O motivo central é que essas aeronaves foram fabricadas entre 2019 e 2021 — antes da certificação ser concluída — e o projeto final certificado mudou de forma tão substancial que trazê-las ao padrão atual exige uma reforma considerada "gigantesca" . O presidente da Emirates, Clark, descreveu os jatos como efetivamente obsoletos, observando que precisariam de modificações extensas para atender aos padrões atuais de produção e certificação . Um dos primeiros aviões (WH007, um artigo de teste que nunca voou) já foi sucateado porque o custo da "incorporação de mudanças" foi considerado antieconômico .
O programa fez progressos significativos em 2026:
A Boeing atualmente planeja as primeiras entregas aos clientes em 2027 . Isso representa um atraso de aproximadamente sete anos em relação à meta original de entrada em serviço em 2020. O cronograma ainda depende da conclusão das Fases 4B e 5 da certificação, além da validação ETOPS [fontes].
O quadro financeiro é severo para a Boeing: