Em 23 de outubro de 2026, Zhou Hongyi, fundador da 360, disse que o sistema de IA soberana da empresa já está em uso em algumas organizações governamentais e empresariais. Ele relacionou a abertura do DeepInfer, da DeepSeek, à possibilidade de empresas rodarem IA em seus próprios servidores e criarem agentes voltado...
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What did 360 Security Technology founder Zhou Hongyi announce on October 23, 2026, about its sovereign AI operating system and its use by go. Article summary: On October 23, 2026, Zhou Hongyi said 360 had built a “sovereign AI operating system” and that it was already in use at some government and enterprise organizations. He presented it as a way for customers to retain contr. Topic tags: general, general web. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clic
Em 23 de outubro de 2026, Zhou Hongyi, fundador da 360, afirmou que a empresa desenvolveu um “sistema operacional de IA soberana” e que ele já está em uso em algumas organizações governamentais e empresariais. A proposta, segundo Zhou, é permitir que cada organização mantenha mais controle sobre a infraestrutura, os dados e os conhecimentos de negócio usados por seus agentes de IA. Os relatos não informam quem são os clientes nem quantas implantações foram feitas.1
2
A DeepSeek abriu ao público o DeepInfer, estrutura de inferência que usava internamente. Segundo os relatos, o sistema otimiza o agendamento de tarefas para que CPUs e placas gráficas trabalhem ao mesmo tempo. Com isso, busca reduzir esperas e cálculos repetidos e fazer com que o mesmo hardware processe mais tarefas.1
2
Zhou descreveu a abertura do código como sinal de “confiança técnica” e de uma visão inclusiva sobre o acesso aos benefícios do software de código aberto. Na avaliação dele, modelos abertos e ferramentas de inferência mais maduros podem ajudar empresas a rodar IA em servidores próprios e desenvolver agentes adaptados às suas operações, sem precisar treinar um grande modelo do zero.1
2
O argumento vai além da eficiência computacional: trata de quem controla a tecnologia e os recursos de que os agentes dependem. Zhou define IA soberana como aquela em que o usuário tem o papel de liderança e lista cinco níveis: nacional, institucional, empresarial, individual e familiar, e de dispositivos. Os relatos disponíveis apresentam essas categorias, mas não detalham uma definição técnica para cada uma.1
4
Zhou alerta que, quando uma empresa depende de serviços externos de IA, o provedor pode controlar os modelos, a capacidade computacional e as plataformas. Na visão dele, essa dependência pode deixar o cliente exposto a mudanças de preço ou de serviço, além de depender de sistemas que não controla.1
2
Há também uma questão de propriedade: quando agentes passam a lidar com dados de negócio e acumulam conhecimento e experiência, quem fica no controle desses ativos? Para Zhou, a soberania empresarial não se resume à escolha de um modelo. Envolve também o controle da computação e dos dados, além da propriedade do conhecimento gerado pelo uso da IA.1
19
A arquitetura descrita reúne recursos computacionais e seu agendamento, grandes modelos de IA soberana, bases de conhecimento empresariais, uma fábrica de agentes, a plataforma Agent Teams para colaboração entre pessoas e agentes e recursos de governança de segurança.2
19
Segundo as descrições da empresa, as organizações podem escolher os modelos, distribuir os recursos computacionais e usar seus próprios dados em etapas de pós-treinamento. Um dos relatos também afirma que os dados permanecem na rede da organização e que conhecimentos, habilidades, experiências e registros de tarefas acumulados pertencem a ela.2
3
19 Essas informações são declarações sobre o produto; o material disponível não apresenta os detalhes técnicos ou contratuais de cada garantia de propriedade e controle.
O sistema é descrito como capaz de controlar e auditar permissões dos agentes, chamadas a ferramentas e etapas de execução, com supervisão humana nas operações consideradas críticas.19 A intenção é manter os agentes dentro dos limites autorizados e preservar a palavra final da organização. Os relatos explicam a abordagem de governança, mas não demonstram, de forma independente, a eficácia desses controles na prática.
A 360 afirma que o sistema está em uso em “algumas” organizações governamentais e empresariais, mas não identifica os clientes nem informa o número de implantações.1
2 As reportagens descrevem os componentes e os controles pretendidos, mas não trazem especificações detalhadas de implementação nem avaliações independentes de desempenho e segurança.
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19
O anúncio apresenta a visão da 360 para ampliar o controle empresarial sobre a IA. A escala de adoção e a eficácia do sistema no uso real, porém, seguem sem confirmação pública.
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Em 23 de outubro de 2026, Zhou Hongyi, fundador da 360, disse que o sistema de IA soberana da empresa já está em uso em algumas organizações governamentais e empresariais.
Em 23 de outubro de 2026, Zhou Hongyi, fundador da 360, disse que o sistema de IA soberana da empresa já está em uso em algumas organizações governamentais e empresariais. Ele relacionou a abertura do DeepInfer, da DeepSeek, à possibilidade de empresas rodarem IA em seus próprios servidores e criarem agentes voltados ao negócio sem treinar um grande modelo do zero.
A 360 afirma que seu sistema reúne modelos, recursos computacionais, bases de conhecimento e controles de segurança para agentes.
