Em setembro de 2025, a Anthropic anunciou que suspenderia a venda de serviços de IA para qualquer empresa com maioria de capital chinês, ampliando restrições já existentes para regimes considerados "autoritários" . A empresa afirmou que a medida visava impedir que um adversário dos EUA avançasse em IA e ameaçasse a segurança nacional . A Anthropic declarou publicamente que é "a única empresa de IA de fronteira a restringir a venda de serviços de IA a empresas controladas pela RPC", abrindo mão de uma receita significativa de curto prazo para isso . Não se trata de uma exigência do governo americano — é uma política corporativa voluntária que foi mais longe do que qualquer concorrente .
A Anthropic usa um sistema técnico de camadas:
O Financial Times noticiou em julho de 2026 que o Ant Group (afiliado do Alibaba) vem acessando ferramentas da Anthropic, como o Claude Code, por meio de dribles não autorizados — inclusive fornecendo a funcionários contas corporativas do Claude vinculadas à sua entidade baseada em Singapura .
A ByteDance implementou um esquema interno de reembolso que permitia que engenheiros usassem contas pessoais para acessar o Claude via VPNs e depois fossem reembolsados pela empresa, driblando as restrições no nível corporativo .
Um mercado cinza próspero surgiu na China, onde operadores administram "estações de transferência" — serviços intermediários que compram tokens da API do Claude ou contas Max de fora da China e revendem o acesso internamente . O esquema típico: comprar uma conta Max 20x por US$ 200, usar tokens OAuth do Claude Code para expô-la como "API ilimitada" e vender o acesso para 10 a 20 clientes a US$ 30–50/mês, gerando de US$ 300 a US$ 1.000 por conta . Essas estações são anunciadas abertamente no GitHub, Taobao e Telegram, aceitam pagamentos em RMB e revendem o acesso por cerca de 10% do preço oficial .
Alguns serviços de proxy chineses praticam "substituição de modelo", roteando silenciosamente as consultas para modelos Claude mais baratos ou antigos enquanto cobram pelos premium, e coletam os prompts como uma fonte de receita secundária .
Em 23 de fevereiro de 2026, a Anthropic acusou publicamente três laboratórios chineses de IA — DeepSeek, Moonshot AI e MiniMax — de promoverem ataques de "destilação" em larga escala . As empresas teriam criado aproximadamente 24 mil contas fraudulentas, gerado mais de 16 milhões de trocas com o Claude, usado "arquiteturas de cluster hidra" para disfarçar a atividade e extraído capacidades de raciocínio e uso de ferramentas do modelo para treinar seus próprios modelos concorrentes . O Guardian descreveu a ação como "roubo de propriedade intelectual em larga escala" . A OpenAI havia feito acusações semelhantes contra empresas chinesas no mês anterior .
Em 24 de junho de 2026, a Anthropic acusou o Alibaba Group de promover um "esforço em larga escala para acessar ilicitamente o Claude usando milhares de contas fraudulentas" . O Alibaba anunciou em seguida que, a partir de 10 de julho de 2026, proibiria seus funcionários de usar o Claude Code no ambiente de trabalho . O Alibaba também alegou que a Anthropic "embutiu um backdoor no Claude Code" — embora essa alegação não tenha sido comprovada e venha de um relatório de terceiros .
Em 3 de julho de 2026, a Anthropic está se movendo para tapar as brechas restantes que permitem o acesso chinês não autorizado, de acordo com o Financial Times . A empresa está apertando as verificações de KYC (conheça seu cliente), melhorando a detecção de proxies e provavelmente revogando contas ligadas a operações conhecidas de "estações de transferência". A repressão ocorre depois de meses de um jogo de gato e rato em escalada: cada vez que a Anthropic adiciona uma nova barreira — geobloqueio, depois exigência de cartão de crédito, depois verificação biométrica — os operadores do mercado cinza chinês encontram um novo drible .
