Em 12 de agosto de 2026, o grupo alemão de direitos digitais HateAid apresentou uma queixa-crime contra a Meta, Ray-Ban, Oakley e vários varejistas que vendem os óculos na Alemanha, argumentando que os dispositivos violam as leis federais de privacidade digital ao permitir a gravação oculta . A queixa cita uma lei alemã que proíbe a venda de dispositivos de gravação disfarçados . O comissário de proteção de dados de Hamburgo, Thomas Fuchs, classificou os óculos como "câmeras disfarçadas" e afirmou que uma proibição total de vendas é possível . Fuchs também pressionou por uma proibição em toda a União Europeia .
Uma ampla gama de estabelecimentos de hospitalidade e entretenimento no Reino Unido baniu ou restringiu os óculos inteligentes da Meta:
A BBC News noticiou que mulheres são rotineiramente abordadas por homens usando os Ray-Ban da Meta para filmar suas reações a cantadas sem conhecimento ou consentimento . Uma preocupação central é que o LED indicador de gravação pode ser desativado ou não é óbvio o suficiente, tornando os óculos quase indistinguíveis de óculos comuns . Reguladores alemães argumentam especificamente que os óculos violam as leis contra dispositivos de gravação ocultos .
A Meta afirmou que salvaguardas de privacidade integradas estão em vigor para evitar filmagens sorrateiras, incluindo uma luz LED visível durante a gravação . A empresa informou que aproximadamente 7 milhões de unidades foram vendidas em 2025 . Em julho de 2026, a Meta também corrigiu uma brecha que permitia que modders desativassem o LED de gravação, atualizando seus óculos inteligentes para desligar a câmera se a luz for fisicamente adulterada ou destruída .
Incertezas-chave: Embora o banimento nos tribunais do HMCTS na Inglaterra e no País de Gales seja confirmado, ainda não está claro se outras nações do Reino Unido (Escócia, Irlanda do Norte) seguirão o exemplo. A queixa-crime alemã foi apresentada, mas nenhuma condenação ou proibição de vendas foi ordenada ainda. A Agência Federal de Redes está ativamente revisando uma proibição nacional de vendas .
Em 12 de agosto de 2026, o grupo alemão de direitos digitais HateAid apresentou uma queixa-crime contra a Meta, Ray-Ban, Oakley e vários varejistas que vendem os óculos na Alemanha, argumentando que os dispositivos violam as leis federais de privacidade digital ao permitir a gravação oculta . A queixa cita uma lei alemã que proíbe a venda de dispositivos de gravação disfarçados . O comissário de proteção de dados de Hamburgo, Thomas Fuchs, classificou os óculos como "câmeras disfarçadas" e afirmou que uma proibição total de vendas é possível . Fuchs também pressionou por uma proibição em toda a União Europeia .
Uma ampla gama de estabelecimentos de hospitalidade e entretenimento no Reino Unido baniu ou restringiu os óculos inteligentes da Meta:
A BBC News noticiou que mulheres são rotineiramente abordadas por homens usando os Ray-Ban da Meta para filmar suas reações a cantadas sem conhecimento ou consentimento . Uma preocupação central é que o LED indicador de gravação pode ser desativado ou não é óbvio o suficiente, tornando os óculos quase indistinguíveis de óculos comuns . Reguladores alemães argumentam especificamente que os óculos violam as leis contra dispositivos de gravação ocultos .
A Meta afirmou que salvaguardas de privacidade integradas estão em vigor para evitar filmagens sorrateiras, incluindo uma luz LED visível durante a gravação . A empresa informou que aproximadamente 7 milhões de unidades foram vendidas em 2025 . Em julho de 2026, a Meta também corrigiu uma brecha que permitia que modders desativassem o LED de gravação, atualizando seus óculos inteligentes para desligar a câmera se a luz for fisicamente adulterada ou destruída .
Incertezas-chave: Embora o banimento nos tribunais do HMCTS na Inglaterra e no País de Gales seja confirmado, ainda não está claro se outras nações do Reino Unido (Escócia, Irlanda do Norte) seguirão o exemplo. A queixa-crime alemã foi apresentada, mas nenhuma condenação ou proibição de vendas foi ordenada ainda. A Agência Federal de Redes está ativamente revisando uma proibição nacional de vendas .