O Memorando de Entendimento de Islamabad (MoU de Islamabad) compromete ambos os lados a uma cessação imediata e permanente das atividades militares em todas as frentes, incluindo o Líbano . O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, mediou meses de negociações indiretas entre Washington e Teerã. O presidente Donald Trump assinou o documento pessoalmente durante um jantar oferecido pelo presidente francês Emmanuel Macron no Palácio de Versalhes, logo após a cúpula do G7 em Évian. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, assinou remotamente em Teerã .
O acordo prorroga um cessar-fogo anunciado em abril por mais 60 dias para permitir que ambos os lados negociem uma trégua final . Trump enfatizou que o acordo não é um tratado de paz definitivo, chamando-o de passo preliminar que deve ser seguido por negociações completas .
O texto do MoU foi formalmente divulgado pelo lado americano na noite de quarta-feira e entrou em vigor imediatamente .
Parlamentares democratas exigiram briefings imediatos da Casa Branca sobre os termos do MoU . Um consenso bipartidário surgiu no Congresso de que qualquer acordo nuclear final deve ser submetido a votação no Legislativo, sinalizando oposição a um acordo puramente executivo .
Os líderes do G7 acolheram o acordo preliminar, mas pediram um cessar-fogo imediato no Líbano especificamente. Também ressaltaram a necessidade de diversificar as rotas globais de fornecimento de energia, refletindo preocupações com a confiabilidade de Hormuz .
O presidente disse que os EUA poderiam retomar os bombardeios ao Irã se os líderes iranianos "não se comportarem" ou deixarem de cumprir os compromissos .
Teerã declarou vitória, argumentando que o MoU reflete grandes concessões dos EUA, incluindo a remoção de sanções e o fim do bloqueio naval . O presidente Pezeshkian chamou o acordo de "documento histórico e uma mensagem de um Irã poderoso" .
Israel não foi signatário direto, mas foi amplamente consultado; o cessar-fogo se aplica ao Líbano e a todas as frentes que envolvem forças alinhadas ao Irã . O MoU não menciona Israel explicitamente, que havia realizado ataques frequentes no Líbano desde o início de março .
A primeira seção do MoU afirma que ambos os países concordaram com a "cessação imediata e permanente das atividades militares em todas as frentes, incluindo o Líbano". Ambas as nações se comprometem a salvaguardar a "integridade territorial e a soberania do Líbano" . O acordo não detalha o papel das forças alinhadas ao Irã no Líbano, mas marca um passo significativo rumo à desescalada após meses de conflito que envolveram ataques israelenses e operações apoiadas pelo Irã em toda a região.
A janela de 60 dias abre caminho para negociações mais amplas com o objetivo de um acordo de paz abrangente. As principais questões incluem o status final das sanções, o escopo do plano de reconstrução e os mecanismos de verificação dos compromissos nucleares do Irã. Os EUA sinalizaram que manterão a ameaça de retomada de ações militares como instrumento de pressão, enquanto o Irã apresenta o acordo como uma validação de sua posição estratégica.
O Memorando de Entendimento de Islamabad (MoU de Islamabad) compromete ambos os lados a uma cessação imediata e permanente das atividades militares em todas as frentes, incluindo o Líbano . O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, mediou meses de negociações indiretas entre Washington e Teerã. O presidente Donald Trump assinou o documento pessoalmente durante um jantar oferecido pelo presidente francês Emmanuel Macron no Palácio de Versalhes, logo após a cúpula do G7 em Évian. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, assinou remotamente em Teerã .
O acordo prorroga um cessar-fogo anunciado em abril por mais 60 dias para permitir que ambos os lados negociem uma trégua final . Trump enfatizou que o acordo não é um tratado de paz definitivo, chamando-o de passo preliminar que deve ser seguido por negociações completas .
O texto do MoU foi formalmente divulgado pelo lado americano na noite de quarta-feira e entrou em vigor imediatamente .
Parlamentares democratas exigiram briefings imediatos da Casa Branca sobre os termos do MoU . Um consenso bipartidário surgiu no Congresso de que qualquer acordo nuclear final deve ser submetido a votação no Legislativo, sinalizando oposição a um acordo puramente executivo .
Os líderes do G7 acolheram o acordo preliminar, mas pediram um cessar-fogo imediato no Líbano especificamente. Também ressaltaram a necessidade de diversificar as rotas globais de fornecimento de energia, refletindo preocupações com a confiabilidade de Hormuz .
O presidente disse que os EUA poderiam retomar os bombardeios ao Irã se os líderes iranianos "não se comportarem" ou deixarem de cumprir os compromissos .
Teerã declarou vitória, argumentando que o MoU reflete grandes concessões dos EUA, incluindo a remoção de sanções e o fim do bloqueio naval . O presidente Pezeshkian chamou o acordo de "documento histórico e uma mensagem de um Irã poderoso" .
Israel não foi signatário direto, mas foi amplamente consultado; o cessar-fogo se aplica ao Líbano e a todas as frentes que envolvem forças alinhadas ao Irã . O MoU não menciona Israel explicitamente, que havia realizado ataques frequentes no Líbano desde o início de março .
A primeira seção do MoU afirma que ambos os países concordaram com a "cessação imediata e permanente das atividades militares em todas as frentes, incluindo o Líbano". Ambas as nações se comprometem a salvaguardar a "integridade territorial e a soberania do Líbano" . O acordo não detalha o papel das forças alinhadas ao Irã no Líbano, mas marca um passo significativo rumo à desescalada após meses de conflito que envolveram ataques israelenses e operações apoiadas pelo Irã em toda a região.
A janela de 60 dias abre caminho para negociações mais amplas com o objetivo de um acordo de paz abrangente. As principais questões incluem o status final das sanções, o escopo do plano de reconstrução e os mecanismos de verificação dos compromissos nucleares do Irã. Os EUA sinalizaram que manterão a ameaça de retomada de ações militares como instrumento de pressão, enquanto o Irã apresenta o acordo como uma validação de sua posição estratégica.