Em setembro de 2025, a Anthropic anunciou que suspenderia a venda de serviços de IA para qualquer empresa com maioria de capital chinês, ampliando restrições já existentes para regimes considerados "autoritários" . A empresa afirmou que a medida visava impedir que um adversário dos EUA avançasse em IA e ameaçasse a segurança nacional . A Anthropic declarou publicamente que é "a única empresa de IA de fronteira a restringir a venda de serviços de IA a empresas controladas pela RPC", abrindo mão de uma receita significativa de curto prazo para isso . Não se trata de uma exigência do governo americano — é uma política corporativa voluntária que foi mais longe do que qualquer concorrente .
A Anthropic usa um sistema técnico de camadas:
O Financial Times noticiou em julho de 2026 que o Ant Group (afiliado do Alibaba) vem acessando ferramentas da Anthropic, como o Claude Code, por meio de dribles não autorizados — inclusive fornecendo a funcionários contas corporativas do Claude vinculadas à sua entidade baseada em Singapura .
A ByteDance implementou um esquema interno de reembolso que permitia que engenheiros usassem contas pessoais para acessar o Claude via VPNs e depois fossem reembolsados pela empresa, driblando as restrições no nível corporativo .
Um mercado cinza próspero surgiu na China, onde operadores administram "estações de transferência" — serviços intermediários que compram tokens da API do Claude ou contas Max de fora da China e revendem o acesso internamente . O esquema típico: comprar uma conta Max 20x por US$ 200, usar tokens OAuth do Claude Code para expô-la como "API ilimitada" e vender o acesso para 10 a 20 clientes a US$ 30–50/mês, gerando de US$ 300 a US$ 1.000 por conta . Essas estações são anunciadas abertamente no GitHub, Taobao e Telegram, aceitam pagamentos em RMB e revendem o acesso por cerca de 10% do preço oficial .
Alguns serviços de proxy chineses praticam "substituição de modelo", roteando silenciosamente as consultas para modelos Claude mais baratos ou antigos enquanto cobram pelos premium, e coletam os prompts como uma fonte de receita secundária .
Em 23 de fevereiro de 2026, a Anthropic acusou publicamente três laboratórios chineses de IA — DeepSeek, Moonshot AI e MiniMax — de promoverem ataques de "destilação" em larga escala . As empresas teriam criado aproximadamente 24 mil contas fraudulentas, gerado mais de 16 milhões de trocas com o Claude, usado "arquiteturas de cluster hidra" para disfarçar a atividade e extraído capacidades de raciocínio e uso de ferramentas do modelo para treinar seus próprios modelos concorrentes . O Guardian descreveu a ação como "roubo de propriedade intelectual em larga escala" . A OpenAI havia feito acusações semelhantes contra empresas chinesas no mês anterior .
Em 24 de junho de 2026, a Anthropic acusou o Alibaba Group de promover um "esforço em larga escala para acessar ilicitamente o Claude usando milhares de contas fraudulentas" . O Alibaba anunciou em seguida que, a partir de 10 de julho de 2026, proibiria seus funcionários de usar o Claude Code no ambiente de trabalho . O Alibaba também alegou que a Anthropic "embutiu um backdoor no Claude Code" — embora essa alegação não tenha sido comprovada e venha de um relatório de terceiros .
Em 3 de julho de 2026, a Anthropic está se movendo para tapar as brechas restantes que permitem o acesso chinês não autorizado, de acordo com o Financial Times . A empresa está apertando as verificações de KYC (conheça seu cliente), melhorando a detecção de proxies e provavelmente revogando contas ligadas a operações conhecidas de "estações de transferência". A repressão ocorre depois de meses de um jogo de gato e rato em escalada: cada vez que a Anthropic adiciona uma nova barreira — geobloqueio, depois exigência de cartão de crédito, depois verificação biométrica — os operadores do mercado cinza chinês encontram um novo drible .