O cenário muda no ExploitBench, que exige um raciocínio mais profundo sobre como uma vulnerabilidade real poderia ser explorada e demanda um exploit funcional. O GLM-5.3 mais que dobrou a pontuação de seu antecessor, subindo de 24,4% para 54,4% . No entanto, a Z.ai reporta que o Mythos 5 marca 78% no ExploitBench e o GPT-5.6 Sol, 76,5% — deixando o GLM-5.3 bem atrás nesta métrica mais desafiadora
.
No ExploitGym, que conta quantas tarefas de exploração um modelo consegue completar em um orçamento normalizado de duas horas, o GLM-5.3 finalizou 105 tarefas (ante 29 do GLM-5.2) . Em um orçamento de seis horas, esse número sobe para 130 tarefas
.
| Benchmark | O que mede | GLM-5.3 | Anthropic Mythos 5 | OpenAI GPT-5.6 Sol |
|---|---|---|---|---|
| CyberGym | Descoberta e validação de vulnerabilidades em código-fonte (white-box) | 84,5% | 83,8% | 83,6% |
| ExploitBench | Raciocínio de causa raiz + entrega de um exploit funcional | 54,4% | 78% | 76,5% |
| ExploitGym (orçamento de 2h) | Tarefas de exploração completadas em orçamento normalizado | 105 tarefas | Não divulgado | Não divulgado |
Além dos benchmarks, o GLM-5.3 foi implantado em testes de segurança reais com resultados impressionantes:
O GLM-5.3 também apresenta números fortes em benchmarks de codificação e agentes de IA, posicionando-se como um modelo líder de pesos abertos para tarefas de engenharia de software:
A Z.ai afirma que a capacidade de cibersegurança do modelo "cresceu mais rápido do que o previsto" durante o pós-treinamento . Os 740 bilhões de parâmetros do modelo base não foram retreinados — todos os ganhos vieram de melhorias no pós-treinamento
. Como essa capacidade foi uma surpresa emergente, a empresa está segurando a liberação dos pesos abertos por duas semanas enquanto reforça os controles de segurança
. O modelo já está disponível via API da Z.ai e por meio de integrações com ZCode, Claude Code e OpenCode
.