Dingwei Chen (também grafado como Chen Dingwei) é cidadão chinês, com 29 anos de idade . Ele se declarou culpado por uma acusação: tentar adquirir e exportar ilegalmente modems de satélite e rádios militares para a China, em violação à Lei de Controle de Exportação de Armas . O caso foi julgado no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito de Utah, em Salt Lake City, sob a presidência do juiz distrital David Sam .
De acordo com os registros do tribunal e o Departamento de Justiça dos EUA, Chen conspirou com pessoas na China para comprar equipamentos de comunicação militares restritos — incluindo modems de satélite e rádios fabricados especificamente para as forças armadas americanas por empresas contratadas de defesa como L3Harris, Viasat e Comtech . Eles firmaram contrato com uma subsidiária americana de uma empresa suíça de defesa para comprar 10 modems .
Para evitar a detecção, Chen e seus comparsas usaram aplicativos de mensagens criptografadas e pagamentos em criptomoeda (Tether, USDT) . Eles pagaram aproximadamente US$ 40 mil em depósitos e outros US$ 30 mil em pagamentos finais (totalizando mais de US$ 70 mil) pelos 10 modems militares .
O grupo discutiu várias rotas de exportação secretas antes de definir o plano. As propostas iniciais incluíam enviar o equipamento pela Suíça ou retirá-lo em Saipan, nas Ilhas Marianas do Norte . No fim, eles concordaram em contrabandear o equipamento passando pelo México . De acordo com os promotores, Chen descreveu a tentativa de compra como apenas uma "transação teste", alegando ter acesso a fundos para comprar dezenas de milhões de dólares em equipamentos militares adicionais .
Os equipamentos que Chen tentou adquirir estão na Lista de Munições dos EUA e sujeitos a controles rígidos de exportação sob os Regulamentos de Tráfego Internacional de Armas (ITAR) . Para exportar legalmente esse tipo de equipamento, é necessário obter uma licença do Diretório de Controles de Comércio de Defesa (DDTC) do Departamento de Estado dos EUA . A política do governo americano para licenças de exportação para a China é de "presunção de negação", ou seja, quase nunca são concedidas .
"Chen tentou desviar tecnologias militares sensíveis dos EUA para a República Popular da China, tecnologias que a RPC poderia usar contra nós", disse o procurador-geral assistente para Segurança Nacional, John A. Eisenberg, em comunicado .
O juiz David Sam aceitou a confissão de Chen e marcou a sentença para 19 de outubro de 2026 . Chen enfrenta uma pena máxima de 20 anos de prisão federal . Ele permanece sob custódia até a sentença.
O caso foi investigado por agentes da Divisão de Investigações de Segurança Interna (HSI) dos EUA e do Serviço de Investigação Criminal do Departamento de Defesa . A investigação revelou todo o escopo da conspiração, incluindo o uso de comunicações criptografadas e criptomoedas para evitar detecção, bem como as várias rotas de contrabando planejadas através da Suíça, Saipan e México .
Este caso destaca as tensões contínuas entre os EUA e a China em relação à transferência de tecnologia e à aplicação de controles de exportação. A tentativa de adquirir equipamentos de comunicação militares restritos — particularmente modems de satélite que poderiam ser usados para comunicações militares e operações de inteligência — representa uma preocupação significativa de segurança nacional para os Estados Unidos . A acusação também ressalta os esforços americanos para proteger tecnologias militares sensíveis de serem adquiridas por adversários estrangeiros por meio de canais ilegais e redes complexas de contrabando.
O caso de Dingwei Chen é um de vários processos recentes que visam a exportação ilegal de tecnologia militar dos EUA para a China, refletindo uma repressão mais ampla à transferência de tecnologia que poderia ameaçar as vantagens militares americanas .
Dingwei Chen (também grafado como Chen Dingwei) é cidadão chinês, com 29 anos de idade . Ele se declarou culpado por uma acusação: tentar adquirir e exportar ilegalmente modems de satélite e rádios militares para a China, em violação à Lei de Controle de Exportação de Armas . O caso foi julgado no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito de Utah, em Salt Lake City, sob a presidência do juiz distrital David Sam .
De acordo com os registros do tribunal e o Departamento de Justiça dos EUA, Chen conspirou com pessoas na China para comprar equipamentos de comunicação militares restritos — incluindo modems de satélite e rádios fabricados especificamente para as forças armadas americanas por empresas contratadas de defesa como L3Harris, Viasat e Comtech . Eles firmaram contrato com uma subsidiária americana de uma empresa suíça de defesa para comprar 10 modems .
Para evitar a detecção, Chen e seus comparsas usaram aplicativos de mensagens criptografadas e pagamentos em criptomoeda (Tether, USDT) . Eles pagaram aproximadamente US$ 40 mil em depósitos e outros US$ 30 mil em pagamentos finais (totalizando mais de US$ 70 mil) pelos 10 modems militares .
O grupo discutiu várias rotas de exportação secretas antes de definir o plano. As propostas iniciais incluíam enviar o equipamento pela Suíça ou retirá-lo em Saipan, nas Ilhas Marianas do Norte . No fim, eles concordaram em contrabandear o equipamento passando pelo México . De acordo com os promotores, Chen descreveu a tentativa de compra como apenas uma "transação teste", alegando ter acesso a fundos para comprar dezenas de milhões de dólares em equipamentos militares adicionais .
Os equipamentos que Chen tentou adquirir estão na Lista de Munições dos EUA e sujeitos a controles rígidos de exportação sob os Regulamentos de Tráfego Internacional de Armas (ITAR) . Para exportar legalmente esse tipo de equipamento, é necessário obter uma licença do Diretório de Controles de Comércio de Defesa (DDTC) do Departamento de Estado dos EUA . A política do governo americano para licenças de exportação para a China é de "presunção de negação", ou seja, quase nunca são concedidas .
"Chen tentou desviar tecnologias militares sensíveis dos EUA para a República Popular da China, tecnologias que a RPC poderia usar contra nós", disse o procurador-geral assistente para Segurança Nacional, John A. Eisenberg, em comunicado .
O juiz David Sam aceitou a confissão de Chen e marcou a sentença para 19 de outubro de 2026 . Chen enfrenta uma pena máxima de 20 anos de prisão federal . Ele permanece sob custódia até a sentença.
O caso foi investigado por agentes da Divisão de Investigações de Segurança Interna (HSI) dos EUA e do Serviço de Investigação Criminal do Departamento de Defesa . A investigação revelou todo o escopo da conspiração, incluindo o uso de comunicações criptografadas e criptomoedas para evitar detecção, bem como as várias rotas de contrabando planejadas através da Suíça, Saipan e México .
Este caso destaca as tensões contínuas entre os EUA e a China em relação à transferência de tecnologia e à aplicação de controles de exportação. A tentativa de adquirir equipamentos de comunicação militares restritos — particularmente modems de satélite que poderiam ser usados para comunicações militares e operações de inteligência — representa uma preocupação significativa de segurança nacional para os Estados Unidos . A acusação também ressalta os esforços americanos para proteger tecnologias militares sensíveis de serem adquiridas por adversários estrangeiros por meio de canais ilegais e redes complexas de contrabando.
O caso de Dingwei Chen é um de vários processos recentes que visam a exportação ilegal de tecnologia militar dos EUA para a China, refletindo uma repressão mais ampla à transferência de tecnologia que poderia ameaçar as vantagens militares americanas .