelo menos três meses — excedendo o limite legal de 90 dias do Departamento de Comércio — e 31% tinham licenças pendentes de um a dois anos .
Os prazos de processamento estão piorando. O tempo médio de processamento do BIS (Bureau de Indústria e Segurança) desacelerou para 62 dias em 2025, ante 38 dias em 2023, e o número de pedidos processados caiu quase 20% .
A confiança no sistema entrou em colapso. Apenas 30% dos entrevistados acreditavam que o BIS segue seus próprios procedimentos em grande ou moderada extensão .
Falhas de comunicação são rotineiras. 57% citaram comunicação não confiável dos oficiais de licenciamento, 48% citaram interpretações políticas pouco claras, e o BIS cortou a maioria das reuniões do Comitê Consultivo Técnico — um canal fundamental de feedback da indústria .
A pesquisa identificou sete formas principais pelas quais o regime de licenciamento está prejudicando as empresas dos EUA:
1. Bilhões em exportações perdidas e participação de mercado. Os atrasos de meses estão custando bilhões aos EUA, com 64% das empresas perdendo participação de mercado na China e 73% perdendo vendas para concorrentes chineses .
2. Controles autodestrutivos. 82% das licenças pendentes cobrem itens com alternativas comparáveis já disponíveis de fornecedores não americanos (chineses, internacionais ou ambos). Isso significa que os controles excluem as empresas americanas sem nenhum ganho estratégico — os produtos chegam aos compradores chineses de qualquer forma .
3. Grandes perdas financeiras. Mais de um terço das empresas (36%) sofreram perdas de pelo menos dezenas de milhões de dólares devido a licenças atrasadas. Várias empresas relataram perdas de centenas de milhões ou mesmo bilhões .
4. Prejuízo à P&D. Os lucros perdidos comprimem os orçamentos necessários para pesquisa e desenvolvimento, diminuindo a capacidade de inovação dos EUA .
5. Dano à reputação. Os longos atrasos retratam as empresas americanas como fornecedores não confiáveis, e 27% relataram ações retaliatórias do governo chinês (por exemplo, em aprovações de terras raras) .
6. Impacto na contratação e operações. 35% citaram atrasos em licenças de exportação consideradas (deemed export licenses), dificultando a contratação de estrangeiros e a alocação de pessoal em projetos de P&D .
7. Limbo regulatório. A Regra de Afiliadas (Affiliates Rule) — que estende as restrições a partes ligadas à Lista de Entidades — foi emitida como uma regra final provisória e depois suspensa. 85% das empresas disseram que a reinstauração teria um impacto severo ou moderado .
Os resultados da pesquisa-relâmpago são consistentes com outras reportagens sobre o estado dos controles de exportação dos EUA. Uma análise da POLITICO de julho de 2026 constatou que a formulação de regras do Departamento de Comércio está no ritmo mais lento em duas décadas, os pedidos de licença de exportação estão se acumulando sem aprovações, e o governo não atualiza sua lista negra de empresas estrangeiras há meses . A pesquisa mais ampla do USCBC de 2026 com 175 empresas descobriu que cerca de 40% das empresas relatam efeitos negativos das políticas de controle de exportação dos EUA, com muitas experimentando perda de vendas, rompimento de relacionamentos com clientes e danos à reputação devido à percepção de que as empresas americanas são fornecedores não confiáveis .
A conclusão central da pesquisa é que o regime de licenciamento de controle de exportações da administração Trump está obtendo pouco benefício estratégico enquanto custa aos Estados Unidos bilhões de dólares em exportações perdidas e prejudica a participação de mercado global das empresas americanas . Como uma análise resumiu: "Washington pode estar fechando as empresas americanas a um mercado sem impedir que os clientes chineses obtenham os produtos. Isso não é alavancagem estratégica. É exílio autoimposto do mercado" .