A BYD confirmou que já conversou com o CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, sobre uma possível entrada no campeonato. Relatos indicam que a empresa também discutiu o projeto com o ex chefe da Red Bull Christian Horner, que busca retornar à categoria.

Create a landscape editorial hero image for this Studio Global article: What are the details and implications of Chinese EV giant BYD’s potential entry into Formula 1, including its discussions with former Red Bu. Article summary: BYD appears to be exploring a real F1 entry, but it is still at the discussion stage rather than a formal application. The most credible current picture is that BYD has spoken both to F1 leadership and to Christian Horne. Topic tags: general, general web, user generated. Reference image context from search candidates: Reference image 1: visual subject "Former Red Bull boss Christian Horner's return to Formula 1 could be as the head of a 12th team entry with Chinese car manufacturer BYD, with talks on a potential tie-up ongoing. I" source context "Horner in talks over new BYD F1 team entry - The Race" Reference image 2: visual subject "Ex-Red Bull boss Christian
O interesse de grandes montadoras pela Fórmula 1 voltou a crescer à medida que a categoria se prepara para uma nova era técnica a partir de 2026. Entre as empresas que estudam entrar no campeonato está a BYD, gigante chinesa de veículos elétricos.
Relatórios recentes indicam que a empresa iniciou conversas exploratórias sobre uma possível entrada na F1 — potencialmente como a 12ª equipe do grid. Nada foi anunciado oficialmente, mas as discussões já envolveram nomes importantes do paddock, incluindo o ex-chefe da Red Bull Christian Horner.
O sinal mais concreto veio da própria empresa. Stella Li, vice‑presidente executiva da BYD, confirmou que a companhia já se reuniu com o CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, durante o fim de semana do Grande Prêmio da China em Xangai.
Segundo Li, as conversas continuam e a F1 é vista pela empresa como uma vitrine tecnológica global — algo particularmente relevante para uma marca que quer ampliar sua presença internacional no setor automotivo.
Embora isso não represente um pedido formal de entrada, confirma que as discussões entre a montadora e a liderança da categoria já estão acontecendo em alto nível.
A especulação ganhou força depois que surgiram relatos de que Stella Li se reuniu com Christian Horner, ex-chefe da Red Bull Racing, em Cannes para discutir caminhos possíveis para entrar na Fórmula 1.
Horner comandou a Red Bull por duas décadas e foi responsável por múltiplos títulos mundiais. Após deixar a equipe em 2025, ele tem explorado maneiras de voltar à categoria — e um projeto ligado à BYD poderia ser essa oportunidade.
A presença de Horner seria relevante por dois motivos principais:
Além disso, Horner assumiu um papel de consultoria com a empresa de private equity Oakley Capital, o que pode facilitar a captação de investimentos ou parcerias estratégicas para projetos ligados ao automobilismo.
Relatos indicam que a BYD está avaliando a criação de uma equipe completamente nova, em vez de comprar ou assumir uma já existente.
Esse caminho oferece algumas vantagens:
Por outro lado, também é o caminho mais difícil. Criar uma equipe do zero exige infraestrutura, centenas de funcionários especializados, parceria para motores e aprovação de múltiplos órgãos reguladores.
Outra hipótese discutida no paddock envolve a equipe Alpine.
Horner faz parte de um grupo de investidores que analisou a possibilidade de comprar uma participação minoritária na operação de Fórmula 1 da equipe francesa.
Isso não significa que a BYD esteja negociando adquirir a Alpine, mas mostra como as conexões de Horner dentro do esporte poderiam abrir alternativas de entrada caso um projeto totalmente novo se mostre difícil demais.
Mesmo que a BYD decida seguir adiante, entrar na Fórmula 1 envolve obstáculos políticos e financeiros importantes.
A categoria já confirmou que a Cadillac será a 11ª equipe a partir de 2026.
Pelas regras atuais, o grid pode ter no máximo 12 equipes, o que significa que apenas uma vaga adicional poderia existir.
Outro fator é o dinheiro. Novas equipes precisam pagar uma chamada taxa de anti‑diluição, criada para compensar as equipes atuais pela divisão das receitas da categoria. A Cadillac teria concordado em pagar cerca de US$ 450 milhões para entrar no campeonato.
Esse valor mostra o tamanho do investimento necessário antes mesmo de construir a equipe.
Do ponto de vista comercial, uma equipe apoiada por uma grande fabricante chinesa pode ser extremamente atraente para a Fórmula 1.
A categoria busca expandir sua presença em grandes mercados automotivos, e a China é um dos maiores do mundo. Uma equipe ligada a uma marca chinesa poderia ampliar o alcance da F1 no país e fortalecer o interesse de fãs e patrocinadores na região.
Além disso, várias montadoras estão entrando ou retornando ao esporte — como Audi e Cadillac — impulsionadas pelas novas regras híbridas de motores que entram em vigor em 2026.
Por enquanto, os planos da BYD permanecem exploratórios. As conversas com a liderança da Fórmula 1 e com figuras como Christian Horner mostram interesse real, mas ainda não existe um pedido formal para entrar no campeonato.
Caso o projeto avance, os próximos passos provavelmente incluiriam:
Se a BYD realmente decidir avançar, a disputa pela última vaga possível do grid pode se tornar uma das histórias mais importantes do futuro próximo da Fórmula 1.
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A BYD confirmou que já conversou com o CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, sobre uma possível entrada no campeonato.
A BYD confirmou que já conversou com o CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, sobre uma possível entrada no campeonato. Relatos indicam que a empresa também discutiu o projeto com o ex chefe da Red Bull Christian Horner, que busca retornar à categoria.
A montadora parece preferir criar uma nova equipe — potencialmente a 12ª do grid — em vez de comprar uma estrutura existente.