Em 23 de outubro de 2026, Zhou Hongyi, fundador da 360, disse que o sistema de IA soberana da empresa já está em uso em algumas organizações governamentais e empresariais. Ele relacionou a abertura do DeepInfer, da DeepSeek, à possibilidade de empresas rodarem IA em seus próprios servidores e criarem agentes voltado...
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Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What did 360 Security Technology founder Zhou Hongyi announce on October 23, 2026, about its sovereign AI operating system and its use by go. Article summary: On October 23, 2026, Zhou Hongyi said 360 had built a “sovereign AI operating system” and that it was already in use at some government and enterprise organizations. He presented it as a way for customers to retain contr. Topic tags: general, general web. Style: premium digital editorial illustration, source-backed research mood, clean composition, high detail, modern web publication hero. Use reference image context only for broad subject, composition, and topical grounding; do not copy the exact image. Avoid: logos, brand marks, copyrighted characters, real person likenesses, fake screenshots, UI text, readable text, watermarks, charts with fake numbers, clic
Em 23 de outubro de 2026, Zhou Hongyi, fundador da 360, afirmou que a empresa desenvolveu um “sistema operacional de IA soberana” e que ele já está em uso em algumas organizações governamentais e empresariais. A proposta, segundo Zhou, é permitir que cada organização mantenha mais controle sobre a infraestrutura, os dados e os conhecimentos de negócio usados por seus agentes de IA. Os relatos não informam quem são os clientes nem quantas implantações foram feitas.1
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A DeepSeek abriu ao público o DeepInfer, estrutura de inferência que usava internamente. Segundo os relatos, o sistema otimiza o agendamento de tarefas para que CPUs e placas gráficas trabalhem ao mesmo tempo. Com isso, busca reduzir esperas e cálculos repetidos e fazer com que o mesmo hardware processe mais tarefas.1
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Zhou descreveu a abertura do código como sinal de “confiança técnica” e de uma visão inclusiva sobre o acesso aos benefícios do software de código aberto. Na avaliação dele, modelos abertos e ferramentas de inferência mais maduros podem ajudar empresas a rodar IA em servidores próprios e desenvolver agentes adaptados às suas operações, sem precisar treinar um grande modelo do zero.1
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O argumento vai além da eficiência computacional: trata de quem controla a tecnologia e os recursos de que os agentes dependem. Zhou define IA soberana como aquela em que o usuário tem o papel de liderança e lista cinco níveis: nacional, institucional, empresarial, individual e familiar, e de dispositivos. Os relatos disponíveis apresentam essas categorias, mas não detalham uma definição técnica para cada uma.1
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Zhou alerta que, quando uma empresa depende de serviços externos de IA, o provedor pode controlar os modelos, a capacidade computacional e as plataformas. Na visão dele, essa dependência pode deixar o cliente exposto a mudanças de preço ou de serviço, além de depender de sistemas que não controla.1
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Há também uma questão de propriedade: quando agentes passam a lidar com dados de negócio e acumulam conhecimento e experiência, quem fica no controle desses ativos? Para Zhou, a soberania empresarial não se resume à escolha de um modelo. Envolve também o controle da computação e dos dados, além da propriedade do conhecimento gerado pelo uso da IA.1
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A arquitetura descrita reúne recursos computacionais e seu agendamento, grandes modelos de IA soberana, bases de conhecimento empresariais, uma fábrica de agentes, a plataforma Agent Teams para colaboração entre pessoas e agentes e recursos de governança de segurança.2
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Segundo as descrições da empresa, as organizações podem escolher os modelos, distribuir os recursos computacionais e usar seus próprios dados em etapas de pós-treinamento. Um dos relatos também afirma que os dados permanecem na rede da organização e que conhecimentos, habilidades, experiências e registros de tarefas acumulados pertencem a ela.2
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19 Essas informações são declarações sobre o produto; o material disponível não apresenta os detalhes técnicos ou contratuais de cada garantia de propriedade e controle.
O sistema é descrito como capaz de controlar e auditar permissões dos agentes, chamadas a ferramentas e etapas de execução, com supervisão humana nas operações consideradas críticas.19 A intenção é manter os agentes dentro dos limites autorizados e preservar a palavra final da organização. Os relatos explicam a abordagem de governança, mas não demonstram, de forma independente, a eficácia desses controles na prática.
A 360 afirma que o sistema está em uso em “algumas” organizações governamentais e empresariais, mas não identifica os clientes nem informa o número de implantações.1
2 As reportagens descrevem os componentes e os controles pretendidos, mas não trazem especificações detalhadas de implementação nem avaliações independentes de desempenho e segurança.
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O anúncio apresenta a visão da 360 para ampliar o controle empresarial sobre a IA. A escala de adoção e a eficácia do sistema no uso real, porém, seguem sem confirmação pública.
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Em 23 de outubro de 2026, Zhou Hongyi, fundador da 360, disse que o sistema de IA soberana da empresa já está em uso em algumas organizações governamentais e empresariais.
Em 23 de outubro de 2026, Zhou Hongyi, fundador da 360, disse que o sistema de IA soberana da empresa já está em uso em algumas organizações governamentais e empresariais. Ele relacionou a abertura do DeepInfer, da DeepSeek, à possibilidade de empresas rodarem IA em seus próprios servidores e criarem agentes voltados ao negócio sem treinar um grande modelo do zero.
A 360 afirma que seu sistema reúne modelos, recursos computacionais, bases de conhecimento e controles de segurança para agentes.